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Planeta dos Macacos: A Guerra | Review

A Fox fecha mais uma de suas franquias de forma maestral, ou pelo menos pareceu a ser, pois aqueles que assistirem Planeta dos Macacos: A Guerra, entenderão.

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Rasga-se elogios para esse filme, uma explosão de emoções de todos os tipos, até um conceito pode ser pensado diante a todo conflito que ocorre no longa, e também uma dúvida: um ator, cujo papel foi uma computação gráfica merece o Oscar? Estivemos na coletiva com Andy Serkis, e ele falou sobre isso.

Macacos vs Humanos

Planeta dos Macacos: A Guerra mostra onde chegou o conflito entre macacos e humanos, e em determinada parte você começa a enxergar uma guerra ao estilo revolução de antigas décadas, como macacos defendendo seus ideais e territórios, e humanos se colocando no topo e rotulando macacos como meros animais “burros”.

A linha do roteiro mostra a evolução dos macacos. Eles não se tornam humanos. Permanecem macacos, e vemos aquele que foi além, evoluiu e se tornou o líder. Sim, César, que assume a luta que o antigo macaco Koba começou – mas no próprio trailer (veja abaixo), o macaco interpretado por Andy Serkis desmente. 

Sensibilidade

O diretor Matt Reeves não fez nada de impactante em seu roteiro, apenas trouxe a sensibilidade da situação, a guerra aos olhos dos macacos, pois se acontecesse deles começarem a ficar inteligentes, e essa evolução causasse doenças para os humanos, qual seria a visão? Talvez os humanos fossem tomados pela raiva e quisessem a extinção dos macacos que não tem culpa alguma dessa doença.

Além disso, a surpresa do filme foram os conflitos fora da guerra, as sequelas que a mesma podem deixar a uma nação, ou no caso, em uma espécie, o que torna questionável se Coronel, o vilão interpretado por Woody Harrelson, é realmente mau, ou apenas tomado pelo ódio das sequelas da doença símia, podendo ser interpretado de forma racional diante que a raça humana divide o topo de dominante.

Tom Cômico

Além de Andy Serkis, o mito da computação gráfica, temos um outro macaco que divide a tela com César, O Bad Ape, feito pelo ator Steve Zahn. Ele traz o tom cômico do filme, onde todas as cenas geram risadas, e sua situação é tão reflexiva quanto o filme como um todo.

Em coletiva, Andy Serkis foi questionado se seus papéis por computação gráfica deveria ser olhado com mais carinho pela Academia, insinuando indicações e premiações ao Oscar para essas interpretações. Em resposta, Andy Serkis disse que atuar por trás de computação gráfica não é tão diferente quanto estar fisicamente atuando em frente às câmeras, pois você tem que trazer o sentimento para o personagem, como seu personagem, César, ele trás raiva com uma voz pesada, passando por outras modulações nas situações mais leves, de alívio ou alegria, como qualquer ator interpretando um papel. E ele também brincou com a pergunta: “Look, I’m very good.”

 

Trilogia de Nome! 

Há muito tempo não se vê uma trilogia ser finalizada sem precisar modificar drasticamente o filme anterior. A franquia começou de uma maneira e terminou com o mesmo ideal, a revolução dos macacos, do César como primeiro símio modificado em laboratório a líder de sua espécie.

Para esse que vos fala, pode ser entendido como superestimado, mas acredito que em muitos anos, não temos um final de franquia tão bem feito, tão genial. Ao mesmo tempo, provavelmente será um filme de sucesso no ano de 2017, tendo de tudo para marcar uma história no cinema, como o macaco sentimental, astuto; o macaco que começou primata e terminou o humano.

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?Aliança Cultural Brasil-Japão inaugura Centro Cultural em Pinheiros

A nova sede da Aliança Cultural Brasil-Japão foi inaugurada no dia 29 de julho com uma cerimônia que reuniu cerca de 250 convidados. O Centro Cultural Aliança, a primeira sede própria da entidade, localizado na Rua Deputado Lacerda Franco, 328, em Pinheiros, São Paulo, terá 751 m2 dedicados à realização de cursos de língua japonesa, artes e gastronomia, além de palestras e eventos culturais, com auditório, salas multiuso e um espaço voltado exclusivamente aos cursos de culinária japonesa.

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“Gostaríamos de fazer uma saudação especial ao cônsul Takahiro Nakamae, que retornou ao Japão no início desse mês, e acreditou em nosso projeto desde o início. Acredito que muito do que fizemos foi resultado direto dessa confiança do povo japonês. A partir do momento em que o governo japonês acreditou no projeto, tivemos muito incentivo no desafio de finalizar a obra, e para nós foi fundamental o apoio de todas as pessoas, instituições, organizações e empresas que apoiaram a construção desse Centro Cultural”, afirmou o presidente da Aliança, Dr. Yokio Oshiro, na abertura da cerimônia.

A cerimônia contou com a presença das principais lideranças da comunidade nipo-brasileira e de lideranças comunitárias da região de Pinheiros e Vila Madalena. “Entidades como a Aliança desempenham o papel fundamental de ensinar, divulgar e transmitir a cultura e a língua japonesa no Brasil. Temos muita admiração e respeito pela Aliança, por todo empenho nessa jornada de 60 anos de muito suor e trabalho. As atividades que serão promovidas aqui no Centro Cultural possibilitam saborear as diversas faces da cultura japonesa, e faço votos pelo fortalecimento dos laços de amizade entre Brasil e Japão”, disse a cônsul geral interina do Consulado Geral do Japão em São Paulo, Hitomi Sekiguchi.

O governo japonês doou todos os equipamentos destinados exclusivamente às salas do Centro Cultural Aliança, em benefício da difusão de línguas e artes japonesas no Brasil, através do Programa de Assistência a Projetos Comunitários de Cultura, uma modalidade de cooperação cultural dirigida especialmente a entidades que realizam projetos que contribuem para o desenvolvimento da atividade cultural e de ensino.

A Fundação Kunito Miyasaka foi uma das instituições que apoiou a construção. “Acreditamos que a arte e a cultura aproximam povos e nações e possibilitam a transformação das pessoas, e certamente através das atividades desenvolvidas nesse Centro Cultural, a Aliança poderá aproximar o Japão e o Brasil e continuar a desenvolver o intercâmbio cultural entre os dois países”, declarou Roberto Nishio, presidente da entidade.

O presidente do Conselho Superior da Aliança, o Dr. Aurélio Nomura, relembrou todo o histórico da construção, que levou mais de 6 anos. “A diretoria da Aliança trabalhou muito pela continuidade dessa obra, que foi idealizada pelos nossos ex-presidentes, Dr. Jo Tatsumi e Anselmo Nakatani, que juntamente com o Dr. Yokio Oshiro, levaram à frente os ensinamentos e ideais do fundador da Aliança, o poeta Guilherme de Almeida”, lembrou Nomura.

Parcerias estratégicas

A sede foi construída com recursos próprios e também graças aos esforços de inúmeros colaboradores e apoio do governo japonês e da Fundação Kunito Miyasaka, além de empresas como a Honda Automóveis, Toto Brasil, Bradesco, Fujitsu do Brasil, Furukawa, Consfat e Apoio Fundações.

Entre os diferenciais do espaço, uma programação exclusiva e recheada de novidades. “Teremos o curso de instrumentos tradicionais japoneses com Shen Ribeiro; músicas clássicas eruditas com o maestro Ricardo Fukuda; a Escola de Culinária Japonesa de São Paulo, do chef Shin Koike, e teremos também para supervisionar essa área de Cultura e Artes o nosso curador, Jo Takahashi, que aceitou o desafio de ser parceiro da Aliança”, comemora.

Estrutura do Centro Cultural

Com supervisão do engenheiro Sussumu Niyama e projeto da arquiteta Rosana Nakano, o Centro Cultural Aliança é um espaço cultural moderno e inovador, com 751 m2 de área total, numa ótima localização, próxima à estação Fradique Coutinho do metrô e com fácil acesso pelas principais vias da capital.

No espaço, serão desenvolvidas atividades de ensino da língua japonesa e uma extensa programação de cursos, palestras e eventos culturais. Além do Auditório Kunito Miyasaka, o Centro terá um espaço voltado aos cursos de gastronomia japonesa, na Escola de Culinária Japonesa de São Paulo, capitaneada pelo chef Shin Koike.

A Aliança Cultural Brasil-Japão foi fundada pelo poeta Guilherme de Almeida, em 1956, e já tem mais de 60 anos de história. Atualmente com 3000 alunos por ano, é a maior escola de língua japonesa da América Latina, atuando de maneira decisiva no intercâmbio entre o Brasil e o Japão.

Cursos oferecidos na unidade

Língua Japonesa – Marugoto Aliança (a partir de 13 anos)
Língua Japonesa – InfantoJuvenil (6 a 12 anos)
Música Clássica – Maestro Ricardo Fukuda
Música Tradicional Japonesa – Shen Ribeiro
Escola de Culinária Japonesa de São Paulo – chef Shin Koike
Origami (dobraduras) – Alice Haga e Mari Kanegae
Ikebana (arranjo floral) – Lina Kawamura
Shodô (caligrafia japonesa) – Elcio Yokoyama
Washi-ê (colagem com papel washi) – Luiza Okubo
Etiqueta Japonesa – Lumi Toyoda
Kirigami (origami arquitetônico) – Naomi Uezu e Marcelo Taba
Sumiê (pintura com tinta sumi) – Suely Shiba
Mangá (desenhos) – Fábio Shin e Fábio Mendes
Orinuno (origami em tecido) – Thais Kato
Furoshiki (embalagem japonesa) – Sofia Nanka Kamatani
Soroban (ábaco japonês)

Centro Cultural Aliança

Rua Deputado Lacerda Franco, 328, Pinheiros
Telefone: 11-3031-5550
E-mail: pinheiros@aliancacultural.org.br
Site: www.aliancacultural.org.br

Confira mais fotos na página oficial!

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Salão Internacional de Humor terá 410 obras em sua mostra principal

O Armazém 14 do Engenho Central vai receber 410 trabalhos de 215 artistas de 32 países para a mostra principal do 44º Salão Internacional de Humor de Piracicaba. Eles foram selecionados no último final de semana entre os 2.985 enviados por 560 artistas de 57 países. O júri de seleção escolheu 108 caricaturas, 70 charges, 79 cartuns, 73 tiras, 46 prêmios temáticos Criança e 34 temáticos Saúde.

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O 44º Salão Internacional de Humor é realizado pela Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal da Ação Cultural e Turismo (SemacTur) e Cedhu (Centro Nacional de Documentação, Pesquisa e Divulgação do Humor Gráfico de Piracicaba) e faz parte das comemorações dos 250 anos de Piracicaba. A mostra será aberta no dia 26 de agosto e poderá ser visitada até 12 de outubro, no Armazém 14 do Engenho Central, com entrada gratuita.

O júri de seleção foi composto pelos cartunistas William Hussar, Junião e Orlando Pedroso, pelo professor do curso de publicidade, propaganda e criação da Universidade Presbiteriana Mackenzie Ricardo Morellato, pelo caricaturista Baptistão, pela ilustradora Maria Eugênia e pela produtora cultural Ana Helena Curti.

Baptistão, que já participou do Salão como jurado de premiação em outras edições, a seleção foi um desafio. “O trabalho e a responsabilidade são muito maiores. É mais frustrante ser eliminado na seleção do que não ser premiado. E, talvez para a maioria dos participantes, ser selecionado em Piracicaba já é um prêmio. Por isso tivemos de julgar os trabalhos com muito critério. A turma que a organização reuniu foi muito boa, houve respeito mútuo, o que fez com que o trabalho fluísse muito bem. Acho que estamos tranquilos por ter feito o melhor trabalho que pudemos fazer”, analisou.

Entre os temas que predominaram, é possível destacar o presidente dos EUA, Donald Trump, em caricaturas e charges, e o muro que ele propôs para separar o país do México. As tecnologias e as redes sociais também inspiraram os cartunistas, assim como o drama dos refugiados.

A secretária da Ação Cultural e Turismo, Rosângela Camolese, que acompanhou a seleção, agradeceu aos jurados pelo trabalho que durou o fim de semana todo. “Tenho certeza que o comprometimento do júri foi total. A escolha não é fácil. Exige conhecimento e olhar apurado, o que não falta aos profissionais designados para a tarefa”, disse.

O presidente desta edição do Salão, José Alberto Lovetro, o Jal, também esteve na seleção. “A responsabilidade de julgar tantos ótimos trabalhos dos artistas inscritos só poderia ter um júri de notáveis como esse. Fiz questão de, pessoalmente, cumprimentá-los pelo árduo e perfeito trabalho”, disse Jal.

Para o diretor do CEDHU e do Salão de Humor, Erasmo Spadotto, a tarefa foi difícil, porém muito divertida. “Foram dois dias de trabalho pesado para os sete jurados, mas foi gratificante. O clima esquentou na seleção”, diverte-se Spadotto. “O que importa é que o público verá trabalhos de qualidade, o que mostra que o Salão, mais uma vez, será um sucesso e muito bem-humorado”, garante.

JÚRI DE PREMIAÇÃO – Os trabalhos selecionados serão analisados no dia 19/08, por outro júri, que irá decidir sobre a premiação. Esse júri será formado pelo caricaturista Jean Mulatier (França), pelos cartunistas Arturo Kemchs (México), Raul Fernando Zuleta (Colômbia) e Fernando Gonsales (Brasil), pela pesquisadora em história em quadrinhos e doutora em ciências da comunicação Sônia Luyten, pelo diretor geral da Pinacoteca de São Paulo, Tadeu Chiarelli, e pela publicitária e comediante do Festival Risadaria, Arianna Nutt.

Os vencedores das categorias cartum, caricatura, charge, quadrinhos e dos prêmios temáticos vão receber premiação no valor total de R$ 55 mil.

Com cartaz criado pelo cartunista Luiz Gê, o 44º Salão de Humor terá uma programação intensa, que inclui mais de 15 exposições paralelas no Engenho Central e em outros espaços, entre elas o 15º Salãozinho de Humor, com cartaz de Mauricio de Sousa.

HISTÓRIA – O Salão Internacional de Humor de Piracicaba surgiu em 1974, durante a ditadura militar, como iniciativa de um grupo de jornalistas, artistas e intelectuais atuantes no cenário político. A partir do sucesso das primeiras edições e do apoio da turma do jornal carioca O Pasquim, importantes cartunistas brasileiros contribuíram para a transformação do Salão em um dos mais conhecidos encontros do humor gráfico no Brasil e no exterior; é, ainda, um dos concursos mais antigos do gênero.

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Kakegurui (Mangá) | Primeiro Gole

Entre os novos lançamentos dos animes dessa Temporada de Verão 2017, está o título Kakegurui que atraiu muitos interessados devido a sua animação e reviravoltas do enredo.

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Para aqueles que não conhecem a obra, originada em um mangá, com atuais 42 capítulos, a história gira em torno de uma escola mito famosa onde os alunos apostam altas quantidades de dinheiro nos mais diversos jogos de azar.

Bichinho de Estimação?

Nosso pobre protagonista (Suzui) inicia sua história como um perdedor total, sendo rebaixado ao título de house pet, ou bichinho de estimação, qualificação dada aos 100 menores contribuintes do colégio. Toda essa metodologia de apostas, pets e bullying com endividados foi um sistema instaurado pelo comitê estudantil que assumiu há dois anos, onde seus membros são todos altos apostadores de famílias ricas e com muitos títulos.

A história começa a mudar quando uma aluna transferida, Yumeko Jabami, se aproxima de Suzui sem nenhuma segunda intenção, o que Suzui não sabe é que Yumeko é uma Kakegurui, ou seja: uma viciada maníaca em apostas.

Dos autores

O roteiro é de Homura Kawamoto, autor que tem outros títulos já lançados como Bunu Ryoutou – Saikyo Saichi no Sodatekata (2017), Isekai Houteis: Reuttai Barrister (2016), Rengoku Deadroll (2015), entre outros, porém sua obra mais conhecida ainda é Kakegurui que além do mangá original lançado em 2014 teve uma série de spin-offs voltado para os personagens secundários como Kakugurui Futago (2015) e Kakugurui Midari (2017).

A arte por sua vez fica para o talentoso Touru Naomura, que fez a série Shitsurakuen e é um dos meus artistas favoritos, com traços firmes, belíssimos personagens femininos e masculinos, que esbanjam sensualidade sem a necessidade dos famosos “panty shots” ou excesso de seios a mostra.

Audacioso e criativo

A obra Kakegurui é considerada um drama, mas a verdade é que é muito difícil classificar o mangá em só um tipo de gênero. Ele á audacioso, criativo, divertido, com personagens marcantes que facilmente nos apaixonamos. Além disso, diferente de muitas outras séries, não há vilões aqui, todos são alunos colegiais com qualidades e defeitos, podendo ou não fazer coisas ruins.

Com seu último capítulo lançado em junho de 2017, a série ainda tem muito a oferecer, com uma história ainda longe do seu ápice e muito enredo para ser desenvolvido.

Kakugurui é minha recomendação para todos que gostam de histórias fora da caixinha, ele tem um roteiro constante, instigante mas sem fazer enrolações que nos alonguem por vários e vários capítulos, além disso, os personagens principais são bastante envolventes, e nos fazem sempre torcer, mesmo que nem sempre a vitória seja a resposta correta.

Capa do primeiro volume de Kakegurui (Imagem Divulgação)
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David Crane, o criador de Pitfall, vem para a Brasil Game Show 2017

David Crane, cofundador da Activision, premiado e reconhecido desenvolvedor da indústria mundial de games, é mais uma personalidade internacional confirmada para a décima edição da Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, que será realizada entre os dias 11 e 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Confira também: Brasil Game Show 2017 terá pavilhão coreano na décima edição

Talentoso e arrojado, Crane entrou definitivamente para a galeria dos principais nomes do universo dos games com a criação de Pitfall, considerado o primeiro jogo de aventura em estilo plataforma do mundo e título que revolucionou o mercado dos jogos eletrônicos nos anos 80. Na BGS, Crane dividirá com o público experiências de sua trajetória de mais de 35 anos nesse mercado e atenderá os fãs na área Meet & Greet Canon com fotos e autógrafos.

Durante o painel de Crane, os visitantes da Brasil Game Show terão uma oportunidade única de conhecer histórias de sua trajetória profissional e também da criação e desenvolvimento de Pitfall, que, lançado em 1982, vendeu mais de quatro milhões de cópias em todo o mundo e inspirou até o desenho animado “Pitfall Harry”. O sucesso do jogo foi tamanho que, nas décadas seguintes, continuou ganhando versões para diferentes consoles, gerações e plataformas, como “Pitfall: The Big Adventure”, lançado em 2008.

Crane trabalhou em mais de 80 produtos de entretenimento que geraram receitas superiores a U$$ 400 milhões, entre eles “Freeway” (1981), jogo em que uma galinha precisa atravessar uma rua cheia de carros passando em alta velocidade, e “A Boy and His Blob” (1989), game de puzzle em estilo plataforma que conta a história de um garoto que precisa salvar um planeta. Ao longo de sua carreira de desenvolvedor, recebeu dezenas de prêmios e desde 2009, se dedica a publicar jogos para plataformas móveis.

Crane é a quarta personalidade internacional confirmada para a edição comemorativa da BGS e mandou um recado para os gamers brasileiros. Além dele, já foram anunciadas as presenças de Hector Sanchez, produtor de jogos das séries Mortal Kombat e Injustice, e que atualmente está na Annapurna Interactive, estúdio responsável pelos jogos recém-anunciados Ashen e The Artful Escape, Nolan Bushnell, criador do Atari, e Stephen Bliss, que foi artista sênior da Rockstar entre 2001 e 2016 e é um dos responsáveis pela icônica identidade visual de Grand Theft Auto (GTA); Outros seis nomes serão revelados até o evento.

A décima edição da Brasil Game Show promete ser a maior e a melhor de todos os tempos. Além das dez atrações internacionais, o público esperado de mais de 300 mil pessoas poderá se divertir com a presença de mais de 250 marcas, diversos lançamentos de jogos e inúmeras atrações. Para conferir de perto todas as novidades da décima edição da BGS, os interessados podem adquirir ingressos do sexto lote com desconto de até 16% pelo SITE OFICIAL. Dessa forma, os tickets para cada dia da BGS custam R$ 75,00 (meia-entrada) e o passaporte para os quatro dias do evento abertos ao público R$ 225,00 (meia-entrada), ou seja, com este pacote, um dia de evento sairá de graça para o visitante.

Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Para acompanhar de perto todas as novidades da #BGS10 e garantir os ingressos, acesse o SITE OFICIAL.

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Brasil Game Show 2017 terá pavilhão coreano na décima edição

A Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, cuja décima edição será realizada entre os dias 11 e 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, acaba de confirmar uma área de 120 m² com jogos coreanos entre as atrações do evento. A Kocca, agência do governo responsável por fomentar a indústria de conteúdos da Coreia, estará pela segunda vez consecutiva na BGS com o objetivo de promover os games do país asiático entre os jogadores brasileiros. No espaço, diversas empresas apresentarão seus lançamentos, produtos e novidades.

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“Além de bons jogadores, a Coreia tem ótimos desenvolvedores de jogos e a Brasil Game Show é uma grande oportunidade de mostrar a expertise dos coreanos nessa indústria”, explicou Serena Park, gerente de marketing da Kocca no Brasil. “Nossa expectativa é contatar possíveis publishers, investidores e promover encontros de negócios entre empresários brasileiros e coreanos”, completou.

Para Marcelo Tavares, CEO e fundador da BGS, a presença de um pavilhão representando um país mostra a pluralidade e a importância do evento para o mercado de games não apenas no Brasil, mas como um dos mais significativos do mundo. “Os países asiáticos, de forma geral, são uma referência na criação e desenvolvimento de jogos eletrônicos. O fato de virem participar de um evento no Brasil mostra a importância do nosso mercado em termos globais.”

Além da Kocca, a BGS já confirmou presença da Canon, Com2Us, Dazz Maxprint, Dell, DXRacer, Gigabyte, HyperX, Piticas, Razer, RedFox, Saraiva, TNT Energy Drink, Ubisoft, ACE, Ambize Studio, Among Giants, Anguis Studio, Atitude Point, Behold Studios, Big Head Store, Cat Nigiri, Cogumelo Corp, Copag, Crazzy Arcade, Dark Paladin, Dreaminside Studio, ETS2 Rotas Brasil, FlipFlop Lab, Game Nacional, GAMEscola, Gamemax, GamersClub, Games X, Geek 42, Geek Connection Geek Tag, Gênio Quiz, Genos Studio, GPD GamePad Digital, Hexa Games, Incomm, JokenPô, JZ Culture & Comm, Lady Snake Rock Wear, McFly, Mad Mimic, MBR Editorial, Midas Club Onanim Studio, Rixty, Online IPS (International Processing Solution), RMAL, Pro Simuladores, Seagate, ServerLoft, Square12, StreamSoft Games, Sunrise The Suns Store, The Duel Brasil, Toys Collection, Vneta Studios, Void Studios, World of Collectibles e XFire Gamers e até o início do evento revelará diariamente pelo menos uma nova atração. A décima edição da Brasil Game Show promete ser a maior e melhor de todos os tempos e contará com cerca de 250 marcas. Três atrações internacionais já foram anunciadas: Hector Sanchez, produtor de jogos das séries Mortal Kombat e Injustice, e que atualmente está na Annapurna Interactive, responsável pelos jogos recém-anunciados Ashen e The Artful Escape; Nolan Bushnell, criador do Atari; e Stephen Bliss, que foi artista sênior da Rockstar entre 2001 e 2016 e responsável pela icônica identidade visual de GTA. Até outubro, outras sete serão reveladas.

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Missão Cegonha ganha novo trailer

A PlayArte Pictures irá lançar nos cinemas dia 26 de outubro a animação Missão Cegonha.

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Netflix anuncia nova série de Cavaleiros do Zodíaco

A Netflix em conjunto com a Toei Animation anunciou em um evento em Tóquio, uma série em computação gráfica de Cavaleiros do Zodíaco.

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Intitulada Knights of The Zodiac, a nova série de Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco) contará com 12 episódios de 30 minutos, e recontará os acontecimentos da Guerra Galáctica até o arco dos Cavaleiros de Prata, com direção de Yoshiharu Ashino e roteiro principal de Eugene Son (Avengers: Secret Wars), com outros nomes já famosos dentro da animação norte-americana, como Benjamin Townsend (Thunderbirds Are Go), Shannon Eric Denton (Avengers: Guerras Secretas), Thomas F. Zahler (Ultimate Spider-Man ), Joelle Sellner (Ben 10: Omniverso), Travis Donnelly (bull), Thomas Pugsley (Ben 10), Saundra Hall (Teenage Mutant Ninja Turtles), Shaene Siders (Avengers: Secret Wars), Patrick Rieger (Justice League Ação).

Por ora, a única imagem revelada é com o pôster, confira abaixo:

Knights of The Zodiac é uma animação original da Netflix e ainda não tem uma data de estreia confirmada.

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