O rockstar japonês Shou, conhecido por suas atividades como vocalista da banda de Rock visual keiALICE NINE., lançou no dia 11 de junho o single digital ‘White Noiz/’ para seu atual projeto musical Verde/.
Sendo assim, o single conta com as faixas ‘White Noiz/’ e uma faixa bônus intitulada ‘Burning/’. Em ‘White Noiz/’, Shou entrega grandes solos de guitarra, além de sintetizadores como marca registrada da canção, que soa como um pop rock agradável. Já em ‘Burning/’ a atmosfera tem beats de música eletrônica e riffs pesados de guitarra.
Por fim, para ambas as faixas foi produzido um trabalho audiovisual já disponibilizados no canal oficial do projeto no YouTube, então não deixe de conferir!
Ouça ‘White Noiz/’ e ‘Burning/’ nas plataformas de música!
Assista ao videoclipe de ‘White Noiz/’ no YouTube!
A américa latina será pela primeira vez sede do primeiro festival de Rock Visual kei, o MYSTICAL FEST 2025, e o Brasil é parada confirmada com evento marcado para o dia 20 de agosto na casa de shows Cine Joia em São Paulo.
Sendo assim, os fãs da excentricidade e performance do visual kei vão curtir uma festa totalmente voltada a cena que tem ganhado cada vez mais espaço fora do Japão. O line-up conta com nomes de peso, como HIZAKI (VERSAILLES) ao lado de KAYA, Schwarz Stein, Közi e o duo MAYOHK.
Os ingressos para o MYSTICAL FEST 2025 no Brasil já estão a venda. Ainda, você pode adquirir pacotes vip, garantido assim uma experiência ainda mais intimista com seu artista favorita, garanta já o seu!
O “vampiro rockstar japonês” KAMIJO, que já está na ativa há 30 anos, lançará seu novo best álbum, “MASTERPIECE”, no dia 9 de julho. Sendo assim, o lançamento reúne 38 músicas que resumem todo o seu trabalho sob o nome KAMIJO até o momento!
Ainda, MASTERPIECE contará com uma edição deluxe com uma sobrecapa extragrande, no formato de um LP. Esta edição conta um conjunto de 4 discos, sendo um deles um DVD com diversos vídeos ao vivo selecionados, incluindo recortes inéditos. A edição regular é um conjunto de 3 discos, apenas com CDs.
Por fim, você pode conferir a tracklist completa visitando o site oficial do artista. Além disso, ambas as edições estão em pré venda no site CD Japan, então se você é fã do KAMIJO, garanta já o seu!
BugLug - nova foto do artista para o single digital 'Baku'
A banda japonesa de Rock Visual-keiBugLug lançou no dia 14 de junho o seu novo single digital ‘Baku’ em todas as principais plataformas de música. Além disso, um lyric video foi disponibilizado no canal oficial da banda no YouTube!
Sendo assim, BugLug, que em 2025 comemora 15 anos de carreira, lançou o segundo de 3 singles consecutivos. O próximo e último lançamento desta trilogia deve ocorrer em julho.
Ouça ‘Baku’ nas plataformas de música!
Assista o Lyric video de ‘Baku’ no canal oficial da banda no YouTube!
Opera Sopa é uma antologia com histórias de faz de conta sobre delírios e dilemas, conforme sua descrição. Ela é uma publicação da editora nVersos, com roteiro e arte de Diogo Pavan.
É uma publicação linda, com todas as suas 136 páginas coloridas em papel couchê, um dos motivos do preço ser super acessível. Aqui, temos 10 histórias, algumas maiores e mais complexas, outras menores e dinâmicas, sobre questões sociais, filosóficas e até mesmo éticas.
Em 2022 a obra foi indicada ao 34º Troféu HQMIX e ao Prêmio Leblanc, sendo publicada pela nVersos em 2024.
nVersos | Divulgação: Suco de Mangá
Capítulos
O primeiro capítulo de Opera Sopa se chama Herói e, pra ser sincera, foi um dos meus preferidos. Afinal, com um enredo envolvente e pinceladas de humor irônico, comenta sobre o que faz de alguém um verdadeiro herói. Assim, junto de uma arte muito gostosinha de ver, refletimos sobre escolhas e suas consequências, sobre ganância e orgulho, e sobre amor e amizade.
Inclusive, o segundo capítulo fala justamente sobre isso, tendo como título Ganância. Nela, um homem está à frente de uma figura esquelética, fantasmagórica e sobrenatural. Ele pode fazer apenas um pedido, colocando à prova seu caráter. Particularmente, eu gosto muito dessa proposta meio “pacto com o diabo”, ainda mais quando não temos um final feliz.
nVersos | Divulgação: Suco de Mangá
Em seguida, Ideologia ou Morte tem uma pegada mais de ação, com várias cenas de luta, assassinatos e um heroísmo americano onde apenas uma pessoa acabar com um batalhão de vilões. O diferencial é que esse heroísmo vem de uma mulher, chamada de “loira”, que quer salvar os trabalhadores de uma indústria meio maligna.
Enfim, depois temos um universo pós-apocalíptico em que a protagonista também está em uma missão de resgate; uma realidade no futuro onde a IA está super avançada e vários simulacros são criados dentro do outro; uma história na era das cavernas com um enredo ironicamente moderno; um conto bem pegada horror cósmico com um body horror que me lembrou muito Junji Ito; e alguns outros pequeninos contos entre eles.
Opera Sopa mirou alto e passou de raspão
Vamos para as minhas impressões da HQ. De maneira geral, eu gostei muito, mas não amei. Como eu disse, Herói provavelmente foi a minha preferida, seguida de Ganância. O que, apesar de ter sido ótimo começar com narrativas tão boas, frustrou um pouco as expectativas para as seguintes.
Não me entendam mal, a HQ possui ótimos contos e artes super originais, Diogo realmente merece o crédito pela versatilidade e habilidade de fazer tantos estilos diferentes. Porém, senti uma tentativa de fazer todas as histórias serem grandiosas e cheias de significados, o que deu certo em algumas, mas nem tanto em outras.
nVersos | Divulgação: Suco de Mangá
Por exemplo, as histórias “da loira” e do universo pós-apocalíptico possuem praticamente o mesmo enredo. Uma mulher fodona vai até o covil dos malvados e consegue acabar com todos eles sozinha para salvar os oprimidos e seus ideias. A intenção de uma protagonista feminina nessa posição é maravilhosa, eu adorei e precisa sim ter seu mérito, mas a proposta é basicamente a mesma, ainda mais pra ser um capítulo seguido do outro.
Além disso, em Ideologia ou Morte eu fiquei profundamente incomodada por essa mulher incrível, invencível, fortona, badass ser chamada apenas de “a loira”. Fiquei me perguntando, quantos protagonistas masculinos conhecemos que são chamados de “o loiro”, “o moreno”, “o ruivo”, “o calvo”? Em contrapartida, conhecemos vários que possuem codinomes com muito mais personalidade, ou são famosos pelo seu nome próprio.
Por esses motivos, senti que Opera Sopa mirou alto, tentou fazer algo revolucionário, profundo, reflexivo, mas passou de raspão. Às vezes tá tudo bem fazer um arroz e feijão, desde que ele seja bem-feito e super saboroso, assim você pode investir em uma sobremesa mirabolante pra fechar com chave de ouro.
nVersos | Divulgação: Suco de Mangá
Conclusão
Dito tudo isso, quero ressaltar novamente a técnica e habilidade de Diogo em conseguir explorar tantos estilos diferentes. Já é difícil encontrar nosso estilo único em uma produção artística, mas encontrar diversos estilos únicos é ainda mais desafiador.
Além disso, reforço que nenhuma história aqui é ruim, nenhuma. São boas histórias, com muita influência do Chamado de Cthulhu e horror cósmico. As histórias curtas também foram uma ótima sacada que, assim como as capas fictícias entre os capítulos, dão um respiro nas narrativas mais densas e trazem dinamismo à leitura.
Também, pra gente acostumado com mangá, é um tesouro ter uma publicação inteira com páginas coloridas, ainda mais com uma coloração tão cheia de personalidade e muito bem-feita.
Por fim, sendo bem sincera, minha parte preferida de Opera Sopa foi a carta aos leitores. As palavras do autor foram inspiradoras e, se você é um artista que ainda tem suas inseguranças, te digo pra ler essa introdução com o coração aberto. Enfim, mesmo com seus tropeços, essa antologia traz boas reflexões para o leitor, com artes de encher os olhos. Ela veio para mostrar que nossos artistas nacionais conseguem facilmente se igualar a tantas obras internacionais aclamadas por ai que não tem metade da profundidade de Opera Sopa.
A Editora Estação Liberdadeamplia sua linha de livros de colorir com o lançamento de Um ano no Japão, da ilustradora Mikankey. A obra apresenta um diferencial no mercado editorial ao unir refinamento estético, riqueza temática e profundidade cultural — características que consolidam o posicionamento da editora em oferecer experiências visuais mais contemplativas e sensíveis.
Por meio da história de uma gatinha carismática e aventureira, Mikankey apresenta ilustrações detalhadas de paisagens serenas, festivais tradicionais e cenas do cotidiano japonês, permitindo uma verdadeira imersão cultural por meio da arte. Com 96 páginas, o livro convida o leitor a explorar o Japão ao longo das quatro estações do ano.
A cada página, revela-se uma nova atmosfera: o florescer das sakura na primavera; os vibrantes matsuri (festivais) do verão; o outono que, aos poucos, tinge a natureza de vermelho com as folhas de momiji; e, no inverno, o calor reconfortante dos onsen (fontes termais).
As ilustrações traduzem o encanto e a leveza de cada período do ano, combinando elementos da tradição japonesa com cenas do cotidiano contemporâneo, criando uma ponte delicada entre o antigo e o moderno.
Para os mais tradicionais, é possível passar horas observando a beleza arquitetônica dos templos, os detalhes dos komainu, os diferentes tipos de bonsai, lanternas e youkai. Já para contemplar a modernidade japonesa, percorremos desde os famosos karaokês e consoles eletrônicos até as icônicas máquinas de garra — tudo retratado com uma riqueza de detalhes visuais e culturais que revela muito mais do que simples paisagens.
Um ano no Japão
Imagem Divulgação
Um ano no Japão integra um catálogo já reconhecido por sua curadoria diferenciada. Entre os títulos da Estação Liberdade voltados à arte de colorir, estão os quatro volumes da coleção Inspiração — Arabescos, Amazônia, Japão e Natureza — e o livro Cores Invisíveis, do arquiteto e artista Luis Kehl, que propõe uma experiência visual voltada à arquitetura.
Em um cenário editorial onde predominam obras de apelo lúdico e tendências visuais voltadas ao entretenimento imediato, os livros de colorir da Estação Liberdade se destacam ao proporcionar experiências artísticas e temáticas. São livros que não apenas convidam o leitor à atividade de colorir, mas também à descoberta — explorando universos visuais que dialogam com tradições, histórias e culturas específicas.
Com Um ano no Japão, a editora reafirma seu compromisso com projetos que aliam beleza gráfica, originalidade e conteúdo significativo — estabelecendo, assim, uma nova referência no universo dos livros de colorir.
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba: Castelo Infinito ganhou novo pôster e um novo trailer. Ele conta com o vilão Akaza, que será um dos destaques do filme.
Além disso, a Crunchyroll mostrou cenas inéditas e as músicas “A World Where the Sun Never Rises” da Aimer (SACRA MUSIC / Sony Music Labels Inc.) e “Shine in the Cruel Night” da LiSA (SACRA MUSIC / Sony Music Labels Inc.).
Imagem Divulgação
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba: Castelo Infinito, o primeiro longa-metragem da trilogia cinematográfica de três partes, chegará aos cinemas, incluindo IMAX e outros formatos premium maiores nos Estados Unidos e Canadá em 12 de setembro de 2025. A distribuição será pela Crunchyroll e Sony Pictures Entertainment.
Prepare-se, ARMY! O documentário “BTS ARMY: FOREVER WE ARE YOUNG” chega aos cinemas brasileiros. Com exclusividade pelaCinépolis +QUE CINE, a exibição é em parceria com a Trafalgar Releasing. Assim, o filme terá exibições especiais nos dias 30 de julho, 2 e 3 de agostoem salas selecionadas. Apré-venda de ingressos começa a partir de 2 de julho pelo site e aplicativo oficial da Cinépolis.
Um tributo ao poder do fandom BTS
Mais do que uma homenagem à carreira do BTS. O documentário mergulha nas histórias de fãs ao redor do mundo — da Coreia do Sul aos Estados Unidos e México. Assim, revela como o ARMY se transformou em um movimento cultural global.
Com direção de Grace Lee e da professora Patty Ahn (Universidade da Califórnia), o filme apresenta relatos reais, profundos e emocionantes de fãs que viveram a ascensão do grupo. Também, mostra como construíram, juntos, uma comunidade internacional com base em identidade, pertencimento e propósito.
Aém disso, mostra como o ARMY quebrou estereótipos e se tornou símbolo de esperança, solidariedade e mudança social. Com campanhas humanitárias, ativismo digital e amor incondicional pela música, o BTS ARMY provou que fãs também podem influenciar o mundo com empatia, criatividade e conexão.
Celebrado no festival SXSW 2025, BTS ARMY: FOREVER WE ARE YOUNG é uma carta de amor àqueles que, desde 2013, caminham com o BTS e tornaram esse fenômeno possível.
Essa é a chance perfeita para o ARMY se reunir nas telonas e reviver uma trajetória construída ao longo de mais de uma década. Então, prepare seu lightstick, convide seus bias e viva essa celebração que mostra por que o BTS e seu fandom moldam a cultura pop contemporânea.