LGBTQIA Jogos
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Com mais um mês dedicado ao orgulho LGBTQIA + chegando ao fim, a Sony Interactive Entertainment (SIE) reuniu alguns especialistas da indústria de videogames para conversarem sobre a  importância da inclusão, igualdade e diversidade nos jogos. 

“Como qualquer outro meio criativo, os jogos são uma tela para contar histórias, e histórias LGBTQIA + autênticas merecem ser contadas. Os jogos são o único meio que permite que as pessoas incorporem um personagem, vejam e vivenciem, e até mesmo elaborem a história através de seus olhos. Para a comunidade LGBTQIA +, é uma ferramenta incrivelmente poderosa para construir empatia e compreensão. ”

Segundo a Co-designer Emilia Schatz (The Last of Us Parte II), o vínculo entre jogador e personagem proporciona uma relação de compartilhamento de perspectivas. Essa interação – se bem colocada – faz com que os jogadores quando presentes no diversificado mundo real, sejam mais receptivos com os outros ao seu redor. E ressalta que como desenvolvedora de jogos, acha importante que a identidade dos personagens sejam reconhecidas, não precisamente colocadas ao centro, mas que não seja tão raro serem mencionadas como atualmente.

Cenário questionado pelo Artista Scott Bensonm (Night in the Woods), ao lembrar que como qualquer meio cultural, os jogos devem retratar pessoas como elas são. E a escassez de personagens LGBTQIA + não engloba de maneira autêntica a diversidade presente entre as pessoas, “Seria estranho para nós não incluir personagens queer, não como uma caixa de seleção a ser marcada, mas porque essas são apenas pessoas que conhecemos, pessoas que fazem parte do mundo.”

Entendendo-se que os jogos são uma oportunidade para os jogadores vivenciarem os desafios que outros enfrentam, incluindo obstáculos particulares de pessoas pertencentes a comunidade LGBTQIA +.  Como complementa o Designer Narrativo Mallory Littletonm (Life is Strange: True Colors), ao referenciar sua experiência com A Normal Lost Phone, um jogo sobre explorar a intimidade de uma pessoa desconhecida cujo telefone foi encontrado pelo jogador.  

Isso me fez sentir melhor sobre as vezes em que limpei minha história de videoclipes gays no YouTube ou me recusei a permitir que amigos vissem meu telefone (…)  De muitas maneiras, esses jogos me deram a coragem de ser eu mesmo, e se há uma coisa que aprendi com tudo isso é que não sou o único que se sente assim.”

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Embora a representação em jogos tenha melhorado nos últimos anos, é importante continuar crescendo para oferecer experiências mais abrangentes para jogadores. Já que todos merecem ser representados como protagonistas, superar dificuldades e se tornarem o herói que desejam ser. Para mais informações acesse o SIE.Blog e confira conteúdos oficiais da Sony Interactive Entertainment.

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