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Para auxiliar quem planeja trabalhar com storytelling na indústria dos games, Igor La Luz, gerente acadêmico nacional da SAGA, separou três dicas essenciais para ter sucesso na profissão que vocês podem ver mais abaixo.

Sabemos que por mais que os recursos gráficos e a jogabilidade tenham destaque em qualquer jogo eletrônico, a experiência do usuário em relação à narrativa é a alma de tudo, e sem uma história envolvente, que prenda a atenção do jogador, a imersão do usuário no game já começa prejudicada.

“Não basta só ter uma ideia, é preciso saber como expressá-la para impactar o jogador. Existem diversas estratégias poderosas para encantar os gamers, desde personagens, cenários e enredo, e contar bem a história certamente é uma delas”, explica Igor. “O storytelling nos games gera identificação com o jogador que se coloca no lugar do personagem, motiva o usuário a evoluir na sua jornada, atrai, seduz e mantém um público fiel”.

1. Buscar referências

Na época dos 8 e 16 bits, por exemplo, já havia storytelling. Se voltarmos para o lançamento de Space Invaders, em 1978, por exemplo, identificaremos o enredo que envolve os alienígenas e a necessidade do jogador salvar o planeta dos invasores. Que tal a história de dois encanadores lutando contra as dificuldades da vida nas tubulações de Nova York? Mario Bros! É fundamenta buscar referências de storytelling nos games para desenvolver suas próprias narrativas. Toda criação é baseada em um conjunto de elementos que, juntos, dão sentido a ela. Pesquisar, conhecer e experimentar são passos básicos e essenciais.

2. Definir as características principais da história

O game deve deixar clara a sua essência e as características principais da trama precisam ser facilmente notadas. Do contrário, o usuário pode não se identificar, não se encantar e não entrar de cabeça na jornada. Um jogo eletrônico pode receber influências de inúmeras fontes, desde que seja capaz de manifestá-las claramente.

3. Investir na criatividade

O combo perfeito para criar um enredo atrativo tem referências e criatividade. Para quem gosta do desafio constante de criar cenários, histórias, personagens e contextos, aliados a uma boa plataforma de jogabilidade, a criatividade não será um problema, mas é preciso considerar frequentemente o seu impacto e fugir das fórmulas prontas e pouco originais.

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“O storytelling nos games desempenha um papel fundamental na hora de construir a identidade do jogo e atrair o público. A partir do momento em que você já tem a definição de quem consumirá o material, busque por melhorias constantes, qualificando a história com o passar do tempo, amparado, inclusive, no feedback dos usuários”, finaliza Igor.

Mais informações sobre a SAGA e seus cursos estão disponíveis em o site.

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