A Avell está oferecendo uma promoção para o notebook ION A52: o modelo com upgrade de RAM para 32GB está sendo vendido por um preço mais competitivo do que a versão padrão com 16GB. Com 10% de desconto no Pix, o valor promocional é de R$ 5.399, válido enquanto durarem os estoques.
O ION A52 é equipado com processador Intel Core i5-13420H e placa gráfica NVIDIA RTX 3050, voltado para gamers intermediários e profissionais de áreas criativas como edição de vídeo, design gráfico e modelagem 3D.
Especificações e desempenho
A tela de 15,6 polegadas com taxa de atualização de 144Hz garante fluidez e responsividade tanto em jogos em Full HD quanto em tarefas de alta demanda visual. O armazenamento é feito por um SSD de 512GB, e a memória RAM de 32GB — entregue com um pente — pode ser expandida até 64GB, oferecendo espaço para multitarefas e aplicações pesadas.
Frete grátis e disponibilidade limitada
A oferta inclui frete gratuito para todo o Brasil e está disponível enquanto durarem os estoques. Mais informações sobre a Avell podem ser acessadas em avell.com.br/sobre-a-avell.
A vocalista sul-coreana Siyeon, conhecida pelo grupo de k-popDreamcatcher, se apresenta no Brasil em junho de 2026 com um projeto musical diferente: a banda de rock ChRocktikal. O show acontece no dia 21 de junho, no Terra SP, em São Paulo, como parte da turnê mundial ChRocktikal the 1st World Tour [CRTK: The Beginning].
O que é o ChRocktikal
Formado em 2026, o ChRocktikal é composto por Siyeon nos vocais, Lee Wonseok na guitarra, Lee Junyoung no baixo e Je Gwanwoo na bateria. O grupo estreou com o álbum We Break, You Awake, apostando em uma sonoridade mais crua e direta, voltada à experiência ao vivo — um movimento que se afasta da estrutura tradicional dos idol groups do k-pop.
A proposta representa uma nova fase na carreira de Siyeon: enquanto no Dreamcatcher o rock já aparecia como elemento estético, no ChRocktikal ele assume o papel central.
Terceira visita ao Brasil
Esta será a terceira vez que Siyeon se apresenta no país. A artista já havia passado pelo Brasil com o Dreamcatcher em 2018 e em 2024, consolidando uma base de fãs fiel que acompanha sua trajetória de perto.
Além do Brasil, a turnê passa por Estados Unidos, Canadá e México.
Ingressos e pré-venda
Os ingressos estarão disponíveis a partir do dia 24 de março, com pré-venda no dia 23, pela plataforma Shotgun. Os valores partem de R$ 170 (meia-entrada e ingresso social). Parte da modalidade social será revertida em doações de ração para ONGs de proteção animal em São Paulo.
O evento também prevê atividades de interação com os artistas, incluindo passagem de som, sessões de fotos e momentos de proximidade com o público — modelo que vem se tornando cada vez mais comum na economia dos fandoms.
ChRocktikal the 1st World Tour [CRTK: The Beginning] — São Paulo
A banda japonesa de visual kei Versaillesfoi confirmada no lineup do Knotfest Mexico 2026, festival organizado pelo Slipknot. A apresentação acontece no dia 5 de dezembro no Estadio Fray Nano, na Cidade do México, ao lado de nomes como Lamb of God.
O show marca a estreia do Versailles no Knotfest, levando o som característico da banda — que une metal melódico e sinfônico a figurinos elaborados — a um dos maiores palcos do metal mundial.
Pôster Divulgação
Show inédito no Chile
Além do México, o grupo também anunciou uma apresentação solo em Santiago, no Chile, em 3 de dezembro. Será o primeiro show da banda no país em dez anos e o primeiro headliner em três anos em qualquer lugar do mundo, incluindo o Japão.
Europa e EUA também na agenda
O Versailles segue com uma agenda internacional intensa. Em 11 e 12 de julho, a banda se apresenta como headliner no B7Klan J-Rock Fest, em Paris, na França.
Já o líder da banda, KAMIJO — que se mudou para Los Angeles para expandir sua carreira internacionalmente —, realiza seu show de estreia nos Estados Unidos no The United Theater em 18 de julho.
Pioneiros do rock japonês no exterior
Reconhecido como um dos principais nomes do visual kei japonês, o Versailles chama a atenção da mídia internacional desde o início de sua carreira. A banda já completou múltiplas turnês mundiais e é considerada uma das precursoras do rock japonês no cenário global.
A Netflixdivulgou o trailer oficial do documentário BTS: O Reencontro, que estreia no dia 27 de março de 2026. A produção acompanha o retorno do grupo sul-coreano após o período de serviço militar obrigatório dos sete integrantes na Coreia do Sul.
Bastidores do comeback em Los Angeles
O filme registra o momento em que RM, Jin, Suga, J-Hope, Jimin, V e Jungkook se reúnem em Los Angeles para criar música juntos pela primeira vez após a separação. As gravações mostram o processo criativo do grupo dentro de um contexto marcado pelo tempo separado e por transformações pessoais de cada integrante.
O resultado desse reencontro é um novo álbum — descrito pela produção como o álbum de uma era — que reflete quem os artistas são hoje.
Entre dúvidas, risadas e redescobertas
Segundo a Netflix, o documentário não se limita a mostrar os bastidores do comeback. A produção também explora questões mais íntimas: como recomeçar depois de um longo período afastado, como honrar o passado sem ficar preso a ele e como seguir em frente coletivamente.
O material captura momentos de dúvida, alegria e redescoberta entre os membros, compondo um retrato sobre resiliência, irmandade e reinvenção.
Diretor premiado e produção de peso
A direção é de Bao Nguyen, conhecido pelos documentários O Freelancer: O Homem por Trás da Foto e A Noite que Mudou o Pop. A produção é assinada pelas empresas This Machine — responsável por trabalhos como Martha e Karol G — e a HYBE, gravadora e empresa de entretenimento do BTS.
Uma das maiores comunidades de fãs do mundo
Desde a estreia em 2013, o BTS construiu uma das bases de fãs mais devotas do planeta. O documentário chega em um momento de alta expectativa do ARMY — como é conhecida a fandom do grupo — para o retorno oficial da banda.
BTS: O Reencontro estreia em 27 de março de 2026, exclusivamente na Netflix.
Witch Hat Atelier chegou ao primeiro episódio entregando exatamente o que os fãs do mangá esperavam — e surpreendendo quem ainda não conhecia a obra. Animação, música e roteiro funcionam em conjunto para criar uma experiência que remete àquela sensação rara de descobrir algo especial.
A história de Coco: uma menina e um sonho proibido
Em um mundo onde apenas bruxas podem praticar magia — e devem fazê-lo longe dos olhos de pessoas comuns —, Coco é uma garota simples que sonha em se tornar uma bruxa. Quando o jovem mago Qifrey visita sua aldeia, ela descobre o “segredo absoluto” do mundo mágico e, a partir daí, passa a ser aprendiz dele.
O primeiro episódio apresenta esse ponto de virada com cuidado e emoção. O desfecho do episódio já é impactante, estabelecendo o tom da série: crianças que encontram o desespero, mas ainda assim estendem a mão em direção à esperança.
Qualidade técnica que impressiona
A animação, produzida pelo estúdio BUG FILMS sob direção de Ayumu Watanabe, é um espetáculo visual. Os cenários parecem pintados à mão, criando um contraste elegante com a key art dos personagens. É o tipo de trabalho visual que justifica pausar o episódio só para apreciar o quadro.
A direção de arte de Ryota Goto e o design de figurinos de Akane Ogawa completam uma estética coesa e encantadora, fiel ao traço único de Kamome Shirahama no mangá original.
Trilha sonora é um capítulo à parte
A música de Yuka Kitamura merece menção especial. A trilha funciona como uma camada emocional adicional à narrativa, reforçando o clima de fantasia e descoberta do episódio.
A abertura Kaze no Ansemu, interpretada por Eve com participação de suis do Yorushika, e o encerramento Tada Utsukushii Noroi, de Nakamura Hak, completam um pacote sonoro que está entre os mais bem executados da temporada.
Química entre personagens é imediata
Outro ponto forte do episódio é a dinâmica entre os personagens. A relação entre Coco e as outras aprendizes de bruxa se estabelece rapidamente, com uma química natural que promete muito ao longo da série. A composição de vozes — com Rena Motomura como Coco e Natsuki Hanae como Qifrey — está bem encaixada com as personalidades construídas na tela.
Witch Hat Atelier é, até agora, uma das estreias mais completas da temporada. A partir de 6 de abril, novos episódios toda segunda-feira na Crunchyroll.
Go For It, Nakamura-kun!! — publicado no Brasil pela NewPOP Editora como Força, Nakamura!! — estreou na Crunchyroll com tudo que o mangá prometia: comédia romântica desajeitada, personagens expressivos e uma energia contagiante. O primeiro episódio já deixa claro o tom da série: leve, engraçado e genuinamente simpático.
A obra é um BL — Boys’ Love — e não esconde isso em momento algum. A premissa é simples e eficiente: Okuto Nakamura, estudante tímido da Escola Hoshimi, é completamente apaixonado pelo colega de classe Aiki Hirose. O problema? Eles nunca trocaram uma palavra sequer. E Nakamura é, nas palavras da própria narrativa, um tremendo azarado sem amigos.
Comédia no cotidiano escolar
O episódio funciona muito bem ao apostar no humor do cotidiano. Há referências diretas ao dia a dia dos alunos — incluindo o uso do LINE para se comunicar —, o que dá uma sensação de familiaridade e modernidade à trama. Nada de grandes conflitos ou reviravoltas no primeiro episódio: o que temos é Nakamura tentando, e falhando, em cada pequena tentativa de se aproximar de Hirose. A cena com o polvo é muito engraçada e até filosófica, de certa forma.
É esse desajeitamento constante que move a comédia. E funciona.
Visual simpático, cheio de expressões
O estilo de animação, produzido pelo estúdio Drive Inc. com direção e character design de Aoi Umeki, é um dos pontos altos da estreia. Os traços são simples, mas cheios de personalidade — especialmente nas expressões dos personagens. Caras e bocas exageradas, reações nonsense e um timing de comédia bem calibrado fazem com que cada cena tenha graça.
Não é uma animação de alto orçamento, mas é coerente com a proposta da obra e, principalmente, divertida de assistir.
Trilha sonora: do 8-bit ao city pop
A música é outro destaque imediato. A trilha sonora composta por Ayana Tsujita tem uma energia alegre que, em vários momentos, remete a trilhas de videogames 8 e 16 bits — uma escolha criativa que combina bem com o humor pastelão da série.
A abertura “Glory Days”, interpretada por Senri Oe, apresenta bem o clima da série. Mas é o encerramento que rouba a cena: “Sekaide Ichiban Atsui Natsu”, da banda Princess Princess, traz uma vibe city pop marcante, com timbres e arranjos que remetem diretamente aos anos 1980. É o tipo de ending que fica na cabeça muito depois de o episódio terminar.
Para quem é essa série?
Go For It, Nakamura-kun!! não tenta ser o que não é. É uma comédia romântica BL de ambiente escolar, fiel ao espírito do mangá de Syundei, e entrega exatamente isso no primeiro episódio. Quem busca uma série leve, bem-humorada e com personagens carismáticos vai se sentir em casa rapidamente.
Novos episódios toda quarta-feira na Crunchyroll, a partir de 1º de abril.
Tinha tudo para ser mais uma estreia de temporada. Mas Daemons of the Shadow Realm — ou Daemon do Reino das Sombras, como deve chegar ao Brasil pela Crunchyroll — não é mais uma. Quando o nome de Hiromu Arakawa aparece nos créditos, a expectativa já sobe vários degraus. E o primeiro episódio entregou exatamente o que essa expectativa pedia: mundo, mistério, sangue e emoção.
Antes de continuar: o episódio é violento. Não estamos falando de uma violência estilizada, decorativa. Aqui têm vísceras, decepações e cabeças rolando. Se você esperava algo suave por ser uma obra de fantasia com protagonistas jovens, prepare-se para rever essa expectativa logo nos primeiros minutos.
Yuru, Asa e os Tsugai: um começo que prende
O episódio nos apresenta a Yuru, um garoto criado em uma aldeia com características bem específicas — um ambiente com ares de isolamento, organização própria e regras que parecem ir além do comum. Ele tem um amigo próximo, Danji, e uma irmãzinha chamada Asa, figura central da trama desde o primeiro momento.
Quando a aldeia é atacada por um grupo armado com o objetivo de capturar Asa, tudo muda. Yuru desperta seus Tsugai — os seres sobrenaturais que dão nome à série, criaturas espirituais que existem sempre em pares e podem ser dominadas por pessoas com poderes especiais. Ver esse momento acontecer é a faísca que o episódio precisava. Dá vontade de entender tudo sobre esse sistema de poderes.
E justamente aí mora uma das perguntas que ficam no ar: o que significa, de fato, crianças dominarem os Tsugai? Até onde esse domínio vai? Quais são os limites — e os custos?
E Asa? O grande ponto de interrogação
A irmãzinha de Yuru é, ao mesmo tempo, o coração emocional do episódio e seu maior mistério. Ao longo da narrativa, somos apresentados a diferentes versões dela — ou ao que parece ser versões diferentes. Uma mais nova, uma mais velha. São a mesma pessoa? Clones? Linhas de tempo distintas?
O episódio não responde. E faz isso de forma intencional, plantando sementes de dúvida que devem germinar ao longo da temporada. A relação entre os irmãos gêmeos — separados, com destinos interligados — ecoa a dinâmica dos Elric de FMA, mas com uma identidade própria que ainda está se formando.
Bones faz Bones: a qualidade técnica impressiona
A animação ficou a cargo do estúdio Bones, e o resultado está à altura do histórico do estúdio — responsável por Fullmetal Alchemist: Brotherhood, My Hero Academia, Mob Psycho 100 e Bungo Stray Dogs, entre outros. A direção de Masahiro Ando e o roteiro de Noboru Takagi entregam um primeiro episódio bem cadenciado, que equilibra apresentação de mundo, ação e emoção sem atropelar nenhum dos três.
A trilha sonora de Kenichiro Suehiro complementa bem, e a abertura (que toca no final deste primeiro episódio) Time to Fly, de Vaundy, já cumpre o papel de grudar na cabeça. Fico na curiosidade sobre o encerramento Let’s Fly, de yama, se seguirá — de forma eficiente — com o tom pesado do que acabamos de assistir.
Vale continuar?
Sim. Com folga.
Daemons of the Shadow Realm chegou no primeiro episódio com o que toda boa estreia precisa: apresentou seu mundo, criou perguntas que não conseguimos ignorar e entregou qualidade técnica de ponta a ponta. O universo dos Tsugai, a relação entre os irmãos, os grupos em conflito e o sistema de poderes têm potencial para ser algo tão sólido quanto o legado que Arakawa já construiu.
Daemons of the Shadow Realm estará disponível no Crunchyroll a partir de 4 de abril.
Nem todo anime precisa de magia, batalhas ou protagonistas adolescentes salvando o mundo.The Drops of God — As Gotas de Deus, em tradução livre — chegará à Crunchyroll com uma proposta que já se destaca só pela originalidade: um drama adulto centrado no universo da sommellerie e da cultura do vinho.
O primeiro episódio deixa claro desde os minutos iniciais que essa não é uma série para qualquer público. E isso não é crítica — é posicionamento. A obra sabe exatamente o que é e para quem fala.
A premissa: herança, vinho e uma competição improvável
A história começa com a morte do renomado crítico de vinhos Yutaka Kanzaki. Seu testamento revela uma condição inusitada: para herdar a lendária coleção de vinhos do pai, seu filho Shizuku — que, num gesto de rebeldia, foi trabalhar como vendedor em uma empresa de cervejas — precisa identificar doze garrafas específicas descritas no documento em termos poéticos e subjetivos. E ainda precisa fazer isso em competição com um jovem crítico de destaque.
É uma premissa que funciona porque tem tensão dramática real. Não é fantasia: são pessoas com empregos, heranças complicadas e relações familiares mal resolvidas. Exatamente o que a sinopse promete.
Um protagonista com um dom fora do comum
Shizuku não é um sommelier. Mas tem algo que poucos têm: uma capacidade sensorial aguçada, especialmente no olfato, que lhe permite identificar aromas e composições com uma precisão quase instintiva. Esse “dom” é o motor narrativo do episódio e funciona bem como elemento de distinção do personagem.
Ao lado dele aparece Miyabi Shinohara, aprendiz (e fofa) de sommelière, que equilibra a dinâmica da série com uma presença mais técnica e didática. Os dois formam uma dupla que tem potencial para sustentar bem a trama ao longo dos episódios.
Estética dos anos 90 e ritmo contemplativo
A animação, produzida pelo estúdio Satelight, não é o ponto mais forte da série. Há muitas cenas estáticas e uma economia de movimento que pode frustrar quem busca fluidez visual. Mas o estilo compensa: os traços são elegantes, com uma estética que remete aos animes dos anos 1990 — limpa, detalhada nas expressões e com uma paleta que combina com o tom sofisticado da história.
A direção de Kenji Itoso e o roteiro de Yu Mitsuru mantêm um ritmo contemplativo, mais próximo de um drama do que de um shounen. Quem entrar esperando dinamismo vai precisar ajustar as expectativas. Quem entrar aberto ao formato vai encontrar uma narrativa bem construída.
A trilha sonora como diferencial imediato
Um dos primeiros acertos do episódio está na trilha sonora. A abertura ficará por conta de “hate you? love you?”, interpretada por HOKUTO, e o encerramento “The Drops of God”, com Maaya Uchida — que também empresta a voz à Miyabi —, criam uma atmosfera que combina com a proposta da série. São músicas que atraem antes mesmo de entender o contexto, e isso diz muito sobre a coerência estética do projeto. A trilha original de Eishi Segawa completa o pacote com uma sonoridade que reforça o tom adulto e refinado da produção.
Nicho claro, execução à altura
The Drops of God é baseado no mangá premiado de Tadashi Agi e Shu Okimoto, sucesso não só no Japão, mas também em países como a França — o que já diz muito sobre o alcance cultural da obra. A adaptação animada chega com o desafio de traduzir para a tela um universo altamente sensorial, onde o cheiro e o sabor precisam ser comunicados visualmente. O primeiro episódio mostra que a série entende esse desafio e aposta na narrativa e na construção de personagens para enfrentá-lo.
Não é um anime para todos. Mas para quem se identifica com o universo do vinho, aprecia dramas de personagens bem escritos ou simplesmente busca algo diferente na grade da temporada, The Drops of God já entrega o suficiente no episódio de estreia para garantir a continuidade.
The Drops of God estará disponível na Crunchyroll a partir de 10 de abril, com novos episódios toda sexta-feira.