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Mystical Festival | Uma Noite Histórica para o cenário Visual Kei Brasileiro

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

De todos os shows que tivemos a alegria de cobrir, o Mystical Festival, já se antecipando no nome, foi o que talvez trouxe a experiência mais arrebatadora pelo peso de seu significado. O fandom de visual kei brasileiro é vasto em gêneros, idades, visões de mundo e, claro, antagonismos também, por que não? Mas independente das gerações e das tretas, alguns nomes são consensuais no passar dos anos e o MALICE MIZER definitivamente é um destes nomes. Assim como falar de hide, você pode talvez não ligar muito para as músicas de Mana, Közi e Yu~Ki; mas negar o peso de suas composições nos seus anos à frente do Malice Mizer simplesmente não é coisa que se faz.

Cientes disto, tomamos alguma ciência do peso real do Mystical Fest e seu ineditismo: esta foi a primeira vez de Közi em terras brasileiras. Esperança nutrida por muitos, uma vez que esta não fora sua primeira aparição em terras latino americanas. Um ano antes, o artista esteve no México e o Chile, acompanhado do Kaya e do Mana, para uma festa do chá, seguida de uma apresentação acústica sua no dia seguinte. Há inclusive a chance de algum leitor ou leitora ter ido à ponta Pacífica da América Latina para não perder a oportunidade. Afinal, o tom todo que vem ditando este ressurgimento da cena visual kei é: aproveite enquanto é possível. Nunca se sabe o dia de amanhã.

Por isso, ainda que o evento tenha sido realizado na data mais inusitada possível para um show, numa tarde de uma quarta-feira (é preciso apontar o elefante na sala, não tem jeito), isso não impediu uma longa e cheia fila preenchendo quase a totalidade da Praça Carlos Gomes, grande nome brasileiro da composição musical (autor de óperas, com um busto seu morando bem ao lado do Teatro Municipal do Rio de Janeiro). Apesar da data ter inviabilizado um sold out certeiro, isso não impediu que viesse gente de tudo quanto é canto. E aqui não falo do Rio de Janeiro, que é do lado. Falo do Sul, falo de Sergipe. Falo de pessoas que tiveram que marcae vôos ou tiveram que arrastar seus responsáveis de suas obrigações cotidianas em prol de um sonho inédito.

Sobre o evento em si, é bom fazermos justiça para não pecarmos por negligência: carregando o nome do Mystical Festival estiveram também duas pessoas muito bem carimbadas em apresentações no Brasil: o guitarrista Hizaki, que já veio com o Versailles e o Jupiter e Kaya, que ainda há pouco se apresentara em Brasília, no Anime Summit. Outra marca inédita no Brasil, nem um pouco negligenciável, é que pela primeira vez Kaya se apresentou acompanhado de Hora como Schwars Stein, a dupla gótica que iniciou toda a carreira musical do cantor. E como não há nada de bom que não possa melhorar, os anúncios do Mystical Festival falavam de um novo projeto musical, o MAYOHK (pronuncia-se algo como “Majoatchka”, ou マージョアチェカ, vá entender?) composto pelo mesmo Hora em companhia de… Közi!

As apresentações aconteceram durante a noite, mas a fila para o Cine Joia já era visível desde o meio dia. Por volta das 15:30 as filas começaram a se organizar para a interação com os músicos e nesse meio tempo quem sabe melhor o que aconteceu e como aconteceu foi o público. Deste lado de cá, sabemos melhor sobre os shows em si e seis horas de ônibus não vêm sem sua dose de desconforto, então o redator foi capotar em algum canto para voltar perto das 19h, o horário previsto para o início do Mystical.

O primeiro elogio que esse festival merece logo de cara é na pontualidade de sua execução. Normalmente um atraso ou outro é esperado, até mesmo porque os problemas técnicos amam aparecer de sopetão não importa quantos testes e regulagens sejam feitas com antecedência. Não foi o que aconteceu. Logo assim que o relógio marcou as 19h, Hora subiu ao palco e dirigiu-se ao seu mixer.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Aí morou a primeira grande surpresa do dia. A cabeça do pessimista, que além de não acreditar no que estaria prestes a ver (com uma sensação similar ao “Será isso real mesmo? Não enlouqueci?), jamais esperaria ver o nome principal logo no começo. É lógico que a primeira apresentação seria do Schawrs Stein… até o momento que não foi e Közi subiu para dar início a ADAGIO. O MAYOHK abriu a noite e ali voltei a ser uma criança feliz.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Vejam só vocês que a conjugação verbal deste artigo já se bagunçou, como é de costume. A verdade é que é um tanto difícil falar deste show de maneira impessoal. E quem poderia, depois de ver um ídolo de adolescência ali na sua frente, coisa que julgava impossível? Como se ouvir Közi cantando ao vivo não bastasse, foi possível conhecer, ainda que por breve momento, o Közi guitarrista em C’est si Bon, faixa título do álbum de estreia do MAYOHK. A guitarra em miniatura que parece ter saído da Tectoy, era na realidade – assim um amigo me esclareceu – uma Traveler, cujo nome não existe de graça, pensada pra viabilizar um vai e vem de cima a baixo pela América Latina. A apresentação do MAYOHK acabou com Sexy Music, onde Hora e Közi compartilhavam os vocais numa faixa animadíssima recheadas de slaps que parecem ter saído de uma faixa do Dead or Alive.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Findo o primeiro show, as luzes se apagaram e, com muita rapidez, técnicos encheram o palco para ajustar os instrumentos para o show de Kaya e Hizaki. Além da guitarra, havia o baixo de Cero, integrante do Jupiter e surpresa do evento. Era possível vê-lo em meio ao escuro fazendo o papel típico do músico que arruma a casa, posicionando os setlists nos três cantos do palco. A cena foi pessoalmente tocante, porque a gente vê que show é show em tudo quanto é lugar e para qualquer um. De carinha do setlist para outro carinha do setlist, rolou ali uma identificação. De todo modo, a peruca mui mariana de Kaya chegou primeiro que o cantor, arrancado gritos e mais gritos da plateia. O look barroco a la Maria Antonieta do Kaya veio para casar muito bem com o look já bem conhecido do Hizaki, também barroquíssimo, o que rendeu performances teatrais em meio a um setlist com músicas de ambos os artistas.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

O show de performance veio bem a calhar, pois algo na equalização das músicas não casava tanto. Teria algo a ver com o equipamento do Hizaki dando pau poucas horas antes, correndo no improviso com o equipamento do Cero? Não era nada de crítico, apenas um estranhamento (ou chatice) de ouvido de músico. Esses detalhes foram encobertos pelos talentos da vez, seja a maestria vocal do Kaya, que canta muito bem parecendo fazer pouquíssimo esforço ou a destreza descomunal do maior fã de Angra do Japão, Hizaki, que toca firulas e mais firulas na guitarra com a maior e mais aparente facilidade. O que também passou longe das expectativas é que um guitarristas tão virtuoso em solos e no power metal também soubesse timbrar um dos limpos de guitarra mais belos de se ouvir ao vivo!

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Nos MC’s, acompanhados de intérpretes (!!!), Kaya passou várias palavras de carinho e agradecimento para os presentes naquela noite. Também aproveitou para anunciar uma homenagem, “uma música dedicada para os céus”, cantando Pegasus Phantasy, em homenagem ao recém falecido Nobuo Yamada e Pink Spider, em homenagem ao hide, que completaria 60 anos agora em 2025.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Em seguida, Közi voltou para uma apresentação solo. Mesclando três músicas de sua carreira solo e três músicas do MALICE MIZER, com nada mais que um notebook, um microfone e um sonho (?). O show inédito do artista rubro foi excêntrico da maneira como só o Közi consegue ser. Os coros se amontoavam em Illuminati e Ju te veux, e algum grau de estranheza era provocada em músicas como Dans Erebos, Color me Blood Red e ISM, esta última com coreografias bem explícitas. Afinal, se o propósito da arte é “causar choque”, como parte significante da opinião pública sustenta, então definitivamente ali houve arte. Ou por outra, as pessoas foram assistir a uma apresentação de visual shock e, lo and behold, saíram chocadas.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Közi se despediu com uma gafe, jogando um “Gracias” para o público, se corrigindo logo em seguida “Gracias janai… obrigado! Te amo! Te amo! Tchau!”. Aqui confesso que o “Tchau!” extremamente bem pronunciado tocou forte no peito. E os gritos de “Közi eu te amo!!” da plateia (que se repetiram para todos os artistas!) acompanharam o artista enquanto este saía do palco, parando no meio do caminho para reger o coro da plateia.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Por último, para encerrar a noite, veio o Schwarz Stein. Kaya subiu ao palco à moda Olenna Tyrell (coitado, não paro com as comparações mas a imagem não parava de vir à cabeça) e Hora largou a veste modesta no MAYOHK para dar lugar a um traje extremamente distinto e chamativo, saindo de trás da mesa mixer com um teclado personalizado e voltando à mesa apenas para algum ajuste no decorrer das músicas.

mystical festival visual kei 2025
Foto: @sucodm / @erickrekishi

A apresentação do Schwarz Stein proporcionou a maior quantidade de fanservice por metro quadrado da noite. Kaya sabia o que as pessoas queriam ver e prontamente entregou. A dupla possuía uma fortíssima presença de palco, dominando os ânimos e as emoções da plateia. Foi oportuno demais entender a dinâmica de palco do Hora em particular, até para ver como alguém aparentemente discreto conseguia interagir de forma tão eficiente com o público. Para além das chamadas e dos olhares, seu “teclado” possibilitava a interação com os samplers como uma performance à parte. Dito de outra maneira, mas que pode parecer pejorativa (longe disso!) o teclado do Hora não faz absolutamente nada. Serve puramente à performance e é muito efetivo nisso! Afinal ele sabe a hora de teclar de acordo com o tempo da música. Não é feito de qualquer jeito.

Ao final de New Vogue Children, o rodeio todo subiu ao palco para uma última interação calorosa com o público: Hizaki, Cero e Közi segurando uma bandeira do Brasil juntaram o coro da despedida. Não sem antes Hizaki dar mais trabalho para a segurança do local, se jogando da grade direto para os braços das pessoas para lá e para cá. Agora imaginem a cara impagável do pobre coitado do segurança que provavelmente nunca se imaginou tendo que fazer a segurança de um guitarrista vestindo um elegante vestido de princesa. A vida te proporciona essas cenas impensáveis e dessa imprevisibilidade vem um tanto de sua beleza.

Mas não menos belo que isso foi o coro generalizado ao som de Au Revoir, onde Közi não teve a menor condição de esconder um largo e genuíno sorriso que marcou os olhares de quem viu. Simplesmente não dava pra ser gótico e sério naquela noite. Naturalmente bem humorado pelo álcool (que quase o derrubou no palco algumas vezes) e pela sua excentricidade, o sorriso de despedida também refletia a gratidão de um artista por ter suas composições queridas e apreciadas quase 30 anos depois. 

O Mystical Festival foi de fato uma experiência mística. Afinal, se alguém me dissesse, no auge da ingenuidade dos meus 15 anos, que 16 anos no futuro eu estaria frente a frente com tantos artistas tão incríveis quanto distantes, “Nem por um milagre!” seria talvez a única resposta deste cético de longa data.

Mas quem poderia imaginar? Milagres acontecem.

SETLIST Mystical Fest 2025

MAYOHK

HK
ADAGIO
C’est si bon
Donuts
Jerry Journey
SEXY MUSIC

Kaya HIZAKI

Vampire Requiem
Curse of Rose
ROSE
Malefica
ARCADIA
Pegasus Fantasy (cover)
Pink Spider (cover)
Glitter Arch

Közi

ILLUMINATI
ISM
DANS EREBOS
HONEY VANITY
Ju te veux
Color Me Blood Red

Schwarz Stein

SE(Testament)
Perfect Garden -Regenerate-
LOVER
Release me -2025-
Haven −2025-
CREEPER
Immortal Light
New vogue children -2025-

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Toshikazu Kawaguchi, autor de Antes que o Café Esfrie, participa de evento em Campinas

Toshikazu Kawaguchi Antes que o Café Esfrie
Toshikazu Kawaguchi, autor da série Divulgação/Fundação Japão/Editora Valentina

Campinas recebe neste mês o escritor japonês Toshikazu Kawaguchi, autor da série literária de sucesso Antes que o Café Esfrie. No dia 15 de setembro, ele participa do encontro Voltar no Tempo, Falar de Agora: Uma conversa com Toshikazu Kawaguchi, promovido pela Fundação Japão em parceria com a Editora Valentina.

O evento acontece na Livraria Leitura do Shopping Parque Dom Pedro, às 19h, com mediação da influenciadora Jessica Pereira, do perfil literário @jessicawordworld. A entrada é gratuita, mediante ordem de chegada, com limite de 150 pessoas. Além disso, após a conversa haverá sessão de autógrafos.

Durante o bate-papo, Kawaguchi discutirá os principais temas de sua obra: tempo, memórias e escolhas que moldam nossas vidas. Assim, o evento será realizado em japonês, com tradução consecutiva para o português.

Além de Campinas, o escritor também terá compromissos em São Paulo e Manaus.

A série Antes que o Café Esfrie já vendeu mais de 5 milhões de exemplares em todo o mundo, com traduções em mais de 40 idiomas.

As histórias se passam em um café em Tóquio, onde uma cadeira permite viajar no tempo — desde que a jornada seja concluída antes que a bebida esfrie. A narrativa acompanha pessoas comuns que carregam perdas e arrependimentos, mas descobrem que, mesmo viajando no tempo, mudar o passado não é possível.

Sobre o autor

Nascido em Osaka, Toshikazu Kawaguchi é escritor, dramaturgo e diretor de teatro. Sua peça Antes que o Café Esfrie venceu o Grande Prêmio no 10º Festival de Teatro de Suginami, no Japão. Em 2017, o romance homônimo foi indicado ao Prêmio das Livrarias (Honya Taishō) e, em 2018, ganhou uma adaptação para o cinema.

Voltar no Tempo, Falar de Agora: Uma conversa com Toshikazu Kawaguchi

Quando: 15 de setembro (segunda-feira), às 19h
Onde: Livraria Leitura – Shopping Parque Dom Pedro (Av. Guilherme Campos, 500, loja 37B)
Capacidade: 150 pessoas (entrada por ordem de chegada)

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Uma maneira divertida de interagir com amigos em jogos | Caracteres invisíveis

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Os jogos são uma forma divertida de interagir com amigos online. Sempre há algo novo para explorar juntos em missões ou no chat.

Na busca por um novo truque, chegamos a caracteres invisíveis. Isso permite que você envie mensagens fantasmas e atualize status vazios em plataformas de jogos, gerando intriga e descrença em seus amigos. A única coisa que resta para eles dizerem é: “Como você fez isso?”

Neste post, buscaremos responder a essa pergunta em detalhes, ensinando uma maneira divertida de interagir com amigos nos jogos. Então, vamos começar.

O que são caracteres invisíveis?

Caracteres invisíveis são espaços em branco codificados usando o sistema Unicode. Eles são detectados por todos os tipos de dispositivos digitais como caracteres legítimos, exceto para humanos, para quem permanecem vazios.

Como criar caracteres invisíveis para se divertir nos jogos?

Existem algumas etapas envolvidas na criação e implementação de caracteres invisíveis em seus videogames. Vamos vê-las em detalhes abaixo.

1) Encontre um gerador de caracteres invisíveis adequado

A primeira coisa é encontrar uma ferramenta ou recurso que funcione perfeitamente para gerar caracteres invisíveis. Para isso, pesquisamos diversas opções online até finalmente decidirmos pela seguinte criar um espaço invisível:

Como o nome sugere, a ferramenta ajuda a gerar caracteres invisíveis em tamanhos e números variados, permitindo que você experimente um pouco a ideia.

Além disso, é totalmente gratuito, permitindo que você crie quantas mensagens fantasmas e diálogos em branco for possível.

2) Extraia os espaço invisível

Passando para a parte de extração, clique no ‘Copiar pequeno’,‘médio’, ou ‘grande’ botões para obter um espaço em branco, de acordo.

Você também pode gerar espaços invisíveis ilimitados e copiár los usando o Método 2.

Por fim, é hora de verificar o sucesso do processo de extração. Cole os caracteres vazios copiados no ‘Teste’ caixa. Se você vir o número de caracteres mudar no contador abaixo, então você fez bem. Se não for o caso, repita os dois primeiros passos com cuidado.

3) Implemente-os em seu jogo

A última etapa do nosso procedimento é utilizar os caracteres invisíveis do jogo. Para isso, veremos uma demonstração de Animal Crossing: Novos Horizontes, em que enviaremos cartas vazias aos nossos amigos só para vê-los de queixo caído!

 

Agora, queríamos tentar algo diferente. Então, entramos nas configurações do sistema do nosso console Switch e no “Apelido” menu. Uma vez lá, escolhemos uma combinação de caracteres invisíveis e visíveis como nosso novo nome de usuário no console.

“m ig  hty he ro67”

Isso pode parecer estranho agora, mas as pessoas vão adorar quando um nome como esse aparecer Mario Kart 8 Deluxe, deixando-os intrigados para aprender o truque.

Existem muitas maneiras pelas quais caracteres invisíveis podem adicionar criatividade e diversão à sua interação com amigos nos jogos. Então, continue explorando outras maneiras de se divertir online!

Palavras Finais

Utilizar caracteres invisíveis em jogos da Nintendo oferece uma maneira criativa e divertida de interagir com amigos.

Ao gerar e implementar esses caracteres, os jogadores podem criar mensagens fantasmagóricas intrigantes e nomes de usuários exclusivos, despertando curiosidade e conversa entre amigos.

Como demonstrado em jogos, essa técnica simples pode melhorar sua experiência social, adicionando um elemento de surpresa e prazer às interações online.

No entanto, recomendamos que você continue explorando novas maneiras de aplicar o método mencionado em outros jogos também. Aproveite suas sessões de jogo ao máximo!

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Antena Zero estreia “Shock Visual”, programa dedicado ao rock japonês e visual kei

shock visual thais hern visual kei
Imagem Divulgação

A rádio web Antena Zero lança nesta quinta-feira (4) o programa “Shock Visual”, apresentado por Thaís Hern. As transmissões acontecem todas as quintas-feiras, às 21h, com foco no cenário do rock japonês e no movimento visual kei.

O novo programa explora um dos gêneros musicais mais icônicos do Japão, que combina música, teatralidade e identidade visual marcante desde os anos 80.

Visual kei ganha espaço na radiodifusão brasileira

O “Shock Visual” mergulha no movimento musical e estético que conquistou o mundo com sua mistura de som potente e performance teatral. O visual kei foi impulsionado por bandas pioneiras como X Japan, Luna Sea e Buck-Tick nos anos 80.

O gênero ganhou novos contornos com grupos como Dir en Grey, The Gazette e Malice Mizer, continuando a inspirar artistas contemporâneos que unem música, moda and performance em um único espetáculo.

Thaís Hern à frente do programa

A apresentadora Thaís Hern é roteirista, publicitária e criadora de conteúdo com mais de 15 anos de atuação na cena geek e musical. Carioca radicada em São Paulo, já apresentou o “Anime Onegai TV” no canal Play TV e participou de eventos como Anime Friends, Perifacon e CCXP.

Hern também fundou a “Black Parade”, projeto dedicado à história do rock, e o “Marrom Shōjo”, podcast sobre anime, diversidade e humor.

Antena Zero e sua diversidade musical

Com 13 anos de história, a Antena Zero se consolidou como uma das principais rádios web independentes do Brasil. A emissora é reconhecida por abrir espaço para diferentes vozes e gêneros musicais diversos.

Entre seus locutores estão nomes consagrados da música brasileira como Clemente Tadeu (fundador dos Inocentes e integrante da Plebe Rude), Fê Lemos (baterista e fundador do Capital Inicial) e Edgard Scandurra (fundador e guitarrista do Ira!). O elenco conta ainda com Babu Baia e Thiago Barros, criador do AfroNerd.


A estreia do “Shock Visual” reforça a vocação da Antena Zero em dar espaço para nichos musicais apaixonados, aproximando o público brasileiro de um dos movimentos mais criativos da cena musical mundial.

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A Longa Marcha – Caminhe ou Morra, suspense baseado em Stephen King, estreia em setembro

A Longa Marcha – Caminhe ou Morra (The Long Walk), adaptação do clássico de Stephen King, ganhou um novo cartaz oficial. Então, se prepare, pois o suspense distribuído pela Paris Filmes chega aos cinemas nacionais em 18 de setembro.

Na trama, acompanhamos o jovem Ray, prestes a participar de uma prova anual de resistência. Com milhares de espectadores assistindo, a prova só termina quando restar um único sobrevivente.

A Longa Marcha
Imagem Divulgação

O filme conta com um elenco de peso, incluindo Mark Hamill, Cooper Hoffman, David Jonsson, Garrett Wareing, Tut Nyuot, Charlie Plummer, Ben Wang, Roman Griffin Davis, Jordan Gonzalez, Josh Hamilton e Judy Greer.

A direção é de Francis Lawrence, famoso pela franquia Jogos Vorazes, enquanto o roteiro é assinado por JT Mollner (Desconhecidos). Na produção, estão Roy Lee, Steven Schneider, Francis Lawrence e Cameron MacConomy.

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Battle Beast lança quarto single “Angel Of Midnight” do álbum Steelbound

battle beast Angel Of Midnight

A banda finlandesa de power metal Battle Beast divulgou seu quarto single “Angel Of Midnight”, extraído do próximo álbum “Steelbound”, que será lançado em 17 de outubro de 2025. O single chega acompanhado de um videoclipe oficial.

A faixa combina um riff marcante de hard rock com sintetizadores vibrantes e os vocais poderosos de Noora Louhimo, demonstrando a habilidade da banda em unir refrões cativantes com a energia pesada do metal.

Influências do rock clássico em destaque

Eero Sipilä, compositor e baixista da banda, explicou a inspiração por trás da música: “Foi uma verdadeira batalha interna escrever essa canção. Nós somos uma banda de heavy metal. Será que seremos crucificados por criar uma música de hard rock com toques românticos?”

O músico revelou que “Angel Of Midnight” é uma homenagem explícita a grandes nomes como Bon Jovi, Def Leppard e Whitesnake, sem tentar esconder essas influências. Assista o vídeo abaixo:

Álbum Steelbound em múltiplos formatos

O álbum “Steelbound” continuará refinando o estilo inconfundível do Battle Beast, equilibrando poder épico, acessibilidade melódica e peso característico do metal. A obra estará disponível em diversos formatos:

  • CD Acrílico com encarte de 20 páginas
  • CD duplo em Digipak (edição limitada)
  • Vinil 12″ em diferentes variações de cores, incluindo splatter laranja/preto/branco e azul transparente
  • Versões em Gatefold com capa dobrável e pôster

battle beast turne 2025

Turnê europeia programada para outubro

Para celebrar o lançamento do álbum, o Battle Beast iniciará uma grande turnê pela Europa no dia 17 de outubro, começando na Inselpark Arena em Hamburgo – o maior show principal da banda na Alemanha até o momento.

A turnê se estenderá até meados de dezembro, com Dominum como convidados especiais e a banda sueca de power metal Majestica na abertura dos shows. Garanta o álbum na pré-venda: https://battlebeast.bfan.link/steelbound-album

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35º Campinas Anime Fest | Cobertura completa do maior evento geek do interior paulista

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Imagem Divulgação

O 35º Campinas Anime Fest aconteceu no dia 17 de agosto no Liceu Salesiano de Campinas, reunindo milhares de fãs de anime, mangá e cultura geek. Nossa equipe realizou cobertura completa com registro fotográfico dos cosplays pelo fotógrafo Romulo Lima.

O evento trouxe grandes nomes da dublagem brasileira para o interior paulista. Marco Ribeiro, Analu Pimenta e Taís Feijó participaram de palestras exclusivas e sessões de autógrafos. Os comediantes Gustta Shoow e Gahh Shoow, junto com o quadrinista Caio Yo, garantiram momentos de humor no palco principal.

Cordão das Guerreiras do Kpop foi destaque

Uma das principais novidades foi o cordão oficial temático das Guerreiras do Kpop, série hit da Netflix. O item exclusivo foi vendido no Guarda-Volumes por R$ 15,00, sem vendas antecipadas. O lançamento celebrou o painel especial de dublagem da série.

Arena Games renovada movimentou competidores

A Arena Games recebeu novos PCs para melhorar a experiência nos torneios. Os jogos confirmados incluíram League of Legends 1×1, FIFA 23, Naruto Ultimate Ninja Storm 4, Super Smash Bros Ultimate e outros títulos populares.

O torneio de League of Legends ofereceu a melhor premiação: R$ 100 em Gift Card para o primeiro lugar, R$ 50 para o segundo, além de ingressos e medalhas. A Arena Games contou com patrocínio da AllOld Games.

Cosplays em destaque na cobertura

Nossa cobertura registrou os melhores cosplays através das lentes do fotógrafo Romulo Lima. Os concursos de cosplay movimentaram o evento com criativas fantasias de personagens da cultura pop.

O Campinas Anime Fest confirmou sua posição como referência no segmento geek do interior paulista, oferecendo programação diversificada com concursos de kpop, karaokê, Artists Alley e feira de produtos exclusivos.

Especial Cosplay Campinas Anime Fest

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Lady Gaga Estreia “The Dead Dance” com Videoclipe Dirigido por Tim Burton

the dead dance lady gaga
Imagem Divulgação

Lady Gaga acaba de lançar “The Dead Dance”, sua mais nova música criada especialmente para a segunda temporada de “Wandinha” da Netflix. Lançado em 3 de setembro de 2025, o single veio acompanhado de um videoclipe dirigido por Tim Burton, marcando uma colaboração histórica entre dois ícones do universo gótico.

A Canção que Nasceu para Wandinha

“The Dead Dance” foi composta especificamente para integrar a trilha sonora dos episódios finais da segunda temporada de “Wandinha”. A faixa marca o primeiro lançamento de Lady Gaga desde o álbum “Mayhem”, entregue em março de 2025. Com produção de Andrew WattHenry Walter e Cirkut, a música mescla dark pop com elementos que remetem à história de Wandinha Addams.

Assista o clipe abaixo:

A letra é carregada de metáforas sobre morte e renascimento: “Quando você me matou por dentro, foi aí que eu voltei à vida / É, a música vai me trazer de volta da morte / Eu vou dançar até morrer”. A supervisora musical Jen Malone revelou que a gravadora Interscope Records enviou um arquivo altamente secreto com prazo para expirar para manter o sigilo da música.

O Videoclipe Macabro de Tim Burton

O videoclipe de “The Dead Dance” foi filmado na famosa Isla de las Muñecas (Ilha das Bonecas) no México, um local conhecido por sua coleção de bonecas abandonadas e em decomposição. Burton transforma Lady Gaga em uma boneca de porcelana macabra que ganha vida e dança em um cenário fantasmagórico.

Com quase cinco minutos de duração, o vídeo alterna entre visuais monocromáticos e explosões vibrantes de cor, combinando a imagética assombrada das bonecas com o estilo performático distintivo de Lady Gaga. O projeto contou com figurino de Colleen Atwood e coreografia de Parris Goebel, com trabalho adicional de Corey Baker.

A Participação Especial em “Wandinha”

Além de contribuir com a trilha sonora, Lady Gaga estreia como atriz na série interpretando Rosaline Rotwood, uma misteriosa ex-professora da Academia Nunca Mais. Sua participação acontece no episódio 6, intitulado “Conhece a Ti Mesmo”, em duas cenas que totalizam menos de dois minutos de duração.

lady gaga rosaline rotwood
Lady Gaga de Rosaline Rotwood em Wandinha (Imagem Divulgação)

Rosaline Rotwood é apresentada como uma lendária professora com poderes psíquicos que ensinou a avó de Wandinha, Hester Frump (interpretada por Joanna Lumley). Na trama, Wandinha busca o túmulo de Rosaline para recuperar temporariamente seus poderes psíquicos, mas o ritual dá errado quando Enid interrompe a visão, resultando na famosa troca de corpos entre as duas protagonistas.

O Esquema de Segurança Militar

Para evitar vazamentos, a produção desenvolveu um esquema de alta segurança nunca visto antes. Durante as gravações das cenas de dança, não foi usada a música real de Lady Gaga. A equipe utilizou uma faixa provisória com as mesmas batidas por minuto para manter o sigilo absoluto.

“Tínhamos uma janela de 24 horas para escutar. E, no segundo que ouvimos, foi uma escolha óbvia. Esta era a única música para aquele momento”, revelou Jen MaloneNicole Weisberg, outra supervisora musical, completou: “Só vimos um corte com a música real bem perto da estreia. Ela foi protegida desse jeito”.

Tim Burton Elogia a Parceria

O aclamado diretor Tim Burton não poupou elogios à colaboração com Lady Gaga. “Ela é uma artista tão talentosa, trabalhar com ela é infinitamente inspirador”, declarou Burton à Variety. O diretor também sugeriu que ainda poderão colaborar novamente no futuro.

A parceria representa um encontro perfeito entre dois universos: a estética gótica e sombria de Burton com o estilo extravagante e teatral de Lady Gaga. O compositor Chris Bacon comentou sobre a experiência: “Foi incrívelmente emocionante ver Lady Gaga aparecer na tela, mas o objetivo era tratá-la como qualquer outro personagem”.

A Inspiração Por Trás da Música

Lady Gaga revelou que “The Dead Dance” foi inspirada por um término de relacionamento, explorando os sentimentos que surgem quando uma relação chega ao fim. “É sobre como o fim de um relacionamento pode extinguir nossa esperança pelo amor. Por baixo de tudo, há uma batida realmente legal e funky. A música evolui de ser meramente sobre um relacionamento para celebrar a alegria de estar com amigos depois de navegar por tempos difíceis”.

O Fenômeno Viral Esperado

Com o lançamento de “The Dead Dance”, Lady Gaga e a equipe de “Wandinha” apostam em um novo fenômeno viral, similar ao que aconteceu com “Bloody Mary”. A música já está sendo chamada de “a nova dona da temporada de Halloween”, capaz de transformar o mórbido em pura catarse dançante.

A supervisora musical Jen Malone resume a expectativa: “É uma música completamente nova da Gaga, e ela é um ícone, uma artista única na vida que tivemos a chance de trabalhar. E é perfeita em todos os sentidos. Isso é exatamente o que os fãs querem”.

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