O drama The Golden Spoon, do canal MBC, se envolveu em uma polêmica após liberar um vídeo com filmagens das gravações. Nelas, o ator principal, Yook Sungjae, quase não aparece, em relação a estrela coadjuvante Son Woo Hyun.
Os fãs ficaram decepcionados ao perceber que o Sungjae estava tendo pouco destaque, mesmo sendo o ator principal da série, acusando a emissora de estar sendo imparcial nas distrubuições de tela.
Rapidamente o canal se posicionou, e em nota oficial eles garantiram que o favoritismo não aconteceu, e que o ambiente de gravação foi muito respeitoso e amigável. Sendo assim, os atores de papéis menores foram tão valorizados quanto os principais.
Baseado em uma webtoon muito famosa e de mesmo nome, The Golden Spoon vai retratar a história de dois adolescentes: um rico, e um muito pobre. Este último compra uma colher dourada capaz de fazê-lo trocar de lugar com quem escolher.
A escolha de Sungjae, do BTOB, agradou não só os fãs, mas todo o público. Afinal, o ator ocupa a posição de um dos queridinhos, principalmente pelo seu papel no drama mundialmente famoso: Goblin.
41 anos após a estreia e exibição da animação Urusei Yatsura, de Rumiko Takahashi, no Japão a “Turma do Barulho” retorna com um remake. Então, aqui eu apresentarei sobre a descrição da professora Linda Hutcheon em Uma Teoria da Adaptação.
O que é uma adaptação? Ela precisa ser cem por cento fiel à obra original?
A professora Hutcheon vai falar que a adaptação compreende “um processo de criação”, envolvendo “tanto uma (re-)interpretação, quanto uma (re-)criação, e dependendo da perspectiva, isso pode ser chamado de apropriação ou de recuperação”.
Portanto, a adaptação é uma das formas de contar histórias de um para o outro, por exemplo, de um romance para um filme ou animação. No entanto, os elementos dessas histórias, enredo, personagens, tempo, espaço, ambiente e narrador é o que trazem a tão discutida fidelidade artística.
Então, não necessariamente a adaptação precisa ser fiel, desde que ela respeite os elementos narrativos. É aí que entra uma das obras do barulho.
O remake manteve todos os elementos narrativos que a obra original trouxe; um Ataru Moroboshi mulherengo, a bela e sensual Lum, a amiga de infância Shinobu, o monge sem noção alguma e outras personalidade lunáticas que são tão marcantes dentro e fora da obra. O recheio das muitas paródias do gênero de ficção cientifica e a zombaria de tudo e todos, que vai de um filme a personalidades importantes do Japão.
A maneira como os acontecimentos são transmitidos sofreram poucas mudanças – mudanças essas que não afetam o que citei acima – e o teor cômico, absurdo e pastelão se mantiveram.
A conclusão que cheguei a respeito desse remake é que ele serve tanto para os expectadores mais novos quanto para os mais velhos. Afinal, passados 41 anos, Urusei Yatsura ainda tem aquele poder bizarro de atrair o público.
A Netflixrevelou essa semana a abertura de Wandinha, nova série sobre a icônica personagem de A Família Addams. O vídeo apresenta os créditos da produção e o elenco, embalados por uma trilha sombria e misteriosa criada por Danny Elfman.
O compositor trabalhou em outras produções de Tim Burton como Edward Mãos de Tesoura (1990), A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005) e Alice no País das Maravilhas (2010).
Dirigida por Tim Burton, a série traz Jenna Ortega como protagonista, em meio aos desafios da adolescência na Escola Nunca Mais. Além de Ortega, o elenco conta com Catherine Zeta-Jones e Luis Guzmán como Mortícia e Gomez Addams, Gwendoline Christie (Sandman) e Christina Ricci, que viveu Wandinha nos filmes dos anos 90. Wandinha estreia em 23 de novembrona Netflix.
Sinopse: Esta série de mistério com toques sobrenaturais acompanha a trajetória de Wandinha como aluna da Escola Nunca Mais. Wandinha tenta dominar suas habilidades psíquicas, acabar com uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos antes. E, além de tudo isso, ela ainda tem que lidar com relacionamentos complicados na Nunca Mais.
No final de 2014 a comunidade gamer recebeu o trailer de um estúdio independente do que parecia um jogo que bebia em DOOM e bioshock. O nome do jogo, Scorn, logo tomaria a boca de muitos com uma ideia tão ambiciosa no que parecia um ambiente biopunk e misturava elementos de tiro em primeira pessoa.
Juntamente com isso, um Kickstarter surgiu para tentar o financiamento do jogo. Em seguida, em 2017 tivemos a primeira demo junto com uma proposta do lançamento em duas diferentes partes, sendo a primeira em 2018. No ano seguinte, os produtores resolveram que o jogo seria lançado em uma única parte. Então, depois de muito tempo – e expectativa – em 2022 finalmente tivemos acesso ao lançamento do que muitos chamavam de possível Jogo do Ano.
Depois de uma introdução dessas talvez você esteja confuso porque o que seria “O jogo do Ano” ganhou o famoso mixed reviews, com centenas amando e mais uma centena detestando jogo de todos os jeitos.
Afinal, o que é Scorn?
Primeiramente, Scorn se vende como um jogo de aventura em primeira pessoa em um ambiente sombrio repleto de pesadelos e criaturas esquisitas. Apesar de muitos descreverem o mesmo como “survival horror”, acredito que tenha sido um erro de interpretação daqueles que haviam jogado a demo, ou ainda visto o trailer, gerando a decepção seguinte ao seu lançamento. Não que Scorn não tenha elementos de horror, ele possui, mas não espere um jogo assustador onde você é perseguido por monstros assustadores. AO ocntrário, Scorn é uma aventura visceral em um ambiente desconhecido com uma mistura de quebra-cabeças e combate, mas acima de tudo: exploração.
Você acorda sem entender ao certo quem é ou onde está, sem qualquer resposta ao seu redor, apenas um ambiente que parece uma mistura de tecnologia com seres vivos. Nesse contexto, com um tipo de parasita acoplado a nós (possivelmente nos matando) só temos uma opção: seguir adiante. Para onde? Para quê? Isso você vai ter que jogar para descobrir.
Além disso, outro fato que gerou uma “indignação” coletiva foi o game optar pela ausência de diálogos. Mas quando digo ausência, eu não me refiro a falas, e sim qualquer tipo de explicação de qualquer forma. Nessa sociedade inóspita e assustadora, nós podemos apenas supor o que achamos que tudo aqui é, seja pelas pistas deixadas nos murais, estátuas, ou nas próprias criaturas.
Divulgação: Steam
Impressões do game
Se eu fosse descrever Scorn com uma palavra seria “pesadelo”. Enquanto jogava eu me senti num daqueles pesadelos onde acordamos sem saber onde estamos, mas por alguma razão seguimos em frente com objetivos que não entendemos. É lindo, horrível, e questionável. Aqui você não terá respostas, apenas uma avalanche de visuais, seres misteriosos e uma missão: sobreviver.
O jogo tem cerca de quatro horas pode ser jogado de maneira individual e está disponível para PC ou Xbox Series. Além disso, o jogo também disponibiliza para compra a trilha sonora original (belíssima) e uma outra joia: o ArtBook do game que também conta mais sobre a história que todos queriam saber, em quase 200 páginas!
Da minha parte, acho que o jogo entregou o que esperava, e eu não achei o valor cobrado abusivo, tendo em vista a qualidade entregue (que é altíssima para um estúdio independente). Sei que a frustração por jogos mais “fora da caixinha” às vezes abate muitos, seja por não atender expectativas criadas por trailers, ou ainda não entregar a história de bandeja, mas isso diz mais sobre as pessoas do que sobre o jogo em si.
Divulgação: Steam
Scorn é uma aventura majestosa, e estranhíssima, de um jeito belo e horrível ao mesmo tempo. Se podemos todos concordar, amantes ou não do jogo, é que faz tempo que não víamos algo tão diferente.
Encerrando o fim de semana de forma épica, neste último domingo, no dia 6 de novembro, a capital paulistana recebeu a banda Massacration na Audio Shows e Eventos, que realizou mais um show da Tour Massacration 2022. Neste dia, todos que compareceram ao evento, puderam curtir o som do mais puro metal humorístico da cidade.
Para quem não conhece, Massacration é um banda ficcional composta por músicos e humoristas brasileiros que estereotipa o Heavy metal, subgênero musical do rock caracterizado pelos seus Riffs de guitarra e pelo som pesado e marcante. Os membros da banda se conheceram durante as esquetes transmitidas na MTV, no quadro Hermes e Renato e desde então, trabalham juntos realizando apresentações pelo Brasil.
Foto: @sucodm / @megun_uwu
Quanto ao show em si, todo espetáculo foi maravilhoso! Logo no início, Detonator, vocalista da banda, prometeu à plateia que iríamos ter a experiência do melhor show das nossas vidas e que nenhuma outra banda iria superar.
Quem ficou responsável pela abertura do Show foi a banda Operador (criada por amigos que trabalhavam em Call-Center e hoje cantam sobre os problemas que essa classe enfrenta no cotidiano), que além de animar, levou o público à loucura.
Foto: @sucodm / @megun_uwu
Em seguida, com muito bom humor e carisma, o baterista Felipe Torres, também conhecido como Jimmy the Hammer, iniciou a apresentação do Massacration, quebrando o clima e tirando boas risadas de todos. Após seu “show solo”, todo restante da banda surgiu no palco dando início ao espetáculo.
E por falar nos membros, um ponto interessante que podemos notar ao assistir o show, é como cada integrante desenvolve muito bem seu papel e história. Bruno Sutter, responsável por dar vida ao Detonator, por exemplo, constrói um personagem único, caracterizado pelo seus falsetes exagerados e canções que usam de forma cômica neologismos que mesclam palavras inglesas com portuguesas.
Foto: @sucodm / @megun_uwu
Vale destacar que o show encantou tanto os fãs de longa data quanto aqueles que caíram de paraquedas. A cada canção, a banda contextualizava a história por trás de cada música, aumentando cada vez mais a conexão do público que estava presente.
Além disso, ao final da apresentação, o público, em especial as mulheres, foram convidadas a subirem no palco para cantarem, dançarem e serem as “Musas do Metal”. Foi uma parte divertidíssima, cheguei até ser convidada a participar, mas infelizmente a vergonha me venceu e apenas admirei de longe toda folia.
Foto: @sucodm / @megun_uwu
Para surpresa do público, a noite também foi marcada com convidados especiais! Tivemos uma pequena participação de Jasmim Cruz, musa do Heavy Metal, que levou o público à loucura ao cantar ao lado do Detonador.
Por fim, o Detonador tinha razão, depois de assistir o Massacration Tour 2022, nada mais para mim será igual. Todo público pulou, riu, cantou junto e o mais importante: entrou na vibe do puro Heavy Metal!
Foto: @sucodm / @megun_uwu
De modo geral, foi uma experiência inesquecível, que conseguiu equilibrar bem a comédia e um bom show musical, unindo pessoas de diversas idades e estilos. Recomendo a todos que queiram uma noite divertida e diferente.
Um marco da história de Magic: The Gathering começa hoje (11 de novembro) nas lojas parceiras da Wizards com o evento de pré-lançamento de A Guerra dos Irmãos. Fique ligado porque o evento vai até domingo dia 13 de novembro. A nova coleção volta para o passado de Dominária onde os irmãos Urza e Mishra definem o multiverso atual do mundo de Magic.
Numa era onde os irmãos encontram duas pedras de energia muito poderosas, uma feroz batalha se forma. Assim, artefatos poderosos são criados e o destino encaminha Urza para a fagulha do Planeswalker e Mishra para a escuridão.
A nova coleção chega com novas mecânicas então você que vai jogar presencialmente os eventos de pré-lançamento fique deve estar atento à elas! Não sabe se tem uma loja por perto? Então procure no sistema Store Locator no site da Wizards of theCoast!
As novas “velhas” mecânicas
Protótipo: habilidade encontrada em diversos cards de criatura e artefato, representa máquinas de guerra em duas etapas diferentes de desenvolvimento. Cada card de protótipo inclui dois conjuntos de características e o jogador pode escolher quais delas quer conjurar
Pedras de Energia: tipo de ficha pré-definida que se junta aos velhos conhecidos Tesouro, Comida e Pista. As PedrasdeEnergia são artefatos incolores que podem ser virados para gerar uma mana extra também incolor, sejam em mágicas de artefato, habilidades ativadas, custos exigidos por habilidades ativadas ou qualquer outro custo para atacar ou bloquear o adversário.
Desenterrar: habilidade ativada que retorna ao MTG. Antes, permitia que criaturas visitassem o campo de batalha pela última vez. Agora, a mecânica segue a mesma dinâmica, mas os artefatos que não são criaturas também podem aproveitar o embalo e visitar o campo de batalha por mais de uma vez. Desenterrar só pode ser ativada enquanto seu card estiver no cemitério, e somente como um feitiço.
Fusão: outra habilidade que está de volta, permite que pares específicos de cards sejam combinados em uma permanente gigante.
A nova coleção ainda contará com quinze cards da série Encontro de Universos – Transformers, que apresentam os Autobots e Decepticions, personagens da franquia Transformers. Os cards da série são dupla-face transformadores e estão divididos em três novas categorias: Converter, cards que apresentam um modo robô e um modo veículo, convertendo-se estrategicamente entre os dois; Além Do Que Os Olhos Podem Ver, em que os cards dupla-face são conjurados com a face para cima, sendo que o verso não conta até que ele esteja no campo de batalha, e Metal Vivo, habilidade estática que faz com que os cards Veículos também sejam criaturas, já que os carros Transformers não precisam de pilotos.
Então com essas dicas das novas mecânicas você pode estar pronto para o evento desse fim de semana. Para você que joga o MTG Arena, a coleção A Guerra dos Irmãos chega no dia 15 de novembro, e para você que coleciona e joga fisicamente, a coleção está disponível a partir do dia 18 de novembro! Escolha um lado nessa Guerra e molde o multiverso!
Um dos mais icônicos RPGs de todos os tempos ganhou uma repaginada e para você que jogou ou está ouvindo falar pela primeira vez, Tactics Ogre:Reborn chegou. Esse épico RPG Tático está disponível para PlayStation5, PlayStation 4, Nintendo Switch e PC (Steam) a partir de hoje, dia 11 de novembro.
Descubra as joias do Mar de Obero, as Ilhas deValerian, após muitos anos de conflitos, o grande DorgulaOberyth, o ‘Dynast-King’, trouxe paz e prosperidade. Porém com sua morte, a guerra por poder volta a tona e cabe a você descobrir a história de DenamPavel. Busque o caminho da liberdade e justiça tomando decisões que serão difíceis de escolher!
Tactics Ogre: Reborn é um RPG Tático e de aventura onde você controla um time em um campo de batalha. Com o sistema de ações por turnos, você deve explorar a melhor estratégia para seus combates, desde classes de personagens, armas, magias e itens.
Essa repaginada mantém o estilo que marcou TacticsOgre, com o adendo de vozes (japonês e inglês) nas cutscenes, trilha sonora orquestrada e atualizações na qualidade do jogo como IA reajustada, sistema de batalha atualizado, entre outros.
Tactics Ogre:Reborn tem edição física para consoles e digital para todas as plataformas. Porém a Edição Premium Digital, contém a OST original de 1995. Para você que mora no Japão você pode adquirir uma versão física com o Tarot CardSet, que faz parte da Edição deColecionador, confira mais detalhes aqui!
Você está pronto para se aventurar num dos clássicos dos RPG Táticos de todos os tempos?! TacticsOgre: Reborn renasceu para encantar novamente e deslumbrar aventureiros e estrategistas mais uma vez!
Continuação da aclamada série da Netflix, The Witcher: A Origem estreia no dia 25 de dezembro deste ano. Juntamente com o anúncio, um trailer da série também ficou disponível para os fãs.
Ambientada em um mundo élfico, 1.200 anos antes do que acontece em “The Witcher“, a nova série “The Witcher: A Origem” conta a história da luta sangrenta que levou à criação do primeiro protótipo de bruxo e a um conflito que resultou na Conjunção das Esferas, momento no qual os mundos dos monstros, dos humanos e dos elfos passaram a ser um só.
A série traz um elenco sensacional ao universo de The Witcher, com Sophia Brown e Laurence O’Fuarain interpretando Éile e Fjall, dois guerreiros afastados de seus clãs, Michelle Yeoh como Scían, uma mestre da espada e a última de sua tribo, Mirren Mack como a Princesa Merwyn, Lenny Henry interpretando o chefe Sage Balor e Minnie Driver interpretando Seanchaí. Francesca Mills é Meldof, Zach Wyatt e Lizzie Annis os são gêmeos celestiais Syndril e Zacaré, e Huw Novelli o Brother Death.
Também compõe o elenco Amy Murray como Fenrik, a aprendiz de Balor, Mark Rowley como Rei Alvitir, Daniel Fathers e Faoileann Cunningham como Osfar e sua filha Ryl. Kim Adis é Ket, a serva de Merwyn, Nathaniel Curtis interpreta Brian, Dylan Moran é Uthrok One-Nut e Hebe Beardsall a plebeia Catrin. Ella Schrey-Yeats interpreta a jovem profeta Ithlinne e sua mãe Aevenien é vivida por Claire Cooper.
The Witcher: A Origem – Teaser
Data de Estreia: 25 de dezembro de 2022
Episódios: 4 x 1 hora
Showrunner/Produção Executiva: Declan de Barra
Direção: Sarah O’Gorman & Vicky Jewson.
Roteiro: Aaron Stewart Ahn, Tasha Huo, Tania Lotia, Alex, Meenahan e Kiersten Van Horne
Produção Executiva: Lauren Hissrich, Matt O’Toole, Platige Films (Tomek Baginski e Jarek Sawko) e Hivemind Content (Jason Brown & Sean Daniel).
Locação de Filmagem: Arborfield Studios, Inglaterra e Islândia.