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Team Liquid lança coleção inspirada em Deadpool & Wolverine

Deadpool & Wolverine da Team Liquid
Imagem Divulgação

A Team Liquid teve um estande de 300m² no Anime Friends 2024, onde lançou a sua nova coleção de roupas e acessórios de Deadpool & Wolverine, em parceria com a Disney.

No estande, além da nova coleção, os visitantes puderam comprar os itens das outras coleções da Team Liquid com descontos de até 50%. Além disso, participaram de ativações, meet & greet com os jogadores, jogaram nos laptops M16 R2 da Alienware e tiraram fotos em um cenário de photo opportunity temático de Deadpool & Wolverine.

No sábado (20), houve uma ativação voltada aos cosplayers de Deadpool. Assim, os 100 primeiros cosplayers a tirarem foto no estande ganharam ingressos para a pré-estreia do filme, kits de brindes temáticos e pôsteres autografados. Eles também puderam participar da foto especial com o maior número de Deadpools do evento, marcada para acontecer ao meio dia de sábado.

Então, a coleção de Deadpool & Wolverine da Team Liquid conta com 13 itens exclusivos. Entre os produtos disponíveis estão dois sets de keycaps, um do Deadpool e um do Wolverine, dois mousepads, duas jaquetas, uma bermuda, quatro camisetas de manga curta, uma camiseta de manga longa e um jersey temático. O preço dos produtos varia entre R$119,99 e R$599,99.

Os produtos da coleção Deadpool & Wolverine já estão disponíveis tanto na loja física quanto na loja online da Team Liquid. A loja física da Team Liquid está na Avenida Angélica, 903, no bairro de Santa Cecília, centro da capital paulista.

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Joacim Cans fala sobre Avenge The Fallen, novo álbum do Hammerfall | Suco Entrevista

joacim cans hammerfall
Imagem Divulgação / Nuclear Blast

Em uma entrevista exclusiva para o Suco de Mangá, Joacim Cans, vocalista da icônica banda de heavy metal Hammerfall, compartilha detalhes emocionantes sobre o novo álbum “Avenge the Fallen”, seu retorno à gravadora Nuclear Blast Records e suas expectativas para a turnê mundial.

Joacim também fala sobre seu processo criativo, a experiência de trabalhar com o produtor Jay Ruston, e suas reflexões sobre a evolução do heavy metal na Suécia e no Japão. Além disso, ele revela seus pensamentos sobre o Brasil e seus fãs apaixonados. Não perca esta entrevista imperdível que celebra quase três décadas de sucesso no mundo do metal.

Também está disponível a entrevista em vídeo, abaixo:


BELLAN: Olá, Joacim, primeiro gostaria de agradecer pela oportunidade! Tudo bem com você?

Joacim: Eu estou bem, e desculpe por cancelar semana passada, eu estava bem resfriado, mas hoje estou bem!

Primeiro gostaria de falar sobre ‘Avenge The Fallen’, estamos perto de seu lançamento. Estão animados?

Com certeza! Temos que manter em mente que temos vivido esse álbum por muito, muito tempo, então quando os fãs puderem ouvi-lo, a gente vai estar cansado dele! Já faz mais ou menos um ano que começamos a gravá-lo, estamos trabalhando nestas músicas há muito tempo, e é como embrulhar um presente de Natal, ou de aniversário. É para os fãs! E você também quer ouvir as reações dos fãs, quer ouvir e ver o que os fãs acham do seu trabalho, de algo que você se esforçou muito pra fazer, e também algo que estamos muito orgulhosos.

hammerfall avenge the fallen capa
Imagem Divulgação / Nuclear Blast

Como foi voltar para a casa da sua gravadora original, a Nuclear Blast Records?

É como voltar pra casa! Estivemos de “férias” na Napalm Records por três álbuns e agora estamos voltando pra casa. Foi muito bom, pois quando iniciamos nossa carreira lá em 1996, a Nuclear Blast foi a gravadora que assinou com o Hammerfall pois uma pessoa, o Markus Staiger, que realmente acreditava no Hammerfall, então nós crescemos lado a lado com a Nuclear Blast. O Hammerfall foi ficando cada vez maior, e a Nuclear Blast, que era uma gravadora pequena, se tornou uma gravadora gigante. Então foi muito legal.

Mas, claro, como em todo relacionamento, às vezes a gente se distancia. Então senti em um certo ponto que devíamos nos separar, e por isso decidimos não assinar novamente com a Nuclear Blast, e fomos trabalhar com outra gravadora, com a Napalm. E deu certo, claro, mas sentíamos falta da Nuclear Blast pois sentíamos que havia algo em comum entre nós, e também as pessoas da gravadora se tornaram nossos amigos, como família, então quando chegou a hora de negociar o futuro, pensei que queremos realmente voltar para a Nuclear Blast, e eles nos deram uma oportunidade muito boa para isto, então estou muito feliz em retornar!

Como foi o processo de composição de ‘Avenge The Fallen’. Foi durante a estrada? E como foi trabalhar com o produtor Jay Ruston?

Hoje em dia nós estamos sempre criando, e você precisa manter em mente que toda música começa com o Oscar Dronjak, pois ele é o idealizador dos riffs de guitarra, ele coloca tudo no lugar, e quando ele termina, ele me manda uma demo e eu faço as melodias vocais, e finalmente as letras. Então hoje em dia Oscar sempre traz sua guitarra de viagem e um pequeno setup de gravação. Então não importa se ele está num quarto de hotel, num ônibus de turnê, no camarim do nosso show, ele está sempre pronto pra gravar, pois você nunca sabe quando a criatividade vai aflorar. Às vezes ele sai do palco, toma um banho, pega uma cerveja, corre até o ônibus e fala “caras, preciso gravar algo”. Legal! Porque você precisa estar pronto! Então este álbum foi escrito em todo lugar!

Algumas ideias vieram durante o processo do “Hammer of Dawn”, e temos músicas, como “Hope Springs Eternal”, que está em processo de criação há 10, 15 anos! Mas agora sentimos que a música estava amadurecida o suficiente para estar no álbum, pois o Oscar me mandou essa música e perguntou “você consegue fazer algo com isso?”, eu escutei duas vezes, apertei o botão de gravar no meu estúdio em casa, e gravei uma melodia para o verso e para o pré-refrão, e isso foi o que chegou ao álbum. Essa música realmente falou comigo.

Para responder sua outra questão, isto foi no show em Los Angeles, depois do show teve uma festa no camarim, e o Oscar correu pro ônibus pois ele precisava gravar algo. E aí o Jay Ruston apareceu, foi quando o encontrei pela primeira vez. Eu realmente senti uma conexão com Jay, e senti que ele seria um grande… não substituto, mas uma solução perfeita como novo produtor vocal para mim. Viemos para o estúdio, foi bem tranquilo e confortável para mim. Ele foi mais exigente do que o James Michael ou o Jacob Hansen mas ao mesmo tempo eu sabia que ele realmente queria que eu entregasse todos os vocais da forma mais perfeita possível. Você consegue consertar algumas coisas no computador, mas deu pra perceber que ele não queria fazer muito disso, ele queria que eu tivesse controle sobre a performance. Foi uma ótima experiência, também passamos muito tempo fora do estúdio, indo para festas, bares, restaurantes, e isso também foi uma parte importante das gravações, passar o tempo juntos e curtir a companhia.

‘Avenge the Fallen’ abre com a faixa título, que é uma música mais cadenciada, enquanto que a segunda faixa, ‘The End Justifies’, é mais rápida, diferenciando de aberturas de álbuns anteriores. Esta escolha foi proposital?

Acho que às vezes a gente tem que dar um choque nas pessoas. As pessoas esperam que vai ser rápido. Se você voltar 20 anos no passado, para o álbum “Crimson Thunder”, aquele álbum começa com músicas semi-rápidas ou midtempo, com “Riders of the Storm”. Então é legal que agora nós começamos com um riff de guitarra sólido e aí, quando os vocais entram, a gente reduz o ritmo e entra num tipo de balada antes de dar um soco na cara e a música começar.

“The End Justifies” tem semelhanças com a música “Heeding the Call”, do álbum “Legacy of Kings”. Começa com um rufar de bateria, e para evitar que as pessoas falem muito sobre as semelhanças, é só o rufar de bateria e o resto é diferente. Acho que foi uma boa escolha colocar “Avenge the Fallen” primeiro e depois seguir com “The End Justifies”, pois aí as pessoas vão entender o soco na cara, com uma música bem rápida e com vocal bem agudo. É uma música muito difícil de cantar!

Com quase 30 anos de banda, como você mantém sua performance vocal intacta? Quais são os cuidados que você toma para performar bem no palco?

Eu bebo muito champanhe, acho que é o melhor remédio! Não, pelos últimos 11 anos eu tenho corrido toda semana, por volta de 25 a 30 quilômetros para me manter em forma, pois é muito físico estar no palco correndo pra lá e pra cá e cantando ao mesmo tempo. Nós não ficamos parados tocando, não, nós estamos correndo e tocando! Este foi o melhor presente que eu poderia me dar, pois perdi bastante peso, me mantive em forma, então agora posso correr de um lado pro outro do palco e começar a cantar imediatamente, sem ter que recuperar o fôlego. Quem quer ouvir um cantor que precisa recuperar o fôlego?

Então esta é a principal forma de me manter em forma, e sempre presto atenção na técnica. Precisamos ouvir nosso corpo. Eu vi muitos amigos indo pro caminho oposto, ganhando peso, perdendo a capacidade de cantar e de repente são apenas uma sombra dos cantores que eram no passado, e eu não quero ficar assim. Eu tenho tanto orgulho do que faço que se eu subir ao palco e eu cantar mal, seria um suicídio emocional para mim.

Quando você começou a se interessar por Música e quando decidiu ser um cantor de Heavy Metal?

O heavy metal sempre foi minha música, desde que tenho 11 anos de idade sempre foi o gênero que tocou meu coração. Eu fui nadador no time nacional júnior da Suécia, e um colega do clube onde eu nadava me disse que queria ser um cantor numa banda de punk rock. E eu achei que se ele podia ser um cantor, eu também podia! Então comecei a me gabar pros meus amigos, eu tinha uns 20 anos, comecei a falar que era um grande cantor, eu conseguia cantar heavy metal e uns caras ouviram isso, e falaram “Quer saber? Se você é um cantor tão bom, você tem que tentar com a nossa banda!” E aí eu fui, e soou horrível! Muito, muito mal, eu não conseguia cantar merda nenhuma. Então eu comprei uma guitarra e comecei a tocar, mas não funcionou, e aí comecei a cantar um pouco mais, mas desisti.

Aí com 21 anos, eu decidi tentar de novo, algumas pessoas me perguntaram se eu estava interessado em tocar e ajudar em alguns shows, e eu fui. E aí eu encontrei minha voz! Demorou um pouco, como eu disse, não soou bom no início, mas depois eu encontrei a voz, e desde então tento sempre polir e melhorar minhas habilidades vocais. Vamos lembrar que quando gravamos o “Glory to the Brave” em 1996, eu só cantava fazia dois anos!

Em abril fez 20 anos de seu primeiro álbum solo, ‘Beyond the Gate’ e depois com ‘Nu Kan Morkret Falla’. Há espaço para mais um álbum solo no futuro? Seria no mesmo estilo do Hammerfall ou mais voltado para a música folclórica?

Neste momento não tenho planos ou necessidade de fazer outro álbum solo, pois o Hammerfall é uma parte tão grande da minha vida e eu sou uma parte muito grande do Hammerfall. Então não seria justo para os fãs do Hammerfall, nem para o Oscar e nem para mim mesmo, que eu fizesse outro álbum solo de heavy metal.

Não há nada a caminho, não estou gravando mais nada no momento, mas se, e isso é hipotético, mas se eu fizesse algo, seria mais na veia do “Nu Kan Morkret Falla”. É uma citação do autor brasileiro Paulo Coelho (nota do editor: provavelmente de ‘O Alquimista’). Mas não, eu prefiro beber champanhe!

Vamos falar da Suécia. O que mudou para você, dos anos 90 para os dias de hoje no cenário de Heavy Metal? Está mais fácil ter uma banda ou viver de Heavy Metal hoje em dia?

Se você observar a cena musical da Suécia em geral, a exportação da música sueca para o resto do mundo é gigantesca! Acho que a segunda ou terceira maior exportação que a Suécia faz é de música! Então, algumas bandas não são muito conhecidas na Suécia, mas ainda vivem de música e são rock stars fora da Suécia! Acho que o clima musical é mais ou menos o mesmo, mas a maior diferença é que hoje em dia há bem menos apoio da mídia mainstream. Você nunca vai ouvir Hammerfall numa rádio nacional, você nunca vai ler sobre In Flames no jornal.

Lá no final dos anos 90 ou início dos anos 2000, o Hammerfall estava em todo lugar nos jornais, estávamos na TV, na rádio, em todo lugar. Acho que hoje, com a idade, é difícil para uma banda cujos membros têm 50 anos. Eu não acho que os chefes das TVs pensam que as crianças vão querer ver rockstars brancos semi-gordos tocando na TV. Há uma grande diferença, mas o clima é bem bom fora da Suécia.

Vamos falar de Japão! Suécia e Japão possuem culturas muito diferentes e mesmo assim, o Power Metal, o Heavy metal, do HammerFall e outras bandas, fazem muito sucesso por lá. Para você, qual o segredo dessa paixão? E também, como é sua relação com o Japão, seja na cultura ou na música?

Hammerfall nunca foi muito grande no Japão. Nós fizemos algumas turnês por lá, tocamos em alguns festivais, mas acho que precisamos trabalhar mais com o Japão. Os japoneses em geral têm uma paixão por música sueca em geral, não só por heavy metal ou death metal, mas por música pop, desde o Abba, passando por In Flames e até o Hammerfall. Eu acho que o motivo pra isso é que nós crescemos ouvindo música folk sueca, e esta música folk pode ser ouvida na forma como nós fazemos música. Dá pra ouvir no In Flames, aquela criação melódica se origina na música folk. Também há muito disso no Abba, e também há muito Abba no In Flames, no Hammerfall, em todas essas bandas. Então acho que os japoneses têm muita paixão e amam essa música tradicional sueca. Talvez você deva procurar uma pessoa do Japão e perguntar a eles porque, mas eu acho que esta é uma das razões.

Summer Breeze 2024 hammerfall
Joacim Cans e o Hammerfall em apresentação no Summer Breeze 2024 / Foto por: Diego Padilha

Agora, Brasil! Vi o show de vocês no Summer Breeze, e foi muito bom, energético! O que você mais gosta do Brasil? E espero que retornem para uma turnê do novo disco!

Sim, claro, este é o plano! Eu quero retornar ao Brasil assim que possível, e espero poder explorar mais do país, porque normalmente quando nós vamos, voamos até uma cidade, tocamos lá, depois voamos pra outra cidade, tocamos lá, e aí temos que sair pois há outros shows pra fazer. É uma honra tocar no Brasil e encontrar todas as pessoas, porque vocês são tão apaixonados! Se vocês gostam de algo, vocês gostam 100%!

Vocês vão ao show e mostram que realmente amam a música, então é um prazer enorme ter fãs como os brasileiros seguindo e curtindo as músicas do Hammerfall. Infelizmente ser vegetariano como eu é muito difícil no Brasil, pois vocês têm suas churrascarias e comem sua carne, e eu estou lá pedindo salada! Esta é a parte triste, ir pra churrascarias e sentar lá comendo salada e tomando vinho tinto, preciso de outra coisa!

Para finalizar, quais os próximos passos? Alguma mensagem que gostaria de deixar para os fãs brasileiros? Obrigado!

Quanto aos planos, há tanto a fazer com a promoção do álbum. Nós estamos dando um tempo agora pois fizemos turnê na América do Sul, depois na América do Norte e depois fizemos uma turnê de festivais, então estivemos muito ocupados! Então agora estamos curtindo não estar no palco, mas ainda há muito a fazer para a preparação do lançamento do álbum, e aí a próxima grande coisa do Hammerfall é que seremos convidados especiais na turnê europeia com o Powerwolf, onde os ingressos estão vendendo muito rápido e será a maior turnê que já fizemos, então estou muito ansioso! Hammerfall como headliner, vocês precisarão esperar até 2025, mas temos grandes planos para tocar em todos os territórios deste planeta, desde a Austrália, América do Norte, talvez América do Sul também, e, claro, Europa.

Renato (Tradução e Adaptação).


hammerfall banda 2024
Imagem Divulgação / Nuclear Blast

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Novo Trailer de The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom Apresenta Novas Maneiras de Explorar as Maravilhas de Hyrule

zelda echoes of wisdom trailer
Imagem Divulgação

Quando misteriosas fissuras começam a aparecer por toda a terra, os cidadãos de Hyrule precisam de um herói… e com um certo espadachim desaparecido, cabe à Princesa Zelda salvar seu reino.

O jogo The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom para a família de sistemas Nintendo Switch será lançado em 26 de setembro e traz a própria Zelda como protagonista. Ela precisa desvendar um mistério que ameaça todo o Reino de Hyrule. Esta aventura a levará de um extremo ao outro do reino, desde o deserto árido da tribo Gerudo até as densas florestas dos Deku Scrubs – mas você pode conferir por si mesmo no novo trailer:

Mais sobre The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom

À medida que as fissuras ameaçam consumir o reino, até mesmo a sabedoria formidável de Zelda pode não ser suficiente para resolver o mistério sozinha. Com a ajuda da criatura etérea Tri e do poderoso Tri Rod, Zelda ganha o poder de criar ecos – imitações de objetos encontrados no ambiente. Ao ecoar desde caixas de madeira até camas antigas, Zelda poderá superar obstáculos e resolver quebra-cabeças. Ela também pode criar ecos para se defender de inimigos perigosos – e depois ecoar os próprios inimigos para lutar ao seu lado em confrontos futuros! Obtenha mais dicas do que aguarda Zelda enquanto o mistério se desenrola revisitando o anúncio original do jogo.

A jornada de Zelda a levará a atravessar a vastidão de seu reino (usando waypoints e montaria para viajar rapidamente). Ao longo do caminho, ela coletará acessórios e roupas para ajudar em sua missão (como a capacidade de aumentar sua velocidade de natação), além de reunir ingredientes e transformá-los em smoothies que proporcionam diferentes efeitos com base em seus ingredientes – como restaurar a saúde!

Galeria de imagens localizadas em PTBR: 

 

Sabedoria de Zelda + Criatividade do Jogador

A sabedoria de Zelda e a criatividade do jogador são colocadas à prova em The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom. Com a ajuda de Tri, Zelda utilizará novos poderes para “Vincular” e “Inverter Vínculo” objetos – fazendo objetos seguirem os movimentos de Zelda ou permitindo que Zelda siga os movimentos de uma criatura, respectivamente. Você pode descobrir caminhos escondidos ou encontrar múltiplas maneiras de superar obstáculos ou resolver quebra-cabeças. Faça uma pedra “seguir” você para abrir uma área oculta ou vincule-se a uma criatura voadora e tome os céus temporariamente. A escolha é sua!

Fissuras misteriosas estão tomando Hyrule. Quais outros desafios Zelda enfrentará nesta grande aventura para salvar seu reino?

The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom está disponível para pré-venda agora. Membros do Nintendo Switch Online também podem economizar neste título e em jogos digitais selecionados com os Vouchers de Jogo do Nintendo Switch.

Não perca essa nova aventura épica com a Princesa Zelda!

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Kiko Loureiro realiza shows lotados e segue turnê no Chile e Brasil esta semana

kiko loureiro tour 2024
Foto: Marcos Fam

O mundialmente renomado guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth e Angra) deu sequência a atual turnê pelo Brasil com shows lotados, incluindo dois com lotação máxima, em Brasília e Goiânia.

Um vídeo gravado na capital federal, postado nas redes sociais da produtora Top Link Music, mostra uma das novidades no repertório: “Stormbringer”, do Deep Purple, cantada pelo próprio músico.

Veja abaixo:

Os shows também contam com faixas do Angra, como “Rebirth” e “Nothing to Say”, com Alírio Netto nos vocais, um medley com canções da consagrada banda brasileira e claro, músicas do Megadeth.

O músico segue em turnê esta semana, começando com um show em Santiago na quarta-feira (07/08), depois voltando ao Brasil para apresentações em Florianópolis, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre. Em Curitiba e São Paulo, o guitarrista terá a participação de Ron “Bumblefoot” Thal (ex-Sons of Apollo e Guns N’Roses). Na capital paulista, também estarão presentes dois músicos ilustres do rock nacional: o baixista Luís Mariutti (ex-Angra e Shaman) e Lobão.

Compre ingressos para as próximas datas:

  • 07/08 – Santiago, Chile @ Teatro Teletón
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  • 08/08 – Florianópolis @ John Bull
    INGRESSOS
  • 09/08 – Curitiba @ Ópera de Arame
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  • 10/08 – São Paulo @ Tokio Marine Hall
    INGRESSOS
  • 11/08 – Porto Alegre @ Opinião
    INGRESSOS
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Zenless Zone Zero da versão 1.1 chega em 14 de agosto com Episódio Especial “R&B sob Disfarce”

Zenless Zone Zero 1.1
Imagem Divulgação

A marca global de entretenimento interativo HoYoverse anunciou hoje que a versão 1.1 do ARPG de fantasia urbana Zenless Zone Zero, “R&B sob Disfarce”, chegará em 14 de agosto. A nova versão apresentará os desafios enfrentados pelo Departamento de Segurança Pública de Nova Eridu e a complexa trama que envolve Qingyi, Jane, Seth e uma gangue misteriosa conhecida como Leões da Montanha.

Além das atualizações da história e dos personagens jogáveis, a versão 1.1 também introduzirá o modo de jogo expandido “Colheita Ardente” da Esfera Zero, onde os jogadores poderão entrar diretamente no combate com Nínive. Além disso, a filial do DSP na Praça Lumina ficará disponível para os jogadores, e com vários eventos como a Semana Dourada da Camélia, recompensas abundantes aguardam os Proxies curiosos.

Zhu Yuan, Qingyi e Seth

Na versão 1.1, Zhu Yuan, Qingyi e Seth usarão seus talentos para enfrentar uma batalha de inteligência e coragem contra a gangue “Leões da Montanha”. No entanto, os criminosos sempre conseguem escapar da prisão com a ajuda de uma garota enigmática chamada Jane. Ao mergulhar ainda mais no Episódio Especial “R&B sob Disfarce”, os Proxies poderão passear por Nova Eridu, completar comissões como Jane e descobrir a história intrincada entre Departamento de Segurança Pública de Nova Eridu e ela.

À medida que os Proxies se tornam mais familiarizados com o Departamento de Segurança Pública de Nova Eridu, Qingyi está pronta para se juntar à equipe dos jogadores. Como uma Agente de Classe S (Elétrico / Atordoador) que se encaixa em diferentes formações, Qingyi é especialista em acumular Atordoamento rapidamente para paralisar os inimigos. Quando o ataque de Qingyi causa Dano Elétrico, acumula “Voltagem de Conexão Brilhante” e desencadeia golpes poderosos ao alcançar determinado nível. Sendo a parceira confiável de Zhu Yuan no Departamento de Segurança Pública de Nova Eridu, Qingyi também pode oferecer um suporte significativo a Zhu Yuan no combate.

Assumindo um papel crucial na história da versão 1.1, Jane parece ser uma intrigante “inimiga-amiga” dos Proxies. Como uma Agente de Classe S (Físico / Anômalo), Jane pode entrar em um estado de Fervor ao acumular Fluxo de Fervor, realizar ataques frequentes, multiestágio e fatais, acumulando rapidamente Anomalia de Atributo. No entanto, antes de se juntar à equipe dos jogadores, Jane emboscará os Proxies como inimiga no combate, já que ela é uma membro importante dos Leões da Montanha. Suas habilidades de combate ágeis são definitivamente confiáveis, contanto que você não seja o seu alvo.

Além dos dois personagens de Classe S, o personagem de Classe A (Elétrico / Defensor), Seth, também está pronto para entrar em combate. Além de fornecer Escudo para seus companheiros de equipe, a arma de Seth também pode se transformar em uma Grande Espada para derrotar os inimigos. Além disso, o Bangboo de Classe S chamado Oficial Cui, será capaz de auxiliar os Proxies nas Esferas Negras.

Colheita Ardente

Além da atualização periódica da Defesa Shiyu, Zenless Zone Zero está implementando um novo modo de jogo chamado “Colheita Ardente” na Esfera Zero. Após completar a fase “Canteiro Definhado” e as comissões relacionadas, os Proxies poderão lutar contra Nínive em desafios de tempo limitado quantas vezes quiserem e obter diferentes recompensas no jogo ao completar este desafio.

No evento temático da versão 1.1, Semana Dourada da Camélia, os Proxies podem obter Policromos, um Motor-W de Classe A e vários materiais ao completar as comissões do evento. Além disso, uma série de eventos no jogo, como Exercício Tático, Pós-Venda de Elite e a função de câmera aprimorada com filtros e opções de selfie, estão prontos para oferecer aos jogadores experiências de jogo mais diversificadas e estilosas.

Com a versão 1.1 chegando em 14 de agosto, os jogadores poderão explorar ainda mais Nova Eridu em Zenless Zone Zero, disponível para PlayStation®5, PC, iOS e Android. O jogo foi classificado como Teen pela ESRB e também é classificado como PEGI 12. Para mais informações, visite o site oficial ou siga @ZZZ_PT_BR no X (Twitter).

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No Buses | Suco Apresenta

No Buses - Banda
No Buses - Banda

Olá sucolines, vamos para mais um “Suco Apresenta” musical. Eu decidi apresentar a banda japonesa de soft rock NO BUSES. Foi um trampo um tanto “complicado” de organizar e escrever, pois os conteúdos a cerca da banda são um tanto chatinhos de encontrar. Mesmo assim, reuni o máximo de informações e é isso ai.

Apresentando No Buses

No Buses é uma banda formada em outubro de 2016 em Tóquio pelo vocalista e guitarrista Taisei Kondo e o guitarrista Shinya Goto. O projeto começou depois que Kondo mostrou suas músicas a Shinya durante o ensino médio. A formação atual da banda conta com a baixista Saori Sugiyama e o guitarrista Haruki Wada, além dos membros já citados anteriormente.

No Buses no videoclipe de With or Without It
No Buses no videoclipe de ‘With or Without It’

A atividades da banda eram em sua maioria em casas de show em Tóquio, para adquirir reputação no ambiente musical underground. Crescendo em popularidade, No final de julho, No Buses começou a distribuir nos shows o EP demo ‘Boys Loved Her’. O EP chegou à internet no dia 10 de agosto de 2017 na plataforma OTOTOY.

No Buses
Issei (ex baterista – atual baterista suporte), Kondo, Saori e Goto.

Com isso, ‘Boys Loved Her’ torna a banda ainda mais conhecida. Em fevereiro de 2018, a banda lançou a canção ‘Tic’ que foi lançado como single em abril. Com ‘Tic’, começaram a atingir um público internacional na internet.

Então, com o sucesso, No Buses aumentou sua popularidade e ganhou notoriedade suficiente para se apresentar em palcos menores de festivais no Japão. A banda chegou a participar de grandes festivais, como SUMMER SONIC e Tsukuba Rock Festival.

Principais Influencias 

Segundo o próprio vocalista, Kondo, principal letrista e compositor da banda, sua produção é fortemente influenciada pela banda Arctic Monkeys. Além disso, o músico é fortemente influenciado pelo rock indie do Reino Unido. É muito fácil de identificar tais referências e influencias nos videoclipes do No Buses.

Sucesso fora do Japão

Além de certa popularidade em sua terra natal, No Buses também conquistou certa fama fora do Japão. Durante uma entrevista para o portal Mights em agosto de 2018, o vocalista Kondo explanou que 80% das visualizações no canal da banda no YouTube são de estrangeiros.

Capa do álbum No Buses - Já com o guitarrista Haruki Wada
Capa do álbum ‘No Buses’ já com o guitarrista Haruki Wada (a capa também inclui o ex baterista, Issei).

Ainda, a performance e trejeitos dos músicos no palco e nos videoclipes tende a agradar fãs de bandas como Ramones, The Strokes ou os próprios Beatles. Sendo assim, as influências, cores e a maneira no qual a imagem da banda é produzida remete diretamente as bandas citadas.

O video de ‘Pretty Old Man’ por exemplo conta atualmente com mais de 6 milhões de views onde a maioria dos comentários são de estrangeiros.

Por fim, já em 2024, No Buses liberou nas plataformas digitais um novo EP intitulado ‘1624’. Além disso, a banda se apresentou dia 10 de fevereiro na live house Spotify O-east em Tóquio com todos os ingressos esgotados.

A musicalidade de No Buses é algo que realmente vai agradar você que é um grande fã de rock independente cheio de talento e singularidade. Os riffs de guitarra certamente serão algo que vai te deixar enfeitiçado. Destoa totalmente do que se espera de música japonesa. Com certeza vale a pena conferir.

Ouça No Buses nas plataformas de música

Recomendação da casa

No Buses WebNo Buses InstagramNo Buses X 

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Mullet MadJack ganha dublagem brasileira

Mullet MadJack dublagem brasileira
Imagem Divulgação

Em uma conversa durante a gamescon latam, Alessandro Martinello disse que algumas novidades estavam chegando ao jogo. Dito e feito, Mullet MadJack ganha dublagem brasileira.

Caso esteja em dúvida se deseja comprar o jogo, dá uma lida no review que o Suco de Mangá escreveu antes. Agora, confira agora detalhes sobre a atualização que aguarda os fãs do game brasileiro.

Dublagem de peso

Os atores que darão voz aos personagens são velhos conhecidos dos fãs de cultura pop — presentes em animes como Yu Yu Hakusho, Pokémon e Os Cavaleiros do Zodíaco. Confira a lista completa das vozes:

  • Mullet Jack: Luiz Feier Motta – deu vida a Stallone e Toguro em Yu Yu Hakusho;
  • Streamer: Isabel Cristina de Araújo Sá – deu vida a Jesse em Pokémon;
  • Mr Mullet: Gilberto Baroli – deu vida a Saga de Gêmeos em Os Cavaleiros do Zodíaco;
  • Hostage Girl: Letícia Quinto – deu vida a Saori Kido em Os Cavaleiros do Zodíaco;
  • Android: Hermes Baroli – deu vida a Seiya de Pégaso em Os Cavaleiros do Zodíaco.

Regionalização da dublagem

Um bom trabalho de dublagem torna o jogo mais acessível as pessoas, traduzindo menus e falas. Entretanto, os melhores valorizam as particularidades do idioma em questão.

Então, assim como o jogo tem um trabalho exemplar, a dublagem preocupa-se em mostrar gírias brasileiras, além de não perder o humor ácido que o game possui.

Quando chega?

Ainda não há informações sobre o horário que a atualização com dublagem chegará ao game. Porém, a partir do dia 03 de agosto de 2024 será possível escutar Mullet e companhia no nosso idioma.

O que esperar para o futuro do game?

O fato que Mullet Mad Jack ganha dublagem brasileira mostra que há um interesse no título — e por se tratar de um jogo nacional, nada mais justo. No entanto, pelo estilo do game, tem espaço para novas atualizações, novos modos e muito mais.

Para mais informações sobre o título, fique atento ao site oficial da Hammer95 e as suas redes sociais.

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Livro que explora a ciência de Interestelar chega ao Brasil

A Ciência de Interestelar livro
Imagem Divulgação

Este ano Interestelar, filme de ficção científica de Christopher Nolan, completa 10 anos. Por isso, editora Belas Letras lança no Brasil um livro inédito que explora a ciência por trás do longa-metragem do diretor. Assim, chega A Ciência de Interestelar: Uma viagem ilustrada pelas teorias por trás do premiado filme de Cristopher Nolan. O livro foi escrito por Kip Thorne, físico ganhador do Prêmio Nobel e produtor executivo.

Sobre o livro

A Ciência de Interestelar explica de maneira simples a ciência e as teorias que fazem parte da história e efeitos visuais do filme. Então, envolvido desde a concepção da história até as gravações do filme, o físico aborda no livro desde buracos negros, buracos de minhoca, distorção espacial e do tempo, além de muitas outras teorias científicas que estão diretamente conectadas ao enredo do longa de Nolan.

Com isso, mostra como Interestelar é um dos filmes com maior embasamento teórico já produzidos.

Com um prólogo escrito pelo próprio Christopher Nolan, a obra conta com mais de 200 ilustrações coloridas para explicar as teorias. Além disso, traz fotos inéditas e exclusivas dos bastidores de Interestelar.

A edição brasileira conta com uma revisão técnica da astrofísica Roberta Duarte. O livro traz um resumo da introdução da gênese da ciência, abordando o Big Bang, galáxias, sistema solar, as leis que regem o universo e outros temas introdutórios. Assim, prepara o leitor para as teorias que são abordadas no enredo do filme.

Duas edições

A editora criou duas edições para este lançamento: Gargantua, que apresenta o livro em capa dura, com verniz localizado que brilha no escuro e itens exclusivos e limitados. Por exemplo, chaveiro réplica de uma fita VHS do filme, ecobag em TNT preta Endurance, marcador de páginas personalizado com os planetas do filme, cartela de adesivos redondos, mousepad buraco de minhoca e caderninho de anotações réplica do DVD de Interestelar em inglês.

A outra, é uma versão em capa comum para quem quer a mesma qualidade e conteúdo por um preço menor.

A Ciência de Interestelar livro
Imagem Divulgação

O livro mostra como o filme foi o mais fiel possível às teorias científicas, como a própria nave da tripulação chamada Endurance, que foi pensada para suportar a força das marés gravitacionais e sua viagem pelo buraco de minhoca.

Além disso, as catástrofes que assolam o planeta Terra em Interestelar também são especuladas na obra de Thorne. Biólogos especialistas ofereceram possíveis respostas, ressaltando a preocupação para algumas delas. Por exemplo, a falta de oxigênio, problema que é destacado pelo professor Brand no início de Interestelar.

Também, o físico aborda a Quinta Dimensão, que tem um papel fundamental no enredo de Interestelar e está conectada diretamente ao final do filme. Assim, Kip Thorne mostra como a ciência da ficção científica não é tão diferente da vida real.

A Ciência de Interestelar livro
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Então, o livro A Ciência de Interestelar já está em pré-venda e os envios vão começar no dia 07 de outubro.

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A Ciência de Interestelar: Uma viagem ilustrada pelas teorias por trás do premiado filme de Cristopher Nolan (edição de colecionador)

A Ciência de Interestelar livro
Imagem Divulgação
  • Autor: Kip Thorne
  • Tradução: Fernando Scoczynski Filho
  • Editora Belas Letras
  • ISBN LIVRO: 978-65-5537-433-9
  • 336 páginas
  • Formato: 25x 20cm
  • Peso: 1500 g
  • Preço de capa: R$ 269,90

A Ciência de Interestelar: Uma viagem ilustrada pelas teorias por trás do premiado filme de Cristopher Nolan (capa brochura)

A Ciência de Interestelar livro
Imagem Divulgação
  • Autor: Kip Thorne
  • Tradução: Fernando Scoczynski Filho
  • Editora Belas Letras
  • ISBN LIVRO: 978-65-5537-433-9
  • 336 páginas
  • Formato: 25x 20cm
  • Peso: 1500 g
  • Preço de capa: R$ 169,90
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