Por meio de um vídeo não listado no youtube, tivemos o vazamento que os próximos jogos gratuitos da PlayStation Plus serão Uncharted 4 e Dirt Rally 2.0. Os jogos poderão ser baixados a partir do dia 7 de abril. No momento, ainda não tivemos nenhum pronunciamento oficial da Sony.
Uncharted 4: A Thief’s End, é o último capítulo das aventuras de Nathan Drake, Elena e Sully. O jogo foi um sucesso de crítica em seu lançamento em 2016, faturando o prêmio de melhor game no BAFTA Video Game Awards.
Dirt Rally 2.0, é um jogo de corrida lançado no começo do ano passado, que oferecerá muitos desafios para aqueles jogadores que gostam velocidade e realismo.
Lembrando que ainda é possível baixar Shadow of The Colossus e Sonic Forces, títulos da Plus de março.
Arnaldo Antunes, ex-Titãs, relembrou em sua rede social a música “Lavar as Mãos”, do Castelo Rá-Tim-Bum, em decorrência da campanha contra a propagação do novo coronavírus (Covid-19). Veja abaixo:
Castelo Rá-Tim-Bum foi uma série da TV Cultura exibida em 1994 e contava com 91 episódios criados por Flávio de Souza e o diretor Cao Hamburger. Entre seus diversos quadros, “Lavar as Mãos” foi uma das emblemáticas cantorias:
Conhecida por seu tom educacional, marcou toda uma geração que acompanhava de perto as aventuras de Nino, o bruxo de 300 anos interpretado pelo ator Cassio Scapin.
ID: Invaded é um anime original da Temporada de Inverno 2020. É um sci-fi de mistério do estúdio NAZ, conhecido por “Hamatora”. Seu diretor, Aoki Ei, dirigiu animes como “Re:Creators” e a segunda temporada de “Fate/Zero”. Já o roteirista, Maijou Outarou, criou e roteirizou o anime de 2 episódios “Ryuu no Haisha”.
O anime conta a história de um esquadrão especializado da polícia chamado Kura, que investiga casos de serial killers. Para desvendar os crimes, os policiais utilizam armas especiais para coletar amostras de “intenções de matar”, chamadas de partículas de cognição, deixadas inconscientemente nas cenas dos crimes.
Essas partículas não são materializadas, podendo ser coletadas apenas por esses equipamentos. Basicamente, quando alguém tem intenção de matar outra pessoa ou realmente a mata, esse sentimento fica espalhado no local, se transformando em vestígios que ajudam a polícia a identificar o assassino.
A partir dessas amostras, é possível enviar a mente de pessoas para dentro do inconsciente dos assassinos. Isso é feito através de um equipamento tecnológico parecido com uma espécie de cadeira. Ele é chamado de cockpit, e é onde a pessoa senta e se conecta ao serial killer. Enquanto o infiltrado está dentro disso que eles chamam de “ID”, ou como ficou na tradução, “poço”, os policiais da Kura conseguem monitorar simultaneamente as imagens captadas por ele, e analisar os IDs.
Procurando respostas
É um trabalho minucioso, que necessita de pessoas competentes. É aí que entra o protagonista, Narihisago Akihito. Ao entrar no ID, ele se esquece de quem é, se lembrando apenas que é um detetive brilhante chamado Sakaido. Sempre que entra, ele se depara com o corpo de uma garota, a Kaeru, que o faz lembrar “quem é” e porquê está ali, que é sempre o mesmo motivo, decifrar a morte dessa garota. Cada ID é diferente, então o motivo de sua morte sempre varia. Quando ele descobre como ela morreu, ajuda os policiais a descobrirem sobre o serial killer daquele ID.
Cada serial killer recebe um nome de acordo com seus crimes e preferências para matar, assim como na vida real. Aparecem vários ao longo do anime, sempre deixando aquela sensação de “corrida contra o tempo”, afinal, os policiais devem encontra-los antes deles encontrarem a próxima vítima. Isso deixa o anime mais emocionante. Mas um deles é mais recorrente: John Walker. Ele é o maior mistério da obra.
Desenvolvimento
ID: Invaded trabalha muito bem os mistérios na trama, não entregando logo de cara as partes importantes. É tudo mostrado de forma gradativa, tanto que, nos dois primeiros episódios, ainda é bem difícil entender como funciona aquele universo. Mas isso é um ponto superpositivo, já que deixa o espectador instigado do começo ao fim.
O anime é bem amarrado, e se fecha de uma forma espetacular, conectando o início ao fim com maestria. Seus últimos episódios são cheios de ação, bem mais que o restante, dando um baita gás na resolução final.
Da questão técnica de ID: Invaded
Alguns personagens têm um design de personagens muito peculiar, facilitando a lembrança deles, como o próprio Sakaido e os serial killers, mas outros personagens são mais comuns, podendo ser facilmente confundidos. Mas, no geral, o design é agradável, fugindo do comum em alguns pontos, como os olhos. O que se destaca mesmo é o design dos IDs, que, muitas vezes, possuem elementos diferenciados, para podermos distinguir o que é real do que é o inconsciente.
A animação é muito boa e competente e, novamente, é bem melhor quando se trata de cenas dentro dos IDs, já que esses espaços pedem uma estrutura e efeitos diferenciados e mais abstratos.
Esse anime tem uma trilha sonora impecável. Sua abertura, “Mister Fixer”, cantada pelo Sou, é muito envolvente e já te cativa logo no começo. O encerramento é de arrepiar, afinal quem canta é o Miyavi, que sempre participa de trilhas de animes com ótimas músicas. Além da ótima “Other Side”, que toca ao final dos episódios, outras faixas do cantor aparecem no anime, como “Samurai 45” e “Butterfly”, todas de seu último álbum “No Sleep Till Tokyo”.
Um dos melhores da temporada
Um dos maiores problemas do anime é ele ser um tanto confuso. É aquela obra que você não pode piscar, senão já se perde com os acontecimentos seguintes. Quem for assistir, recomendo ficar bem atento a tudo, principalmente aos personagens, para não se perder na trama.
ID: Invaded foi um dos melhores animes da temporada, com certeza. Indico muito para quem gosta de obras de mistério, investigação e inconsciente, como “Psycho-Pass”, “Paprika” e até o filme “A Origem”. Essas obras têm pontos semelhantes e pode agradar os fãs.
Após terem seu comeback adiado, agora os fãs de (G)IDLE podem finalmente se animar! A data do lançamento de 3° mini album das meninas foi confirmado para dia 6 de Abril.
O novo MV já foi gravado, e segundo um dos produtores da Cube Entertainement, os fãs do grupo k-pop não vão se decepcionar:
“Elas já completaram a sessão de fotos da capa do álbum e as filmagens do videoclipe, e elas estão atualmente nos estágios finais de preparação. Pedimos que você mostre muita expectativa pelo retorno delas. ”
A integrante do MAMAMOO, Hwasa, tem chamado a atenção de muitos artistas, dentre eles, a dona de grandes hits como “Rules” e “IDGAF”, Dua Lipa.
Em uma das grandes premiações de final de ano para artistas de k-pop, as duas artistas tiveram a oportunidade de trabalharem em um stage colab. Confira como foi essa apresentação:
No dia 18 de março, Dua relançou seu single “Physical” com a participação da cantora sul-coreana. Confira como ficou essa colab incrível:
Recentemente, a cantora britânica fez uma live no Instagram e foi questionada de como ela se sentia em relação ao seu mais novo featuring. Dua afirmou que antes mesmo de realizar o stage com a Hwasa, ela já tinha ouvido falar do grupo MAMAMOO. Afirmou também que a energia das duas artistas se completam, além de elogiar Hwasa e seu talento.
De acordo com a Reuters, o primeiro-ministro japonês, Abe Shinzo, confirmou nesta terça-feira (24) que pediu ao Comitê Olímpico o adiamento de um ano dos Jogos Olímpicos (Olimpíadas de Tóquio), programados para o mês de julho.
O Comitê Olímpico “apoiou 100%” a proposta e portanto, as Olimpíadas deverão ser realizadas em 2021 devido a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), impactando na realização do evento e na preparação dos atletas.
Apesar do adiamento, o nome do evento continuará como “Tóquio 2020”, segundo o governador de Tóquio, Yuriko Koike.
Maiores informações devem sair nas próximas horas e ficaremos atentos para qualquer mudança nesta decisão.
O grupo sul-coreano OnlyOneOf teve seu debut em 2019, eles são conhecidos pelos hits “Time Leap” e “ Savanna”, já são considerados pela Billboard como um dos grupos para ficar de olho em 2020, e estão à procura de um compositor para o lyrics na versão em inglês de sua canção “dOra maar”.
O projeto tem como objetivo alcançar países e pessoas que não são considerados “polos” do k-pop. E desde o seu lançamento, o projeto tem se mostrado ser um sucesso! Pessoas de diversos países, de todas as partes do mundo têm demonstrado grande interesse e apoio ao projeto e aos meninos. Agradecidos, os meninos declararam:
“Agradecemos essa calorosa resposta e esperamos que seja um concurso que todos possam aproveitar. Como todas as letras são importante, ouviremos cada uma com muita atenção.”
Para participar do concurso e concorrer a 100 mil dólares (aproximadamente R$510 mil) é muito simples, basta reescrever a letra da canção “dOra maar” para o inglês, gravar e publicar no YouTube um vídeo cantando a nova versão, com o título “OnlyOneOf dOra maar contest” e as hashtags#OnlyOneOf e #doramaar. Não é necessário aparecer no vídeo e as habilidades vocais do participante não serão consideradas, além de estar aberto para compositores profissionais e amadores e também para todas as idades!
As inscrições estão abertas até o dia 31 de Março no horário local coreano. Vai ficar de fora dessa?!
Se você é fã de longas animados, talvez já tenha escutado o nome do incrível Isao Takahata, cofundador do famoso Studio Ghiblie diretor de filmes premiados como Túmulo dos Vagalumes e O conto da Princesa Kaguya (que foi indicado ao Oscar).
Entretanto, talvez você não tenha conhecimento de outro longa – nem tão famoso – do diretor, a comédia Meus vizinhos, Os Yamadas, filme de 1999 que reúne as trapalhadas, aventuras, e mal entendidos de uma família japonesa.
A trama, diferente de outros filmes do estúdio, é um conjunto de esquetes que contam o dia-a-dia de um casal, seus dois filhos e seu cachorro. Os Yamadas (o nome da família) talvez sejam um pouco dramáticos e meio atrapalhados, mas em suma eles reúnem os problemas diários de qualquer outra família, seja quando você luta pelo controle remoto, ou quando você esquece seu filho em uma loja de conveniência.
Baseado no mangá Nono-chan, por Hisachi Ishii, esse foi o primeiro filme inteiramente digital do Ghibli, já que o diretor não gostou do efeito da pintura tradicional do papel digitalizada, optando assim por fazer o primeiro filme do estúdio com todas as ilustrações pintadas digitalmente.
Apesar de divertido, Meus vizinhos, Os Yamadas não consegue ter o mesmo impacto que os outros longas do diretor, e acaba ficando em segundo plano comparado a outros filmes muito mais emocionantes e divertidos do estúdio. Sua duração, um pouco acima da média, também não é um atrativo. E mesmo no Japão o filme não fez tanto sucesso quanto o esperado.
A trilha sonora é o ponto alto do longa, com vários temas curtos no piano, que acabaram saindo em trilhas sonoras comercializadas no mesmo mês do lançamento do filme, com mais de 40 faixas somando os dois CDs!
Divertido, porém não memorável, o filme é uma experiência que vale a pena ser conferida, mas não repetida, e acaba ficando a margem em comparação a longas animados muito superiores (vindos até mesmo do mesmo diretor).