Em todo o mundo o número de espectadores ocasionais e entusiastas de Esports já supera os 200 milhões, criando um mercado cuja receita atual já ultrapassa US$ 493 milhões, segundo estudo recente da Newzoo. A expectativa é que esse mercado atinja a marca de U$ 1.1 bilhão até 2019.

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No Brasil, não é diferente. O país ocupa a terceira posição do ranking do site Esports Earnings de premiações internacionais de Counter-Strike: Global Offensive. E já tem grandes estrelas, como Gabriel ‘FalleN’ Toledo, conhecido como “Neymar dos games”, que recentemente foi escolhido como a personalidade dos Esports do ano e que arrecadou uma boa quantia em dinheiro ao vencer duas competições internacionais este ano.

De olho no potencial desse mercado, que já conta até com planos de sócio torcedor no país, a ESL, maior empresa de Esports do mundo, anuncia a chegada de Leo De Biase como presidente da ESL Brasil. Com 18 anos de experiência nas áreas de games, Esports e tecnologia, Leo De Biase, 44 anos, vem de uma passagem brilhante pela NVIDIA, onde foi responsável pelas áreas de consumer marketing e relações públicas para a América Latina por mais de quatro anos.

“Após uma busca exaustiva no Brasil, encontramos o profissional ideal para desenvolver nossa operação a partir das bases já criadas, para atender o crescimento que estamos planejando para 2017. A sua experiência e carreira de sucessos na indústria de jogos, aliada à incomparável expertise global da ESL, demonstram o nosso compromisso com o cenário de Esports brasileiro e a comunidade de jogos”, diz Spike Laurie, Diretor Internacional de negócios da ESL, ex-presidente interino das operações no país.

Um dos principais desafios de De Biase será fortalecer o mercado de Esports nacional, consolidando parcerias estratégicas e buscando investimentos para as iniciativas, eventos e campeonatos que já contam com cifras e audiências gigantescas. Entre elas, a PREMIER LEAGUE BRASIL, que, em 2016, trouxe marcas como ACER, NVIDIA e Mercado Pago, que apostaram na sinergia de seu público com o produto.

“Grandes marcas como Coca-Cola, Nissan e Pepsi já patrocinam os campeonatos internacionais de Esports. Queremos atrair a atenção dessas e outras empresas para o mercado brasileiro, que não para de crescer. Com eventos presenciais e online que alcançam uma média de 2 milhões de usuários únicos, e times brasileiros entre os maiores do Esport mundial, as oportunidades para as marcas são imensas”, explica De Biase.

Trabalhando com jogos, tecnologia e Esports desde 1998, De Biase foi pioneiro no segmento das “LAN HOUSES” no país com passagens por grandes redes como Cyber Games & Internet e MONKEY Games. Entusiasta do segmento de Esports, possui experiências com organizações como CPL (Cyberathlete Professional League), ESWC (Electronic Sports World Cup) e WCG (World Cyber Games).

Fundada no ano 2000, atualmente a ESL emprega 550 funcionários em 11 escritórios ao redor do mundo. É a maior empresa de Esports e a maior produtora de conteúdo do segmento. Acumula mais de 320 milhões de horas de conteúdo transmitido via Twitch, Azubu, Hitbox e YouTube. Até hoje já distribuiu mais de US$25 milhões em prêmios individuais e para equipes, sendo a responsável pela realização de grandes competições para as maiores publishers do mundo, incluindo: a Riot Games (de League of Legends), a Blizzard (de StarCraft II e Overwatch) e a Valve (de Counter-Strike: Global Offensive).

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