Início Site

Dona Beja, a Série da HBO que Mistura Brasil Colônia com Discussões Muito Atuais

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

Quem não gosta de se aventurar pela história e todo seu esplendor por meio de filmes, novelas e séries? Pois o título da HBO, “Dona Beja” nos oferece isso e muito mais. Venha conhecer a lenda da mulher que desafiou a tudo e todos, ganhando poder e respeito em pleno século XIX, no interior do Brasil, através do imaginário da série, com uma produção esplêndida!

ATENÇÃO – Minha review não possui spoilers, mas é importante salientar que a série possui cenas de violência, e teor sexual, portanto, recomendada apenas para faixa etária adulta (16 anos)

A série “dona Beja” que foi lançada no dia 2 de fevereiro, recentemente chegou a seu capítulo final, totalizando 40 episódios, lançados semanalmente

A produção que contou com mais de 350 profissionais, uma cidade cenográfica detalhadíssima, um figurino impecável com mais de 3.000 peças, e efeitos visuais que deixam qualquer um com os olhos abismados, nos traz uma série com linguagem e acontecimentos bastante contemporâneos, tudo em meio a uma história direto do Brasil Colônia.

“Meu destino era viver. Criada pelo meu avô como uma princesa, mas eu aprendi com minha mãe a ser Beija Flor, e voar”

Com, o protagonismo de Grazi Massafera, conhecemos Anna Jacintha, mais conhecida como Beja, uma jovem de 16 anos, apaixonada pela vida e por seu noivo Antonio, que como toda boa menina, sonha em se casar com seu príncipe encantado, e viver seu “felizes para sempre”, apesar de todos os reveses de sua vida. Filha de uma mãe solteira falecida, e vivendo apenas com seu avô, Beja, apesar de ser encantadora, já sofre pelos maus olhos das famílias tradicionais da pequena Vila de Araxá. Enquanto espera o retorno de seu noivo da Europa, para que seu sonho de se casar finalmente se realize, Beja é sequestrada por um poderoso ouvidor que se encantou por sua beleza, e assim, levada para longe , tendo sua vida simples e feliz, virada de cabeça pra baixo e sonhos destruídos.

Após alguns anos, conseguindo escapar, Beja retorna a Araxá, com toda a sua sabedoria aprendida para sobreviver, e reencontrando seu amado noivo Antonio, que movido pelos mal dizeres da cidade e sua família, não acredita na fidelidade de Beja, e a nega. Além disso, também vê toda a conservadora população de Araxá lhe virar as costas. Assim, ela decide se tornar Dona Beja.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Se a vida me fez mulher Dama, eu vou transformar o mundo todo num bordel!”

A série da HBO, nos traz aspectos e discussões interessantes e atuais, como o empoderamento feminismo mediante a uma sociedade patriarcal, onde mulheres não têm voz ou vontade própria, a personagem enfrenta essas dificuldades , se igualando e impondo seu poder ao mesmo nível dos coronéis da cidade e da região, usando de seus artifícios, sedução, e dinheiro conquistado, e nunca aceitando qualquer desaforo e desrespeito, vindos de qualquer lugar. Através da Chácara do Jatobá, sua propriedade onde ela trabalha como uma prostituta de luxo, Beja possui a escolha dos homens que terão o privilégio de se deitar com ela, e assim, noite a noite, aumentando seu poder e influência.

Em contrapartida, a série também nos retrata uma taverna, onde mulheres que foram negadas na sociedade, também são prostitutas, mas sem o mesmo privilégio.

Mas não se enganem, pois estas, com o desenvolver da história, também se empoderam gradualmente, junto com a ascensão de Beja.

Além delas, diversas outras personagens, como Angelica, a esposa de Antonio, Carminha, uma doce menina que sofre desabafos diários de sua mãe, Severina, uma mulher Trans, fiel companheira de Beja, Candinha, uma mulher recusada e jogada na taverna, Genoveva Felizardo, uma esposa maltratada por seu marido e até mesmo Maria, a principal antagonista de Beja, também são exemplos de empoderamentos, que vão gradualmente nascendo dentro de cada uma, através da influência indireta de Beja.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Todas as pessoas merecem ser livres”

Junto da trama, a série nos traz outra questão atual, como o racismo.

Antonio (David Junior) o primeiro amor de Beja, é um homem negro, advogado, e politico, e neto da lendária avó Lueji, uma mulher negra, que comprou a alforria de si e de outros, com um ouro que encontrou. Antonio cresceu com a missão de seguir os passos da avó, na luta pela liberdade dos cativos. 

Além dele, outro protagonista masculino também é do personagem João (André Luiz Miranda), amigo de infância de Antônio, também advogado, e ativista na libertação, e nascido livre, graças a alforria de sua família comprada por vó Lueji.

Durante o passar dos anos, ambos se dividem diversas vezes entre suas amizade, suas irmandades negras, suas lutas pela liberdade dos escravizados, e por sua paixão por Dona Beja, ora unidos, ora rivais.

Dois personagens, que trazem desenvolvimentos diferentes, em situações parecidas, sendo homens, em meio a um século com diversos preconceitos.

Além dos dois, também temos personagens negros em posições altas e baixas na sociedade, e todos nos envolvem nas mesma luta, e assim como com as mulheres, seus desenvolvimentos pessoas e como sociedade.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Somos iguais em desgraça, vamos cantar o Blues da Piedade”

Ao assistir o primeiro episódio, a trama nos prende rapidamente, já nos colocando em meio ao retorno de Beja a Araxá, ao mesmo tempo que nos introduz ao passado, da infância de Beja, ao seu rapto.

Assistir ao desenvolvimento de todos os personagens como sociedade, é um deleite, uma vez que todos eles possuem seus dramas, defeitos e qualidades, mas igualmente, tentam sempre manter a pose da perfeição e da boa moral. 

Cada personagem, independente do papel, são perfeitamente bem construídos, fazendo com que a humanidade seja percebida. Aqui, coloco uma percepção talvez única minha, mas, acabei por ver os todos os personagens, como anti-herois, pois mesmo o mais vil dos vilões, como o Coronel Felizardo (interpretado maravilhosamente por Tuca Andrada) por vezes, colaboram com o desenrolar de tudo, as vezes atrapalhando, vezes ajudando no desenrolar da trama. 

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Prezado Imperador, aqui quem vós escreve é Anna Jacintha… ou melhor, Dona Beja”

Dona Beja se destaca não apenas pela grandiosidade de sua produção, mas também pelo cuidado técnico que sustenta sua narrativa. A fotografia bem trabalhada, o figurino detalhista e a construção de uma ambientação imersiva ajudam a criar a experiência visual envolvente, enquanto o roteiro conduz a história com ritmo e intensidade. Atualmente completa, pode ser assistida na HBO Max. Do ponto de vista pessoal, a série se mostrou extremamente agradável de acompanhar, daquelas que prendem e deixam um gostinho de “quero mais” a cada capítulo (e eu acompanhei os episódios semanalmente, sofri um pouco de ansiedade

E destaco também, para finalizar, que apesar de todos os elementos inventados para se formar uma trama de novela, a série entrega com toda a delicadeza suas referências de forma muito positiva. A lenda de Dona Beja, ou seja, a verdadeira Dona Beja de Araxá, que foi capaz de se inventar e ser uma mulher forte e empoderada, muito a frente do seu tempo, e nos lembra finalmente, que apesar de ser uma história que nos mostra problemáticas que aconteceram a quase 100 anos atrás, consegue ser ainda extremamente atual.

Simplesmente, não percam!

ASSISTA AGORA NA HBO

PUBLICIDADE

SAL Kickoff 2026: torneio sul-americano de Rainbow Six já está em andamento com dez times brasileiros

Kickoff da South America League de Rainbow Six 2026
Imagem Divulgação

A South America League (SAL) Kickoff, competição que abre a temporada 2026 de Rainbow Six: Siege na América do Sul, começou na última terça-feira (31) e segue até 19 de abril. Quatro vagas no BLAST R6 Major Salt Lake City, primeiro torneio internacional do ano, estão em jogo.

Dez times disputam vaga no Major internacional

Black Dragons, FaZe Clan, Fluxo W7M, FURIA, Imperial, INTZ, LOS, LOUD, Ninjas in Pyjamas e Team Liquid Alienware são os dez representantes brasileiros na competição. Os quatro melhores ao final do torneio garantem presença no Major, que acontece entre 8 e 17 de maio em Salt Lake City, nos Estados Unidos.

Destaques da temporada

A Team Liquid Alienware chega reformulada para 2026, tendo contratado quase todo o elenco da FURIA que venceu os dois turnos da SAL no ano passado. Já a FaZe Clan, atual bicampeã mundial, manteve seu elenco estrelado após conquistar o título do Six Invitational em Paris.

Imperial e INTZ são as novidades no Tier 1 brasileiro. As duas equipes garantiram o acesso à elite por meio da Challenger Series, realizada no início deste ano.

Como funciona o formato de disputa

As dez equipes foram divididas em dois grupos de cinco. Na fase de grupos, todos enfrentam todos dentro do mesmo grupo em partidas MD1 (melhor de um mapa). Os quatro melhores de cada grupo avançam à fase eliminatória.

A fase eliminatória segue o formato de dupla eliminação, com Chave Superior e Chave Inferior. O primeiro colocado de cada grupo vai direto às semifinais da Chave Superior, enquanto segundos e terceiros colocados disputam as quartas de final. Os quartos colocados caem para a Chave Inferior, onde não há segunda chance de eliminação.

Os quatro finalistas garantem a vaga no Major americano.

Premiação e ranking

O campeão de cada região recebe US$ 12 mil em premiação, além de 240 pontos no Ranking Global, que classifica equipes para o Six Invitational 2027, principal campeonato mundial da modalidade.

South American League será transmitida nos canais oficiais da Ubisoft na Twitch e Youtube e todas as informações podem ser encontradas nos perfis no X e no Instagram.

PUBLICIDADE

Petit Planet, da HoYoverse, abre inscrições para novo beta fechado a partir de 21 de abril

A HoYoverse anunciou uma nova rodada de testes beta fechados para Petit Planet, seu simulador de vida galáctica disponível para PC, iOS e Android. Chamado de Teste à Deriva nas Estrelas, o beta começa em 21 de abril e as inscrições já estão abertas no site oficial do jogo.

O que é Petit Planet?

Em Petit Planet, o jogador assume o papel de um Planetista e explora o vasto Mar Estelar com um planeta próprio. A proposta central é a liberdade: plantar, pescar, cozinhar, decorar, explorar praias e construir paisagens com montanhas e vales. À medida que os laços com os vizinhos e com o mundo se fortalecem, o planeta cresce e novas histórias surgem.

A energia vital do planeta, chamada Luca, molda novas paisagens e traz mudanças para a experiência do jogador ao longo do tempo.

O que há de novo no Teste à Deriva nas Estrelas?

O novo beta traz três novidades principais. Novos Vizinhos farão sua estreia, cada um com personalidades, histórias e sonhos próprios. Os jogadores podem convidá-los para se estabelecer em seus planetas e interagir por meio de conversas, trocas de presentes e momentos de convivência.

O Mar Estelar também ganha atualizações: com o mapa da região, os Planetistas podem viajar acompanhados de seus vizinhos e explorar diversas Astroilhas. Já o Bazar Galáctico segue como centro social do jogo, com atividades como tomar café, dançar, participar de leituras de sorte, sentar ao redor de fogueiras e disputar leilões.

Como se inscrever

As inscrições para o beta fechado estão abertas em planet.hoyoverse.com. Um grupo de participantes será selecionado entre aqueles que completarem o questionário de inscrição. O pré-registro também garante recompensas exclusivas.

Para acompanhar as novidades do jogo, a HoYoverse mantém perfis oficiais no YouTube, X e Facebook como @PetitPlanetGame, e no Instagram como @petitplanetgame.

PUBLICIDADE

Trilogia clássica de Resident Evil chega a Steam

resident-evil-classicos-chegam-steam-capa
Imagem divulgação (fonte: Capcom).

A franquia Resident Evil completou 30 anos e, em comemoração, a Capcom decidiu abrir seu “inventário” para presentear os fãs saudosistas (comigo incluso). Por mais que pareça pegadinha de 1º de abril, realmente, desde esse dia, a trilogia original (que inventou o gênero survival horror) está na Steam.

O pacote traz os clássicos Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis. Além do terror, os fãs de RPG ganharam o lendário Breath of Fire IV. É o momento perfeito para revisitar o passado sem precisar polir os CDs com pasta de dente para pegar.

Esse “lançamento” atende ao desejo antigo da comunidade (a parte mais raiz, pelo menos) pela preservação dos jogos. Certamente, os remakes servem para atrair um novo público e também amarrar pontas soltas na trama (em alguns casos). No entanto, o charme dos cenários pré-renderizados é algo insubstituível para alguns.

Os ângulos de câmera fixos e a jogabilidade tanque (terror dos fãs mais frescos). Ainda geram uma tensão única e desesperadora (principalmente em quem começou pelo 4). 

Fugir do Nemesis original continua causando calafrios em todas as idades (pelo menos até pegar a Rocket Launcher Infinita). Fica aqui mais uma vez minha crítica ao que fizeram com o remake do 3; a equipe responsável deveria ser presa e somente liberada após “terminar” o game.

Á sim, cada título está saindo por “miseras” 57 moedas (R$ 57,00). Mas, com o incrível desconto de 50%, que vale até 15 de abril, você pode adquirir cada um por R$ 28,50

Curiosamente, também em motivo do aniversário de 30 anos da franquia, títulos como: RE Remake, RE Zero, Resident Evil 4 (original de 2005), RE 5, RE 6, RE Revelations e RE Revelations 2 também estão em promoção por apenas R$ 22,25.

Ou seja, a Capcom quer mesmo arrancar dinheiro de velhaco saudosista viúva da trilogia clássica (no qual esse que vos escreve faz parte).

O legado de Resident Evil e o pânico em Raccoon City

Lá em 1996 saía um game chamado Resident Evil (ou Biohazard para os que pegaram a versão japonesa), que mudaria a indústria dos games para sempre. 

Desde então, a famigerada franquia já ultrapassou os 183 milhões de unidades vendidas. E, para muitos, seu início nem é mais relevante; esses tolos (geralmente castrados pelo imediatismo e cujos critérios rasos são apenas gráficos e jogabilidade) torcem o nariz para esta trilogia sem saber a magia e a experiência única que são essas obras-primas.

resident-evil-classicos-chegam-steam-re-1-capa
Imagem divulgação (fonte: Capcom).

Resident Evil (1996)

Onde conhecemos a “querida” (e hoje já familiar) Mansão Spencer na pele de Jill Valentine ou de Chris Redfield. A cena do primeiro zumbi olhando para trás ainda é uma “coisa linda”. Foi o jogo que introduziu o gerenciamento de inventário e os puzzles de fritar o cérebro. Certamente, sobreviver aos Hunters com pouca munição é o ápice do design de horror, ainda mais para quem jogou na época.

resident-evil-classicos-chegam-steam-re-2
Imagem divulgação (fonte: Capcom).

Resident Evil 2 (1998)

Aqui a rataiada cuidou de espalhar o caos nas ruas de Raccoon City. Então vivemos o primeiro dia desastroso de (um chifrudo) Leon S. Kennedy e a busca de Claire Redfield pelo maninho. O sistema de cenários A e B oferece uma rejogabilidade incrível para a época (e que nem mesmo o Remake conseguiu superar). Além disso, o Mr. X quadradão e os Lickers garantem que nenhum corredor da delegacia fosse seguro.

resident-evil-classicos-chegam-steam-re-3
Imagem divulgação (fonte: Capcom).

Resident Evil 3: Nemesis (1999)

O favorito de muitos fãs (como eu). O foco é a fuga desesperada de Jill Valentine em Raccoon City. Aqui temos a adição de um sistema de semimundo aberto pelas ruas da cidade e o sistema de escolhas (Live Selection), que garante caminhos e finais diferentes. Também temos um RNG (random number generator ou gerador de números aleatórios) que altera itens e até inimigos a cada partida, garantindo um fator replay de respeito. 

Além disso, também temos locais clássicos como a Torre do Relógio e o confronto com a Grave Digger (ambos ceifados no Remake). E, falando em clássicos, o nome Nemesis (ou Meneses, para os íntimos) não está no título à toa: o garoto sorriso é uma ameaça constante e verdadeiramente aterrorizante. Em 1999, ele era imprevisível e atravessava portas para te caçar em qualquer canto da cidade, muito diferente de uma versão scriptada de um certo game de 2020 aí.

Melhorias técnicas e requisitos de sistema

Agora vamos à parte técnica: aqui a Capcom incluiu melhorias vitais de “qualidade de vida”. Assim, é para os jogos rodarem suavemente em sistemas operacionais modernos. 

Inclusive, a empresa adicionou suporte nativo para os controles de Xbox e PlayStation. Desse modo, agora você pode jogar sem configurar programas externos complicados (ou emuladores duvidosos).

As resoluções foram ajustadas para evitar borrões estranhos em monitores atuais. Ainda não tive a honra de testar, mas é para o visual de 32 bits brilhar com uma nitidez de quase 33 bits na Steam.

Para rodar esses lançamentos, você não precisará trocar sua placa de vídeo (ufa). Os requisitos de sistema são idênticos para os três games e bem “modestos” (com muitas ressalvas). Confira o mínimo que você precisa:

  • Sistema operacional: Windows 10 ou 11 (64 bits);
  • Processador: Intel Core i5 8500 ou Ryzen 3 3100;
  • Memória RAM: 8 GB;
  • Placa de vídeo: NVIDIA GTX 1660 (6 GB) ou Radeon RX 5600 XT (6 GB);
  • Armazenamento: 4 GB de espaço disponível.

Obs.: Haja qualidade de vida para transformar um game que cabia num CD de 650 MB a 700 MB do PlayStation 1 em 4 GB.

Por fim, a Capcom manteve a alma das experiências originais intacta. Você ainda verá as famosas animações de portas abrindo nos carregamentos. Inegavelmente, essas edições são feitas para a velha guarda (os puristas da fanbase) e entusiastas do horror clássico. 

Se você quer entender onde o gênero começou, o Dia da Mentira de 2026 foi histórico. Basta garantir seus 12 GB de espaço no SSD (torço eu que não HD) e desembolsar a “quantia simbólica” de R$ 85,50 (a nostalgia talvez nunca tenha custado tanto) para ter esses 3 clássicos atemporais na sua Steam. Só lembre-se: o tempo do colégio não volta junto com a compra deles.

Enfim, queremos saber de vocês, meus sucolinos e minhas sucolinas: O PC tá tankando a trilogia? O que acharam do precinho? Se tu és da fanbase de RE, de qual vertente tu és? Resident Evil 3 Clássico ou Remake?

PUBLICIDADE

Wagner Moura entra para ‘Flesh of the Gods’, thriller de vampiros da A24 com Kristen Stewart

wagner moura
Imagem Divulgação

Wagner Moura confirmou participação em Flesh of the Gods, thriller de vampiros dirigido por Panos Cosmatos. A A24 acaba de adquirir os direitos de distribuição nos Estados Unidos, e o ator brasileiro assume o papel principal que originalmente seria de Oscar Isaac, que deixou o projeto por conflitos de agenda.

Wagner Moura Substitui Oscar Isaac no Longa

Moura viverá Raoul, um dos protagonistas da trama, ao lado de Kristen Stewart, que interpreta Alex. Os dois formam um casal em Los Angeles nos anos 1980 que, ao cair da noite, abandona seu luxuoso apartamento em um arranha-céu para mergulhar em um vibrante submundo noturno. O ponto de virada chega quando ambos cruzam com a misteriosa e enigmática Nameless e seu grupo de festeiros, sendo seduzidos para um mundo glamouroso e surreal de hedonismo, adrenalina e violência.

O roteiro é assinado por Andrew Kevin Walker, conhecido por Se7en, a partir de uma história criada por Cosmatos e Walker.

Produção Reúne Grandes Nomes

A produção está nas mãos de Adam McKay e Betsy Koch pela HyperObject Industries, junto a Jonas Katzenstein e Maximilian Leo pela produtora alemã augenschein Filmproduktion, além da própria Kristen Stewart e Maggie McLean pela Nevermind Pictures. As vendas internacionais ficam a cargo da XYZ Films, que também financia o projeto em associação com a IPR.VC.

Momento de Ouro na Carreira de Wagner Moura

A confirmação vem em um momento histórico para o ator. Com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, Moura se tornou o primeiro brasileiro indicado ao Oscar de Melhor Ator e o primeiro a vencer o Globo de Ouro de atuação, além do prêmio de Melhor Ator em Cannes. No filme, ele interpreta Marcelo, um especialista em tecnologia envolvido em uma conspiração política nos anos finais da ditadura militar brasileira.

o agente secreto netflix
Imagem Divulgação

Uma Trajetória Internacional Consolidada

Moura ganhou projeção mundial há cerca de uma década ao viver Pablo Escobar na série Narcos, da Netflix, papel que lhe rendeu sua primeira indicação ao Globo de Ouro. Desde então, consolidou carreira em produções de peso, como o filme Guerra Civil, de Alex Garland, também pela A24, e a série Ladrões de Drogas, da Apple, ao lado de Brian Tyree Henry.

Os próximos trabalhos do ator incluem 11817, ficção científica da Netflix dirigida por Louis Leterrier com Greta Lee, e o drama The Last Day, com Alicia Vikander.

PUBLICIDADE

The Lumineers estreiam turnê no Brasil com show no Rio

the lumineers
Imagem Divulgação

Chegou o mês mais aguardado pelos fãs brasileiros do The Lumineers. A banda de folk rock norte-americana desembarca no Brasil para a etapa sul-americana da turnê mundial “Automatic World Tour”, começando pelo Rio de Janeiro. O grupo promete repetir por aqui o sucesso de uma série de apresentações esgotadas na Europa e na América do Norte.

O primeiro show acontece no dia 22 de abril, no Vivo Rio, e depois da capital fluminense, a banda segue para Curitiba, no dia 24, e São Paulo, no dia 25, antes de continuar a turnê por países como Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Equador.

lumineers show brasil 2026
Pôster Divulgação

A turnê celebra “Automatic”, o mais recente álbum do grupo, descrito como um dos mais pessoais e expansivos da carreira, que representa a evolução musical dos líderes Wesley Schultz e Jeremiah Fraites após mais de vinte anos de parceria. As apresentações são carregadas de emoção, reforçando a identidade da banda e sua forte conexão com o público.

Os ingressos estão a venda desde o dia 30 de janeiro, com vendas online na Ticketmaster e nas bilheterias oficiais. Corram para garantir um lugar no espetáculo!

Conheça mais o The Lumineers:

PUBLICIDADE

YOSHIKI Toca Hino Nacional do Japão na Fórmula 1 em Suzuka e Emociona 130 Mil Fãs

yoshiki formula 1
Imagem Divulgação

O compositor e músico japonês YOSHIKI protagonizou um dos momentos mais marcantes da temporada 2026 da Fórmula 1 ao interpretar o hino nacional do Japão, “Kimigayo”, na cerimônia pré-corrida do Grande Prêmio do Japão, realizado no Circuito de Suzuka no último domingo, 29 de março.

A performance foi assistida por 130 mil espectadores presentes no circuito — a maior audiência desde o retorno da F1 ao evento em 2009 — e transmitida para 180 países.

Arranjo Inédito Une Piano Clássico e Bateria Hard Rock

YOSHIKI criou um arranjo exclusivo de “Kimigayo” que combinou sua formação pianística clássica com seu estilo característico de bateria hard rock. A apresentação começou com uma melodia suave ao piano, evoluindo progressivamente até um crescendo poderoso com a entrada da bateria, criando uma atmosfera de tensão e impacto nos instantes que antecederam a largada da corrida.

Ao fim da performance, os comentaristas oficiais da transmissão da F1 reagiram com entusiasmo: “Uau, adorei! Senti isso nos meus ossos!”

Repercussão Global nas Redes Sociais

A apresentação gerou enorme reação nas redes sociais, com fãs de todo o mundo celebrando o momento. Entre os comentários mais compartilhados estavam frases como “o arranjo rock mais incrível de um hino nacional”, “YOSHIKI adicionando double bass e blast beats ao hino japonês não estava no meu bingo, mas foi incrível” e “É verdadeiramente um arranjo incrível — soa maravilhoso!”.

yoshiki formula 1
Imagem Divulgação

Outras reações descreveram a performance como “verdadeiramente histórica” e “o arranjo de YOSHIKI combinou perfeitamente com a atmosfera de pré-largada da F1”.

Turnê Mundial Começa em Abril

Logo após a apresentação em Suzuka, YOSHIKI embarcou de helicóptero rumo a Tóquio para os ensaios finais de sua residência de três dias no Tokyo Garden Theater, entre os dias 3 e 5 de abril — pontapé inicial da Yoshiki Classical 2026 World Tour.

O Walt Disney Concert Hall, em Los Angeles, receberá YOSHIKI em dois shows exclusivos nos dias 16 e 17 de julho de 2026. Intituladas “Scarlet Night” e “Violet Night”, as apresentações marcam o retorno do artista aos Estados Unidos após sua terceira cirurgia na coluna cervical, realizada no final de 2024.

Cada noite terá um setlist diferente, e os shows representam, segundo o próprio artista, um “renascimento” — unindo suas composições cinematográficas à acústica do principal espaço cultural de Los Angeles.

Os ingressos entram em pré-venda exclusiva para membros do fã-clube em 26 de março às 11h (horário do Pacífico) e para o público geral em 10 de abril às 10h. Mais informações em yoshiki.net/disneyhall2026.

PUBLICIDADE

Grupo Leonora lança coleção de brinquedos educativos inspirada no universo Minecraft

grupo leonora minecraft
Imagem Divulgação

A Leo&Leo, marca do Grupo Leonora, anuncia linha com oito produtos temáticos que unem criatividade e aprendizado para crianças, disponíveis nas principais redes varejistas do Brasil.

Minecraft chega ao universo dos brinquedos físicos

A coleção Minecraft Leo&Leo chega ao mercado brasileiro inspirada no jogo mais popular do mundo e no sucesso recente do filme lançado em 2025, que ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria e se tornou o segundo longa baseado em games mais assistido da história.

A nova linha reúne oito produtos que conectam o universo digital dos blocos a atividades criativas e educativas, pensadas para estimular habilidades como imaginação, raciocínio lógico e coordenação motora.

Produtos que combinam diversão e desenvolvimento infantil

A coleção inclui itens de pintura, massinha, jogos e livros de atividades. O Kit de Pintura Assopra e Pinta Minecraft usa canetas spray para criar efeito de aerógrafo, acompanhado de estênceis e adesivos temáticos. Já o Livro de Colorir com Água Minecraft revela imagens ao contato com água e pode ser reutilizado diversas vezes.

Para estimular o raciocínio e a memória, o Jogo da Memória 2 em 1 Torre Minecraft traz 48 cartas ilustradas com personagens do jogo em formato de torre. O Quebra-Cabeça com Formato Minecraft, com 98 peças, e a Massinha de Modelar Maleta Minecraft, com 10 cores e moldes temáticos, completam as opções voltadas ao desenvolvimento cognitivo.

“Com essa coleção, queremos levar essa experiência para o universo físico, estimulando habilidades importantes da infância”, afirma Arieli Silva, Gerente de Marketing e Trade do Grupo Leonora.

Onde encontrar os brinquedos Minecraft Leo&Leo

Os produtos já estão chegando às principais lojas de brinquedos, papelarias e redes varejistas do Brasil. A coleção completa reúne ainda o Livro de Atividades Mini Latinha, o Carimbo Autotintado Decorado com seis estampas e o Kit Pintura Cores dos Personagens, estojo completo com aquarela, giz de cera e acessórios.

PUBLICIDADE