A Kojima Productions lançou Death Stranding 2: On the Beach para PC, celebrando a chegada do jogo à plataforma com um trailer de lançamento editado pelo próprio Hideo Kojima. A atualização também traz novidades simultâneas para a versão de PlayStation 5.
Novo modo “To the Wilder” é o destaque do conteúdo
A principal adição é o modo “To the Wilder”, um desafio de dificuldade extrema criado para testar as habilidades dos jogadores em ambientes repletos de inimigos letais. O modo se junta a outras novidades de conteúdo, como bandanas personalizáveis para Sam e a nova área de treino em realidade virtual “Preso em uma Dimensão Estranha”, onde é possível reviver confrontos marcantes do jogo.
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Outra adição é o Felino Quiral, que aparece no quarto privado do personagem e pode ser integrado ao Modo Foto para registros exclusivos das viagens pela rede quiral.
Tecnologia de ponta na versão para PC
No campo técnico, a versão PC chega com suporte completo para DLSS (NVIDIA), FSR (AMD) e XeSS (Intel), taxas de quadros desbloqueadas e suporte a resoluções superultrawide. Jogadores com hardware de alto desempenho podem ativar Ray Tracing para reflexos e oclusão de ambiente, elevando o realismo visual em superfícies como água e alcatrão.
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PS5 também recebe as novidades
Todo o novo conteúdo, além do suporte ao formato ultrawide padrão, está disponível simultaneamente para os usuários de PlayStation 5, garantindo que toda a comunidade tenha acesso às novidades deste novo capítulo da visão de Kojima. Para saber mais, acesse o blog oficial da PlayStation.
A Paramountdivulgou o primeiro teaser trailer de “Sonic 4: O Filme”, um ano antes da estreia oficial nos cinemas, marcada para 18 de março de 2027. O anúncio chega após as três produções anteriores da franquia ultrapassarem US$ 1 bilhão em bilheteria global.
A grande novidade do quarto filme é a estreia de Amy Rose, personagem clássica da franquia SEGA, que será dublada no original por Kristen Bell. Outro reforço no elenco é Ben Kingsley, que entra para o universo live-action em um papel ainda não revelado.
Elenco e direção
Jeff Fowler retorna à direção, mantendo a continuidade criativa dos três primeiros filmes. Ben Schwartz segue como a voz de Sonic, ao lado de um elenco extenso que inclui Jim Carrey, Idris Elba, Keanu Reeves, James Marsden, Tika Sumpter, Matt Berry, Colleen O’Shaughnessey, Lee Majdoub, Nick Offerman e Richard Ayoade.
A produção está a cargo de Neal H. Moritz, Toby Ascher e Toru Nakahara, com distribuição pela Paramount Pictures.
A Pearl Abyss confirmou o lançamento global de Crimson Desert para esta quinta-feira (19), às 19h no horário de Brasília. O jogo de ação e aventura em mundo aberto chega simultaneamente para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam, Apple Mac, Epic Games Store e ROG Xbox Ally. O título conta com dublagem completa em inglês, coreano e chinês, além de legendas em 14 idiomas — incluindo o português do Brasil.
Desenvolvido com o BlackSpace Engine, motor gráfico próprio da Pearl Abyss, Crimson Desert apresenta um mundo aberto massivo com ambientes variados: áreas selvagens, cidades movimentadas, ruínas antigas e culturas diversas que compõem um cenário vivo e detalhado.
O sistema de combate permite encadear combos com espadas, machados, lanças, armas de longo alcance, além de golpes corpo a corpo, chutes e agarrões. A progressão do personagem é moldada pelo próprio jogador por meio da exploração e de confrontos com chefes. A movimentação pelo mundo é um dos pilares do jogo. Mecânicas de escalada, planagem e outros sistemas de movimento garantem liberdade total na navegação pelo mapa.
Para mais informações sobre Crimson Desert, acesse o site oficial do jogo e siga-nos nas redes sociais.
Red Dead Redemption chega ao Nintendo Switch como um dos ports mais bem-executados para o console da Nintendo, equilibrando fidelidade ao material original com um desempenho técnico competente. Para quem ainda não conhecia a saga de John Marston, a versão portátil é uma porta de entrada sólida para um dos melhores jogos de faroeste já feitos.
Cabe dizer logo de cara: é a primeira vez que muitos jogadores de Nintendo encaram um título do gênero seriamente. E Red Dead Redemption surpreende — e muito.
Atmosfera que transporta: o poder do cenário
Mesmo quem nunca tocou em um jogo de faroeste vai se sentir em casa rapidamente com Red Dead Redemption no Switch. A Rockstar construiu um mundo que respira o gênero: poeira, planícies abertas, cidades de madeira e uma trilha sonora que parece arrancada diretamente de um filme de Sergio Leone. Quem é fã da Trilogia do Dólar ou de Era uma Vez no Oeste, por sinal, dos meus filmes preferidos da vida, vai reconhecer imediatamente o DNA visual e emocional do jogo.
Esse clima não é acidental. É resultado de um trabalho de direção artística muito cuidadoso, que coloca o jogador dentro de um crepúsculo do Velho Oeste — um mundo prestes a desaparecer com a chegada da modernidade. A história de John Marston, um ex-fora da lei forçado a perseguir seus antigos comparsas em troca da liberdade da sua família, carrega temas de redenção, lealdade e o peso do passado que reverberam além do tempo. É o tipo de roteiro que torna difícil largar o controle.
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Desempenho técnico: o port que funciona
A versão para Nintendo Switch roda a 30 frames por segundo — uma limitação do hardware, mas que não prejudica a experiência de forma significativa. Em modo dock, os gráficos se sustentam bem: as texturas, iluminação e a composição dos ambientes estão à altura de um jogo que já tem mais de 15 anos, e o resultado é visualmente satisfatório sem grandes concessões.
O port chama atenção pela estabilidade. Quedas de frame são raras ou imperceptíveis no modo TV, o que é um feito considerável levando em conta o porte do jogo e as limitações técnicas do console. Para um título desse tamanho, a Rockstar entregou um trabalho de otimização sólido.
Vale mencionar que a experiência em modo portátil foi menos explorada nesta análise já que não joguei tanto nessa pegada, então uma avaliação definitiva dessa modalidade fica para outra oportunidade. Para quem pretende jogar majoritariamente na TV, no entanto, a versão cumpre o que promete.
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Um diferencial que importa: localização em português do Brasil
Um ponto que merece destaque especial é a presença de localização completa em português do Brasil. Para o público brasileiro, isso transforma significativamente a experiência — diálogos, menus e textos de missões ganham uma acessibilidade que facilita a imersão e elimina uma barreira que afastava parte do público do jogo original. É um gesto que mostra atenção ao mercado brasileiro e faz diferença real no dia a dia de quem joga.
Missões principais e secundárias: qualidade que surpreende
A campanha principal de Red Dead Redemption pode ser concluída em menos de 20 horas para quem seguir apenas a linha narrativa central — um número relativamente baixo para os padrões de mundo aberto atual, mas que reflete uma história bem cadenciada, sem diluição desnecessária.
O que impressiona é a qualidade das sidequests. Ao contrário do que se poderia esperar de um jogo mais antigo, boa parte das missões secundárias é bem escrita e possui peso narrativo real — chegando a rivalizar com as missões principais em alguns momentos. O trabalho de construção de personagens e situações nas histórias paralelas mostra o quanto a Rockstar investiu em dar vida ao mundo além da trama central.
Nem tudo é perfeito, porém. Algumas missões secundárias se resumem a capturas de animais ou de foragidos, sem muita profundidade. São tarefas funcionais, mas que contrastam com o nível das demais. Quem busca exploração completa do mapa, com todos os easter eggs e localidades espalhadas pelo mundo, pode esperar um tempo total bem mais longo do que as 20 horas da campanha.
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O pacote: o que está incluído
A versão do Switch traz o jogo base completo mais a expansão Undead Nightmare — um conteúdo de campanha adicional que coloca o mesmo universo em um cenário de zumbi, com um tom mais leve e exagerado que contrasta bem com o drama do jogo principal. É uma adição bem-vinda e que agrega valor ao pacote.
Por outro lado, o modo multiplayer original foi removido de todas as versões deste relançamento, incluindo a do Switch. Isso representa uma perda real para quem esperava uma experiência online, mas para o jogador solo esse vazio dificilmente será sentido — a campanha e as missões secundárias já entregam conteúdo suficiente para justificar o investimento.
O preço cobrado pode soar elevado para alguns, considerando que estamos falando de um jogo de 2010 sem reestruturação de mecânicas ou modernização de animações. Mas quem enxergar o título pelo que ele é — uma das melhores histórias já contadas em um videogame, agora portátil — vai entender o valor do que está comprando.
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Mecânicas: o jogo resiste bem ao tempo
O sistema de tiro e o Dead Eye — mecânica que desacelera o tempo e permite marcar alvos com precisão — continuam funcionando bem. Não são mecânicas tão fluidas quanto as de Red Dead Redemption 2, lançado anos depois e com uma camada de simulação muito maior, mas para quem está chegando ao primeiro jogo agora, a experiência é satisfatória e divertida. A exploração a cavalo pelo mapa aberto ainda tem um charme particular, reforçado pela direção de arte e pela trilha sonora.
Quem vier direto do segundo jogo pode estranhar algumas rigidezes do controle e a ausência de sistemas mais elaborados. Mas para o público que está descobrindo a franquia agora pela versão Switch — que é o meu caso —, essa questão simplesmente não existe.
Vale a pena?
Red Dead Redemption no Nintendo Switch é um port competente de um jogo excelente. A combinação de performance estável em modo dock, localização em PTBR, narrativa de alto nível e a inclusão de Undead Nightmare forma um pacote que justifica a compra — especialmente para quem nunca teve acesso ao original. As limitações técnicas do hardware são reais, mas não comprometem o que importa: a experiência de viver a história de John Marston e de se deixar levar por um dos melhores mundos abertos já criados. E para quem terminar animado, a boa notícia é que o segundo jogo espera — e promete ser ainda melhor.
Depois de um ano fora do estoque, o Livro de Receitas dos Animes está de volta — e com 30% de desconto usando o cupom MAR10 até 31 de março. A obra, escrita pela criadora de conteúdo Nadine Estero, reúne 75 receitas inspiradas em animes de diferentes gerações, com pratos que vão de entradas a sobremesas e bebidas. Cada receita vem acompanhada de contexto sobre a ligação do prato com a história original e da indicação do episódio exato em que ele aparece.
O que tem no livro
O livro cobre pratos de todos os níveis de dificuldade, dos mais simples aos mais elaborados. Entre as receitas estão os bolinhos de carne de porco de Haikyuu!!, o omelete suflê de Food Wars!, o banquete de carne de Dragon Ball Z, as panquecas de morango com macarons de Your Name e a vaca quente de rum amanteigado de Laid-Back Camp, entre muitas outras.
Além das receitas, a publicação conta com ilustrações no estilo anime e abrange desde favoritos japoneses tradicionais até recriações inventivas de pratos que marcaram o imaginário dos fãs.
Sobre a autora
Nadine Estero é criadora de conteúdo asiática especializada em receitas inspiradas em animes e videogames. No livro, ela resgata momentos culinários marcantes da cultura anime — seja em cenas do cotidiano ou em episódios inteiros dedicados à gastronomia — e os traduz em receitas acessíveis para o dia a dia.
Para garantir a reimpressão com desconto, basta usar o cupom MAR10 até 31 de março.
Um livro que se abre como um palco. Essa é a proposta do projeto “Kasajizô (O Jizô e os chapéus de palha)”, livro-kamishibai bilíngue em português e japonês que acaba de lançar campanha de financiamento coletivo na plataforma Catarse. A iniciativa é uma parceria entre a Editora Laboralivros, pelo selo Urso, e a professora Satomi Oishi Azuma, da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
A campanha funciona no modelo tudo ou nada — só se concretiza se atingir a meta — e tem recompensas com valor especial na primeira semana. As contribuições podem ser feitas em catarse.me/kamishibai2.
O que é o kamishibai
O kamishibai é uma forma tradicional japonesa de contar histórias que combina narrativa oral com ilustrações exibidas em sequência dentro de um pequeno teatrinho de madeira. Muito popular no Japão do século XX, a prática reunia crianças e adultos de forma comunitária e afetiva.
No projeto atual, essa tradição foi reinventada em formato livro-luva: uma caixinha que se abre como palco, com lâminas ilustradas em papel resistente de 300g, em tamanho próximo ao A4. No verso de cada lâmina, o texto em português e japonês orienta quem narra a história.
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O conto escolhido
A história selecionada para o projeto é o Kasajizô, uma das narrativas mais conhecidas do folclore japonês. O conto acompanha um casal de idosos que, mesmo vivendo na pobreza, decide proteger estátuas de pedra Jizô da neve com chapéus de palha. O gesto de generosidade é recompensado de forma inesperada na noite de Ano Novo.
A tradução e adaptação foram feitas por alunos do curso de Letras Japonês da UFPR, com supervisão da professora Satomi Azuma. As ilustrações ficaram a cargo de estudantes convidados, tornando a obra um trabalho coletivo que une tradição, jovens criadores e diversidade cultural.
Recompensas para apoiadores
Além do livro-kamishibai, quem apoiar a campanha pode receber itens exclusivos: totebag dos Jizô (no tamanho do livro), ímã protetor em formato de Jizô, cartela de adesivos com imagens inspiradas no Japão e livro de colorir com ilustrações do kamishibai.
Continuidade e impacto educacional
Com a meta atingida, a equipe poderá inscrever o projeto em editais públicos de cultura, visando a produção de novas histórias em formato kamishibai e sua distribuição gratuita em escolas e instituições de ensino no Brasil.
O curso de Letras Japonês da UFPR desenvolve projetos com kamishibai desde 2015, levando apresentações de mukashi banashi — histórias tradicionais japonesas — a escolas, eventos culturais e ações comunitárias. A parceria com a Editora Laboralivros representa a chegada desse trabalho ao mercado editorial.
A Universal Pictures marca presença no Lollapalooza Brasil com um grande estande dividido em duas ativações temáticas: uma dedicada a “Super Mario Galaxy: O Filme”, com estreia em 1º de abril, e outra à cinebiografia “Michael“, que chega aos cinemas em 23 de abril. O público poderá visitar o espaço nos três dias do festival — de 20 a 22 de março —, das 11h às 23h.
Super Mario Galaxy: cenário, fotos e tatuagens temporárias
Na área dedicada ao filme dos irmãos Mario e Luigi, os visitantes podem tirar fotos em um cenário inspirado no cartaz oficial do longa. A estrutura inclui um barquinho cenográfico e as lumas — criaturas estrelares ligadas à personagem Rosalina. Ao final da experiência, o público ainda leva para casa tatuagens temporárias com personagens do filme.
Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, “Super Mario Galaxy: O Filme” acompanha Mario e seus amigos em uma missão galáctica para enfrentar uma nova ameaça cósmica que coloca todo o universo em perigo.
Michael: pista de dança e vídeo da coreografia
A ativação dedicada à cinebiografia de Michael Jackson aposta na interatividade. No espaço, os fãs podem dançar ao som de “Don’t Stop Till’ You Get Enough” e ainda levar para casa o vídeo da própria coreografia.
O filme acompanha a trajetória do Rei do Pop desde os tempos do The Jackson 5 até o início de sua carreira solo, com destaque para performances icônicas e para sua vida fora dos palcos.
As ativações da Universal Pictures estarão disponíveis ao público durante toda a programação do Lollapalooza Brasil, nos dias 20, 21 e 22 de março.
A Sakura Alimentos confirma participação no Nekofest 2026, festival de gastronomia e cultura asiática realizado no dia 21 de março, no Largo da Batata, em Pinheiros, São Paulo. A marca estará presente com estande próprio e a linha Kit Sushi, dentro da estratégia “Inspirando Novos Sabores” para 2026.
O evento tem entrada gratuita, programação das 11h às 20h e é pet friendly.
Kit Sushi: ingredientes profissionais para fazer em casa
No estande da Sakura, o público poderá conhecer a linha Kit Sushi, que reúne os principais ingredientes para o preparo de sushi em casa com qualidade profissional: arroz japonês, vinagre de arroz, alga nori, shoyu e demais itens da receita tradicional.
A participação no Nekofest está alinhada ao posicionamento da empresa para o ano. “O Nekofest é exatamente o tipo de encontro que a Sakura quer apoiar: plural, autêntico, animado e cheio de vida”, afirma Roberto Otake, CEO da Sakura Alimentos. “Estar nesse festival é uma forma concreta de mostrar que a cozinha asiática é acessível e cheia de possibilidades para o dia a dia de qualquer brasileiro.”
O que é o Nekofest
Criado pela plataforma Vou de Nekô, o Nekofest nasceu com a proposta de reunir toda a Ásia em um só lugar — algo inédito em São Paulo. O festival cresceu edição a edição e se consolidou como um dos principais encontros de gastronomia e cultura oriental da cidade.
Em 2026, o evento se torna exclusivamente presencial e aprofunda seu papel como espaço de pertencimento e celebração das culturas de China, Coreia, Índia, Japão, Tailândia, Vietnã e Ásia Ocidental, com curadoria 100% asiática.
Além da gastronomia, a programação inclui marcas de beleza, moda, casa, acessórios e ilustração, apresentações artísticas, shows musicais e atrações culturais.
Sakura: mais de 85 anos de história
Com mais de 85 anos de atuação, a Sakura Alimentos está presente em mais de 120 mil pontos de venda no Brasil e exporta para mais de 15 países, incluindo o Japão. A empresa mantém quatro unidades industriais e um portfólio com mais de 330 produtos, sendo referência nacional em condimentos e molhos de origem asiática.
SERVIÇONekofest 2026 — São Paulo
Data: 21 de março de 2026 (sábado)
Horário: 11h às 20h
Local: Largo da Batata — R. Fernão Dias, 640, Pinheiros, São Paulo