O longa-metragem O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, acumulou 3,8 milhões de visualizações na Netflixduas semanas após sua estreia na plataforma, em 7 de março.
Pela segunda semana consecutiva, o filme figura entre os dez títulos de língua não-inglesa mais assistidos do serviço em todo o mundo — um desempenho expressivo para uma produção brasileira no cenário global do streaming.
Coprodução internacional e prestígio na temporada de prêmios
O Agente Secreto foi produzido pela CinemaScópio em coprodução com a Netflix Brasil e parceiros da França, Alemanha e Holanda. O projeto chegou à plataforma após uma trajetória de destaque na temporada de premiações internacionais.
O Japão tem uma longa tradição de duplas musicais femininas que conquistam fãs pela autenticidade e pela química entre as artistas. O REIRIE, formado por Rei e Rie, é o exemplo mais recente — e talvez o mais singular — dessa tradição. As duas se reencontraram em janeiro de 2023, após anos seguindo carreiras separadas: Rei à frente da banda de rock BRATS e da marca de moda ‘suiciDe’, e Rie construindo uma trajetória como atriz e modelo. O reencontro não foi planejado, mas, como as próprias descrevem, parecia inevitável. “Não foi uma decisão tão deliberada; aconteceu de forma muito natural”, conta Rei.
Agora com um EP de estreia em uma grande gravadora, a MoooD Records (Bandai Namco Music Live), o REIRIE chega ao mercado internacional com o projeto Amethyst— e, com ele, ao radar dos fãs brasileiros. O EP transita entre o rock emotivo com guitarra e o R&B soul, explorando temas como solidão, amor na era digital e a busca por conexões genuínas em um mundo cada vez mais mediado pela tecnologia. Com cerca de 90% do público feminino e uma turnê de 12 cidades pelo Japão em andamento, a dupla já mira horizontes além da Ásia.
Em entrevista exclusiva, Rei e Rie falam sobre o reencontro que deu origem ao projeto, o simbolismo por trás da ametista, a música ‘AISHITEYO’ e os planos para encontrar os fãs ao redor do mundo — incluindo o Brasil.
1. Vocês se reencontraram em janeiro de 2023 após seguirem carreiras individuais — a Rei com a banda de rock BRATS e sua marca de moda ‘suiciDe’, e a Rie como atriz e modelo. O que fez vocês perceberem que era o momento certo para se unirem novamente? Houve um momento ou conversa específica que desencadeou a formação do REIRIE?
Rei: Quando nos reencontramos, as duas ficamos com aquela sensação de “bem, já que nos encontramos de novo, meio que temos que fazer isso”, então não foi uma decisão tão deliberada; aconteceu de forma muito natural. Acho que o fato de termos nos encontrado novamente depois de tanto tempo já tinha significado por si só.
Rie: A possibilidade de um dia nos reunirmos novamente com a Rei-chan sempre esteve no meu coração. Senti que se nos encontrássemos de novo, não haveria como parar. Simplesmente começaria. Não foi tanto um pressentimento, mas algo que já parecia decidido. Fui eu quem tomei a iniciativa porque queria vê-la, e acho que isso por si só é toda a resposta.
2. O EP ‘Amethyst’ marca a estreia de vocês em uma grande gravadora, a MoooD Records (Bandai Namco Music Live). Por que escolheram a ametista como conceito central? Há algum simbolismo especial nesta pedra roxa que reflita a identidade do REIRIE — especialmente considerando o equilíbrio entre luz e escuridão, fofura e perigo que vocês representam?
Rei: A ametista é conhecida como a “pedra do amor” e também é a pedra de nascimento de fevereiro. Escolhemos com a esperança de que este álbum se torne um amuleto de sorte para todos que o ouvirem. Como nossa turnê do álbum também começa em fevereiro, o momento pareceu perfeito. E quando você mistura as cores do REIRIE, azul e rosa, obtém o roxo, então isso também parece muito fiel a quem somos.
Rie: As pedras preciosas são lindas porque mudam dependendo da luz. O roxo da ametista parece uma cor secreta que contém tudo o que não conseguimos colocar em palavras. Nosso equilíbrio acontece naturalmente, então é difícil explicar, mas doçura sozinha não é suficiente, e a escuridão pura é igualmente monótona. É uma mistura de fofura com um toque de veneno por baixo. Talvez pareça assim porque nós duas o selamos em algo sólido que ninguém pode quebrar.
3. A letra de ‘AISHITEYO’ aborda temas profundos sobre solidão, inteligência artificial e a busca pelo amor verdadeiro na era digital (‘Confundindo o amor da IA com amor real, e agora não podemos escapar’). Qual mensagem vocês querem transmitir aos fãs com essa música? Como vocês enxergam a relação entre a tecnologia e as emoções humanas genuínas?
Rei: Acho que, no fundo, todo mundo quer ser amado. Mas nos relacionamentos reais, muitas vezes é difícil ser amado do jeito que você quer, dependendo do momento e das circunstâncias. Hoje em dia, as redes sociais facilitam muito a busca por validação e o compartilhamento de informações, e às vezes pode parecer que a versão de você online é mais amada do que quem você é na vida real. Esse tipo de desconexão é algo que eu realmente sinto. A IA pode te dar as respostas que você quer, quando você quer. Mas é justamente a negociação e a bagunça dos relacionamentos humanos reais que fazem o amor parecer complexo e real.
Rie: Mesmo fora da IA, acho que todo mundo tem momentos em que se torna confuso se o amor é real ou não. As palavras “me ame” são especialmente difíceis de dizer. Essa dificuldade em si pode ser o que separa a emoção humana da tecnologia. Para as pessoas, essas palavras podem parecer tão poderosas que poderiam te quebrar, então muitos não conseguem dizê-las. E, no fundo, queremos que alguém nos alcance tanto que parece que nosso coração vai parar, mas ainda assim escondemos isso. Acho que esse anseio puro e desamparado é o que preenche a nossa “AISHITEYO”.
4. O EP explora desde o rock emotivo com guitarra até o R&B soul, destacando o contraste vocal de vocês. Como funciona o processo criativo do REIRIE? Vocês participam ativamente das decisões sobre letras, arranjos e direção musical? E como vocês exploram as diferenças e a complementaridade entre suas vozes?
Rei: Para letras e arranjos, primeiro ouvimos o que nos é enviado e depois refinamos em equipe, focando nas nuances e no que parece certo para o REIRIE. A voz da Rie e a minha têm qualidades completamente diferentes, mas quando cantamos em uníssono, elas se misturam lindamente, e acho que esse é um dos nossos pontos fortes.
Rie: Juntamente com a equipe, decidimos quais músicas são possíveis apenas com o REIRIE. Se pensarmos nas nossas músicas como uma árvore, a voz da Rei-chan é como o tronco, e eu sou como as pequenas folhas que crescem a partir dele. Eu me divirto cantando, mudando meu tom de diferentes maneiras, guiada pela voz dela.
5. O REIRIE é conhecido pelos visuais marcantes que misturam materiais contrastantes como renda, pele e couro. Rei, você fundou a marca de moda ‘suiciDe’. Como sua experiência com moda influencia a identidade visual do REIRIE? Ambas participam ativamente das decisões de figurino e direção de arte para os projetos de vocês?
Rei: Desde o início, trabalhamos com a equipe rurumu nos figurinos do REIRIE. A designer, Kanae-chan, entende muito bem nossas personalidades, senso de equilíbrio e gostos, então geralmente confiamos a direção geral a ela. A partir daí, cada uma de nós discute e solicita ajustes nos detalhes mais finos.
Rie: Sempre pedimos para a Kanae Higashi da rurumu criar nossas roupas. Damos a ela referências simples, como o estilo que queremos, e então ela desenvolve a partir disso, adicionando e refinando elementos que refletem cada uma de nós. Não é tanto sobre dirigir ativamente a arte, mas sim que, para sermos fiéis a nós mesmas, naturalmente escolhemos esses tipos de materiais. Ser apenas fofa seria chato, e ser apenas durona pareceria falso. Esse estado intermediário pode ser o que visualiza quem somos por dentro. Amo todas as nossas roupas.
6. É notável que a maioria dos fãs do REIRIE sejam mulheres. A que vocês atribuem essa conexão especial? O que vocês acham que as mulheres encontram na música e nas mensagens de vocês que ressoa tão profundamente? E o que gostariam de dizer às fãs brasileiras que estão descobrindo o REIRIE agora?
Rei: Cerca de 90% dos nossos fãs são mulheres, e acho que muitas delas cresceram ao nosso lado. O REIRIE não é um relacionamento fabricado. Somos apenas duas pessoas reais que se conheceram naturalmente, e acho que essa autenticidade é o que atrai as pessoas e com o que elas se identificam. Ficaríamos muito felizes se os fãs no Brasil também pudessem ver e se conectar com esse relacionamento real entre nós ❣️
Rie: Assim como o REIRIE parece destino, acho que os fãs que se sentem atraídas por nós compartilham esse mesmo tipo de conexão. Há algo especial entre nós, onde as pessoas ressoam com, ou até se sentem salvas por, as emoções cruas e músicas que não podemos compartilhar com mais ninguém. Esse tipo de atração, esses sentimentos, não podem ser parados. Eu ficaria feliz se você sentisse o mesmo.
7. Atualmente, vocês estão no meio da ‘REIRIE Live Tour 2026 -Amethyst-‘, a maior turnê da carreira de vocês, cobrindo 12 cidades no Japão. Como tem sido essa experiência? E, considerando que o projeto ‘Amethyst’ representa um passo estratégico em direção à expansão internacional, existem planos concretos para turnês fora da Ásia, incluindo a América Latina e o Brasil? Por fim, vocês poderiam deixar uma mensagem especial para os fãs brasileiros que estão descobrindo o REIRIE agora?
Rei: Ainda estamos trabalhando nos planos concretos, mas um dia queremos ir encontrar os fãs do REIRIE em todo o mundo. Para todos no Brasil que estão nos descobrindo pela primeira vez, com certeza iremos encontrá-los aí um dia ★
Rie: Nesta turnê, estamos realmente sentindo o quão especial é poder ir aos lugares onde as pessoas estão esperando por nós. Tem sido muito divertido, e estamos fazendo muitas novas descobertas ao longo do caminho. Quanto aos nossos planos internacionais, por favor, aguardem!! Para todos os fãs brasileiros, vamos nos divertir juntos.
O KOCOWA+ reforça sua grade de conteúdo com cinco novos K-Dramas em março, todos com legendas profissionais em português. As estreias incluem produções dos gêneros romance, comédia, fantasia e mistério, estreladas por nomes como Yoo Yeon Seok, ESom e Hong Kyung.
Os dramas já disponíveis
Advogado Fantasmaé uma das apostas da plataforma para o mês. No drama, Yoo Yeon Seok — que esteve no Brasil em 2025 — vive o advogado Shin Yi Rang, um profissional que adquire a habilidade de ver fantasmas e passa a ajudá-los a encontrar a justiça necessária para descansar em paz. A série mistura drama jurídico, mistério, fantasia e comédia.
Também já disponível, Doutor Shin acompanha um neurocirurgião obcecado pela noiva, uma atriz popular que entra em morte cerebral após um acidente misterioso. Para salvá-la, ele realiza um procedimento proibido: trocar o cérebro dela pelo de outra pessoa.
Estreias ao longo do mês
Mercado de Concreto chega à plataforma no dia 20 de março. Ambientada em um cenário pós-apocalíptico, a história se passa em um único prédio que sobreviveu a um terremoto devastador e se transformou em um centro de trocas onde os sobreviventes disputam recursos em um jogo de hierarquia e sobrevivência.
No dia 26, estreia Vida Nova no Interior, comédia que acompanha uma família de Seul que se muda para a pequena vila de Yeonriri em busca de recomeço financeiro e emocional. No novo ambiente, os personagens enfrentam dilemas românticos, profissionais e familiares, além de conflitos com os moradores locais.
Fechando o mês, Nossos Dias Felizes estreia no dia 30. O drama centra na relação entre o arquiteto perfeccionista Go Gyeol e a desastrada Jo Eun Ae, que sonha em criar um mundo mais humanizado com o uso de inteligência artificial — em meio a conflitos de personalidade e geracionais.
O BTS marcou seu retorno aos palcos neste sábado (21) com o BTS THE COMEBACK LIVE | ARIRANG, transmitido ao vivo pela Netflix direto da Praça Gwanghwamun, em Seul, na Coreia do Sul. A apresentação celebrou o lançamento do novo álbum do grupo, também chamado ARIRANG, e reuniu os sete integrantes — RM, Jin, SUGA, j-hope, Jimin, V e Jung Kook — pela primeira vez após o cumprimento do serviço militar obrigatório. O especial já está disponível na plataforma.
Show de abertura combinou tradição coreana e produção contemporânea
A apresentação começou com uma mistura de instrumentos tradicionais coreanos e elementos modernos. Cinquenta dançarinos marcharam em formação na plataforma superior do Palácio Gyeongbokgung antes da entrada do grupo, que abriu o evento com a saudação: “Olá, Seul! Estamos de volta.”
A primeira música, “Body to Body”, incorpora uma melodia da tradicional canção coreana “Arirang” e definiu o tom emocional e simbólico da noite. A setlist incluiu 12 faixas no total, sendo oito delas apresentadas ao vivo pela primeira vez — todas do novo álbum: “Body to Body”, “Hooligan”, “2.0”, “Aliens”, “FYA”, “SWIM”, “Like Animals” e “NORMAL”. Os clássicos “Butter”, “MIC Drop”, “Dynamite” e “Mikrokosmos” completaram o repertório.
Veja o trailer abaixo:
Simbolismo e identidade cultural ao longo da performance
Ao longo do show, o BTS entrelaçou referências à identidade coreana na produção visual. Em “Aliens”, gráficos de geongongamri — os quatro trigramas da bandeira sul-coreana, que representam a harmonia entre céu, terra, água e fogo — fluíram em preto e branco pelos telões de LED. As faixas “NORMAL”, “Like Animals”, “SWIM” e “FYA” incorporaram sutilmente símbolos inspirados nos padrões Geon, Gon, Gam e Ri do Taegeuk, reforçando o tema de identidade e raízes do álbum.
O destaque da noite foi a performance de “SWIM”, que evidenciou a maturidade artística do grupo. Com movimentos controlados e precisos, os integrantes expressaram a profundidade emocional da faixa em uma das cenas mais marcantes do evento.
O encerramento ficou por conta de “Dynamite” e “Mikrokosmos”. Na última, cubos de LED se iluminaram gradualmente como estrelas e se expandiram em projeções pelas paredes de Gwanghwamun, enquanto o público cantava junto. Antes das músicas finais, RM deixou a mensagem: “Não importa o que aconteça, prometemos continuar nadando juntos.”
O especial foi dirigido por Hamish Hamilton e produzido por HYBE, BIGHIT MUSIC e Done + Dusted.
Documentário sobre o retorno do BTS estreia dia 27 de março na Netflix
Na próxima sexta-feira (27), a Netflix lança BTS: O REENCONTRO, documentário de longa-metragem dirigido por Bao Nguyen e produzido por This Machine e HYBE. O filme acompanha o processo de reunião do grupo em Los Angeles, onde os integrantes voltaram a fazer música juntos após o período separados pelo serviço militar.
Imagem Divulgação
O documentário registra os bastidores da criação do álbum ARIRANG e reflete sobre a trajetória que transformou o BTS em ícones globais desde a estreia em 2013. Segundo a descrição oficial, a obra oferece “acesso sem precedentes ao grupo” em um retrato de “resiliência, irmandade e reinvenção”.
O Monsters of Rock 2026 acontece no dia 4 de abril (sábado) no Allianz Parque, em São Paulo. Em sua nona edição, o festival reúne um dos lineups mais potentes de sua história, com sete atrações que atravessam gerações do rock mundial. Os últimos ingressos estão à venda pelo site da Eventim.
Horários do festival
Os portões abrem às 10h. A programação começa às 11h30 com o Jayler, seguido pelo Dirty Honey às 12h30. Yngwie Malmsteen sobe ao palco às 13h45, a Halestorm às 15h15 e o Extreme às 16h45. O Lynyrd Skynyrd encerra a tarde às 18h15, e os Guns N’ Roses fecham a noite a partir das 20h30.
Warm up: Jayler e Dirty Honey na Audio
Dois dias antes do festival, no dia 2 de abril (quinta-fe
ira), as bandas Jayler e Dirty Honey se apresentam na Audio, em São Paulo, em um show especial de aquecimento. A abertura da casa está prevista para as 19h, com o Jayler subindo ao palco às 20h30 e o Dirty Honey às 22h. Os ingressos com preços a partir de R$225,00 (meia entrada), estão à venda exclusivamente pelo site Eventim.
Transporte oficial
O festival oferece serviço de transporte oficial com pontos de embarque em diferentes regiões da capital e em cidades vizinhas. São 14 opções de embarque, incluindo:
A produtora Dark Dimensions confirmou o retorno do Crashdïet ao Brasil. A banda sueca de hard/glam/sleaze rock fará duas apresentações em janeiro de 2027, em São Paulo e Santo André. Os ingressos já estão disponíveis pelo site da Ingresso Master.
A vinda ao Brasil coincide com um momento de renovação da banda. Em 2026, o Crashdïet lançou os singles “Satizfaction”, “Sick Enough For Me” e “Loveblind”, que antecipam Art of Chaos, sétimo álbum de estúdio previsto para 8 de maio pela Ninetone Records. Segundo os próprios integrantes, o disco reúne “as dez faixas mais sleaze que escrevemos em anos”.
À frente dessa fase está John Elliot, anunciado em fevereiro de 2024 como o quinto vocalista da história do grupo. Art of Chaos será seu primeiro álbum completo com a banda. A formação atual conta com Elliot nos vocais, Martin Sweet na guitarra, Chris Young no baixo e Michael Sweet na bateria. Peter London está temporariamente afastado por motivos pessoais e foi substituído por Chris Young durante este ciclo, incluindo as gravações do novo disco.
Uma das bandas mais importantes do sleaze rock contemporâneo
Formado em 2000, em Estocolmo, o Crashdïet é considerado um dos principais nomes da revitalização do sleaze rock nos anos 2000, ao lado de Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Reckless Love e Backyard Babies. Com influências de Guns N’ Roses, Kiss e Skid Row, a banda construiu uma carreira sólida com riffs diretos, refrões marcantes e forte estética oitentista.
O álbum de estreia, Rest in Sleaze (2005), gravado com o fundador e vocalista Dave Lepard, permanece como um marco do gênero, com clássicos como “Riot in Everyone” e “Breakin’ the Chainz”. Após a morte de Lepard em 2006, a banda seguiu em frente, passando por diferentes formações ao longo dos anos. Generation Wild (2010) e The Savage Playground (2013), com Simon Cruz, ampliaram o alcance comercial do grupo, enquanto Rust (2017) e Automaton (2019), com Gabriel Keyes, consolidaram a identidade moderna da banda.
Esta será a quarta passagem do Crashdïet pelo Brasil, reforçando a relação da banda com o público brasileiro.
A Seizi Guitars colocou no mercado a Seizi Katana Shadow Luiz Rodrigues Signature – Dark Moon, modelo assinado pelo guitarrista Luiz Rodrigues. O instrumento já está disponível em pronta entrega e pode ser adquirido diretamente pelo site da marca, fundada por Seizi Tagima.
Luiz Rodrigues ganhou projeção internacional nos últimos anos ao excursionar como guitarrista base nos shows de Kiko Loureiro, ex-Angra e ex-Megadeth.
Uma assinatura que nasceu do uso
O processo de criação deste modelo foi diferente do habitual na marca. Em vez de desenvolver um instrumento do zero, a Seizi oficializou uma guitarra que Luiz já utilizava em suas apresentações.
“É uma guitarra que eu venho usando desde 2024 e ela combinou tanto que acabamos tornando ela a minha assinatura. É uma coisa diferente, que nunca tinha acontecido na marca; normalmente a galera desenvolve do zero”, conta o músico.
A identidade entre o artista e o instrumento foi percebida pelo próprio público antes de virar oficial. “Foi se criando uma identidade forte e a galera começou a associar como um modelo meu, aí a Seizi decidiu tornar um modelo assinatura”, explica Luiz.
Especificações técnicas
A guitarra reúne características encontradas em instrumentos de alto valor: corpo em flamed maple sobre mogno, trastes em inox, captadores exclusivos em Alnico V e uma bag personalizada em vinil. Todos os detalhes estão disponíveis na página do produto.
O lançamento é descrito pela marca como o primeiro passo de uma parceria mais ampla com o guitarrista.
Quem é Luiz Rodrigues
Natural de Curitiba, Luiz Rodrigues iniciou sua trajetória musical na igreja e se aprofundou no rock, no metal, no jazz e no fusion — gêneros que moldaram sua técnica de improvisação. No final de 2023, foi convidado para integrar a banda de Kiko Loureiro, uma de suas maiores referências.
Atualmente, o guitarrista prepara seu primeiro álbum solo, com temática futurista e influências de metal progressivo, djent e música brasileira. O disco, previsto para 2026, conta com a participação do baterista Luigi Paraventi — que já trabalhou com Kiko Loureiro e Carol Biazin — e tem os singles “The Machine God” e “Prototype” como prévia do projeto.
Acompanhe o trabalho de Luiz Rodrigues no Instagram: @luiz4rodrigues
A Bienal do Livro Bahia 2026 anunciou a programação completa do evento. Considerado um dos maiores encontros de literatura e cultura do estado, ele acontecerá entre os dias 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções de Salvador, localizado na Boca do Rio.
Um dos grandes destaques desta edição é a presença da Julia Quinn, autora da série Bridgerton, que ganhou enorme popularidade após sua adaptação pela Netflix e se tornou um dos maiores sucessos da plataforma.
Além de Quinn, o evento também contará com a participação de Rafael Montes, Elayne Baeta, Duquesa e Melly, entre outros convidados, que participarão de rodas de conversa riquíssimas, abordando temas diversos.
Além da presença de grandes escritores e artistas, o evento também se destaca por oferecer uma programação bastante diversa, com atividades para diferentes públicos e interesses. A Bienal contará ainda com diversos estandes de editoras e produtoras, proporcionando ao público a oportunidade de conhecer novos trabalhos, descobrir lançamentos e interagir diretamente com profissionais do mercado literário e cultural.
Com o tema “Bahia – Identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”, a Bienal deste ano contará com um dia a mais em comparação à edição anterior. A organização espera receber mais de 120 mil visitantes ao longo dos sete dias de evento, superando o público de 2024, que reuniu cerca de 100 mil pessoas.
Os ingressos para a Bienal já podem ser adquiridos por meio do site oficial do evento, com preços de R$33 para a entrada inteira e R$16,50 para a meia-entrada, oferecendo ao público a possibilidade de garantir o acesso com antecedência.