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Lee Dong Wook vem ao Brasil para fanmeeting em São Paulo no dia 11 de abril

lee dong wook
Pôster Divulgação

A GIG Music confirmou a vinda do ator e apresentador sul-coreano Lee Dong Wook ao Brasil. O encontro com os fãs acontece sábado, 11 de abril de 2026, às 19h, na Vibra São Paulo. Os ingressos estão disponíveis em pixelticket.com.br.

Quem é Lee Dong Wook?

Com mais de duas décadas de carreira, Lee Dong Wook é um dos nomes mais reconhecidos do Hallyu — a onda cultural coreana que segue conquistando o mundo. Ele ganhou projeção internacional por papéis marcantes em produções como Goblin, Tale of the Nine Tailed, Hotel King e Scent of a Woman.

Além da atuação, o artista também se destacou como apresentador e personalidade de TV, consolidando sua imagem como artista completo. Seus fanmeetings são conhecidos pela atmosfera interativa e acolhedora, repleta de momentos especiais com o público.

O evento

O fanmeeting é produzido pela GIG Music, responsável por trazer ao Brasil grandes nomes da cultura pop internacional, em parceria com a HIT! Media.

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Criolo encerra turnê dos 50 anos em casa, no Espaço Unimed, nesta sexta-feira

criolo 2026
Imagem Divulgação

Após cerca de dez meses percorrendo o Brasil com a turnê Criolo 50, o cantor chega à última parada: São Paulo, sua cidade natal. O show de encerramento acontece nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026, no Espaço Unimed, com participação confirmada do Pagode da 27 e abertura da DJ Pathy Dejesus.

Uma turnê de celebração

A tour marcou os 50 anos de vida de Criolo e sua trajetória na música brasileira contemporânea. No palco, o artista atravessa toda sua discografia — de “Nó na Orelha” a “Convoque Seu Buda” e “Espiral de Ilusões” — mantendo o hip-hop como espinha dorsal, mas passando também por trap, grime, drill, afrobeat, samba, MPB e reggae. O setlist valoriza clássicos da música brasileira e ainda traz novidades sonoras.

Criolo é acompanhado por Ed Trombone, DJ DanDan, Xeina Barros, Ricardo Rabelo, Bruno Buarque, Gustavo Sousa e Bira Sax.

Produção especial para o encerramento

O espetáculo conta com conteúdo audiovisual inédito assinado por Bernardo Perpettu, desenvolvido especialmente para a turnê, com símbolos, ícones e histórias da carreira do artista. O show promete surpresas que ainda serão anunciadas.

Ingressos

Os ingressos custam a partir de R$ 60 e estão disponíveis pelo site da Ticket360 e na bilheteria virtual do Espaço Unimed.

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Subversive Memories resgata os horrores da ditadura em um survival horror inspirado nos clássicos do PS1

Após o enorme sucesso de Emergência Radioativa na Netflix, muitas dúvidas e reflexões passaram a ocupar a mente dos brasileiros sobre episódios marcantes da nossa história. A sensação de que nem tudo foi revelado ainda ecoa entre milhares de pessoas ao redor do mundo. É nesse contexto que surge Submersive Memories, um novo jogo de survival horror que aposta em uma temática tão intrigante quanto inesperada.

Ambientado em uma trama fictícia, mas fortemente inspirada em relatos reais da época da ditadura militar brasileira (1964–1985), Subversive Memories conduz o jogador por uma narrativa intensa sobre opressão, memória e as marcas profundas deixadas por um regime que perseguiu, censurou e tirou a vida de milhares de pessoas.

Na história, o jogador assume o papel de Renata, uma mulher que carrega desde sempre um sentimento inquietante de vazio. Assombrada por lacunas em seu passado, ela embarca em uma jornada em busca de respostas e também de si mesma.

Desenvolvido pela Southward Studio, o jogo chega com a proposta de homenagear os clássicos do survival horror da era do PS1, ao mesmo tempo em que mergulha em uma narrativa inquietante, inspirada em acontecimentos que ainda assombram os brasileiros nos dias de hoje.

O jogo será lançado na Steam no dia 8 de abril.

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Campinas Anime Fest 2026: Programação Completa, Convidados e Tudo Que Você Precisa Saber

campinas anime fest 2026
Imagem Divulgação

A 37ª edição do Campinas Anime Fest acontece no dia 12 de abril de 2026, no Liceu Salesiano, e a programação está recheada de atrações para os fãs da cultura geek e pop. Confira tudo o que está confirmado para o evento!

Convidados Confirmados

O Palco Fan Expo reúne quatro convidados especiais, cada um com palestra e sessão de fotos ao longo do dia:

Holypitz (Cultura Pop) apresenta “A Era das Adaptações” às 13h, com fotos às 14h. Fernanda Tavassi (Animes e Mangás) fala sobre “Animes e Saúde Mental” às 14h, com fotos às 15h. DanteWill (VTuber) comanda “O Mundo Fantástico dos VTubers” às 15h, com fotos às 16h. Por fim, Luyx Dubs (Dublagem e Games) traz “Dublador Gamer ou Gamer Dublador?” às 16h, com fotos às 17h.

⚠️ Atenção: As fotos com convidados precisam ser reservadas antecipadamente pelo site animefest.byinti.com, com retirada de senhas no dia 07/04/2026 às 18h30. As vagas são limitadas — quem não conseguir senha poderá tentar a fila de espera no dia, sem garantia de acesso. Caso haja mais de 60 senhas emitidas, não serão permitidas fotos individuais/duplas, autógrafos ou gravações.

Programação do Palco Anime Fest

O palco principal concentra as competições de K-pop, cosplay e Just Dance:

  • K-pop: Livre às 11h, Solo/Duo & Trio às 12h, Etapa Circuito às 13h e Random Play Dance às 14h.
  • Cosplay: Desfile às 14h45, Desfile Mirim às 16h e Etapa Circuito às 16h30.
  • Just Dance: Concurso às 17h45.

Finalistas do Circuito K-pop

Dez grupos foram selecionados após fase online para a terceira etapa da 6ª edição do Circuito K-pop: GLAM-Y, SHADEVOUS, RITEAM, INSEKTA, CELESTIA, UFSCARPOPPERS, DREAMENT-I, PROJECT V, K-DCA e STAR LILAC.

Finalistas do K-pop SDT

As selecionadas para a fase presencial do K-pop Solo, Duo & Trio ganham ingresso gratuito para o evento. Confira os nomes por modalidade:

  • Solo: Julia Walter Mazzotini, Jaqueline Costa dos Santos, Ellen Rodrigues Lima, Fernanda Cristobal Freixa, Isabel Santana dos Santos, Marcela Cruz Muniz, Isabela Ribeiro e Blenda Ellen Ferreira.
  • Duo: Lorena Casarin e Luísa Ferreira; Maria Isabella Grana e Brayan Oliveira; Matheus Sakano e Isabella Barros Tanimoto; Ricardo Faria e Ana Laura Monterani; Yuri Vieira e Matheus Romano.
  • Trio: Renan Francisco, Bianca Maricondi e Julia Ribeiro; Clara Teixeira, Melissa Cerqueira e Graziely Olegario; Cass Bulhões, Sabrina Silva e Maria Clara Sá; Manoella Arello, Tayna Ferreira e Beatriz Costa.

Palco Fan Expo — Karaokê

O Palco Fan Expo também conta com Karaokê: sessão livre às 11h30 e concurso ao meio-dia.

Cordão Exclusivo da Edição

O cordão comemorativo desta edição custa R$ 20,00 e será vendido exclusivamente no Guarda-Volumes no dia do evento, em unidades limitadas. Não haverá venda antecipada.

Artist Alley

O evento conta com um espaço dedicado a artistas independentes, onde fãs podem conhecer e adquirir ilustrações, quadrinhos e produtos personalizados. A lista completa de artistas está disponível no site oficial CampinasAnimeFest.com.br.

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Precisamos falar sobre o Final de Chainsaw Man

chainsaw man final
Imagem Divulgação

E acabou Chainsaw Man! O mangá com menos cara de Shonen Jump a figurar as páginas da consagrada revista de mangá de lutinha, jogando o nome de Tatsuki Fujimoto, já muito querido entre seus fãs dos tempos de Fire Punch, para o estrelato global. Rendeu anime, rendeu um senhor filme e, depois de um primeiro arco primoroso, fechado a chave de ouro, o segundo arco fechou Chainsaw Man de vez, talvez agora com chave de latão.

A intenção deste texto tem somente este alvo: o final. Chainsaw Man dispensa apresentações à esta altura. Dele temos cosplayers aos montes, memes aos montes (o futuro é o que?), resenhas aos montes, matérias aos montes e capítulos de mangá aos montes. Duzentos e trinta e dois capítulos depois, nos despedimos deste que virou um fenômeno da internet. Ou um cabo de guerra, se preferir. E ofereço essa alternativa, cabo de guerra, pois Chainsaw Man foi palatado por públicos distintos entre si, quando não inimigos entre si. De uma ponta extrema a outra, temos desde o shitposter zueiro ao próximo comentarista do Oscar na transmissão ao vivo da Rede Globo, arauto da crítica literária, cinematográfica e midiática.

Okay, as hipérboles podem ser um pouco abusivas, mas quem leu há de concordar que o público de Chainsaw Man é vastíssimo, bem como seu potencial interpretativo. Tivemos desde o mundo infestado por demônios ao nível do absurdo, demônios estes com um conceito interessante de poder atrelado ao nível de medo causado na coletividade humana, à situação mais terrena e pessoal de um garoto abandonado à própria sorte, Denji, com seus sonhos modestos: uma cama, uma refeição e um amor pra chamar de seu. Eu sei, é pedir muito.

Mas vamos lá, muita hora nessa cautela. O autor de memoráveis one-shots como Goodbye Eri e Look Back – este último rendendo uma das melhores experiências cinematográficas no ano passado – nos agraciou com outro one-shot que, se o autor destas linhas não estiver enganado em suas impressões, é bem menos mencionado do que merecia ser: Just Listen to the Song. Só ouça a música. Por favor. O one-shot mudou radicalmente minha postura com tudo que foi escrito e pensado por Tatsuki Fujimoto, agora e daqui pra frente. E por que com ele, exclusivamente? Porque a autoria é dele e dele é o pedido. Um pedido difícil de ser carregado, porque o ser humano é um animal em busca de sentido. É um animal que interpreta a si e a seu mundo desde os tempos imemoriais, séculos e séculos antes da filosofia. Quem, com mais de 14 anos de idade, vai negar que a religião é esse primeiro esforço de interpretação do Eu e do Todo?

Então vá lá, todo o esforço de escrita deste que escreve já contraria os pedidos do próprio Tatsuki Fujimoto. Afinal, só leia o mangá. Pra quê escrever? Pra quê tantas e tantas linhas, caracteres e tempo de vídeo para explicar as conexões intrínsecas entre Chainsaw Man e a mais nova crise do capitalismo tardio? Só leia o mangá. Apenas ouça a canção. Essa é a mensagem direta e que dispensa interpretações do one-shot lançado em meio ao furor interpretativo sobre Chainsaw Man.

Parece simplificação, mas parte do que enriquece a experiência de apreciar as obras de Tatsuki Fujimoto (“consumir” mas nem sob arma na cara) é se encontrar nessa encruzilhada interpretativa. Chainsaw Man foi uma história riquíssima. Seu primeiro arco encerrou-se de forma primorosa. Tome o partido que for sobre qual foi a mensagem central do mangá, não há como apagar Denji de seu epicentro. Mesmo quando as coisas ficaram ainda mais destrambelhadas no segundo arco, mesmo quando nosso Fujimas saiu matando personagem porque sim (hábito desgracento desde o começo!) ainda havia lá um Denji: garoto como todos nós já fomos um dia, querendo as mesmas coisas que um dia quisemos: uma boa comida pra saciar a fome e uma boa namoradinha para saciar a carência.

chainsaw man final
Imagem Divulgação

(Sim, vocês só querem uma namoradinha que eu sei.)

E foi assim que Chainsaw Man acabou. Ou foi largado, pra falar a aparente verdade. E se o foi, pontos para Fujimoto, que se auto-machadou numa obra que podia não estar mais no seu auge, mas que com certeza ainda rendia algo. Só que acabou a paciência. Ficou sem saco. O autor, que ironicamente está vivo (não me disseram que o autor está morto?!), deu um ponto final sem rima nem razão à sua história, assim como basta estar vivo para morrer.

Isso é um elogio ao arco final de Chainsaw Man? De maneira nenhuma. Se bobear nem o próprio Fujimoto sabia mais o que estava fazendo. Compartilho com os descontentes as mesmas chateações. Assim como compartilho as alegrias de quem se alegrou com a história, com os personagens (só a Asa fez valer o arco dois inteirinho) e principalmente os memes. Amei e detestei, detestei e amei. Afinal, diga-se o que possa dizer sobre qualquer obra do Fujimoto, a sombra de “Just Listen to the Song” está lá à espreita na consciência de quem o leu e sabe que, no fundo no fundo, pode estar apenas pagando de otário, perdendo tempo com grandes elucubrações que o próprio autor jamais pensou. 

Não ignorem isto: talvez o verdadeiro final de Chainsaw Man foram os maravilhosos memes deixados pelo caminho, principalmente deste último capítulo. A Tatsuki Fujimoto fica aqui registrado o mais profundo agradecimento pelo alto entretenimento!

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Dona Beja, a Série da HBO que Mistura Brasil Colônia com Discussões Muito Atuais

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Imagem Divulgação / HBO Max

Quem não gosta de se aventurar pela história e todo seu esplendor por meio de filmes, novelas e séries? Pois o título da HBO, “Dona Beja” nos oferece isso e muito mais. Venha conhecer a lenda da mulher que desafiou a tudo e todos, ganhando poder e respeito em pleno século XIX, no interior do Brasil, através do imaginário da série, com uma produção esplêndida!

ATENÇÃO – Minha review não possui spoilers, mas é importante salientar que a série possui cenas de violência, e teor sexual, portanto, recomendada apenas para faixa etária adulta (16 anos)

A série “dona Beja” que foi lançada no dia 2 de fevereiro, recentemente chegou a seu capítulo final, totalizando 40 episódios, lançados semanalmente

A produção que contou com mais de 350 profissionais, uma cidade cenográfica detalhadíssima, um figurino impecável com mais de 3.000 peças, e efeitos visuais que deixam qualquer um com os olhos abismados, nos traz uma série com linguagem e acontecimentos bastante contemporâneos, tudo em meio a uma história direto do Brasil Colônia.

“Meu destino era viver. Criada pelo meu avô como uma princesa, mas eu aprendi com minha mãe a ser Beija Flor, e voar”

Com, o protagonismo de Grazi Massafera, conhecemos Anna Jacintha, mais conhecida como Beja, uma jovem de 16 anos, apaixonada pela vida e por seu noivo Antonio, que como toda boa menina, sonha em se casar com seu príncipe encantado, e viver seu “felizes para sempre”, apesar de todos os reveses de sua vida. Filha de uma mãe solteira falecida, e vivendo apenas com seu avô, Beja, apesar de ser encantadora, já sofre pelos maus olhos das famílias tradicionais da pequena Vila de Araxá. Enquanto espera o retorno de seu noivo da Europa, para que seu sonho de se casar finalmente se realize, Beja é sequestrada por um poderoso ouvidor que se encantou por sua beleza, e assim, levada para longe , tendo sua vida simples e feliz, virada de cabeça pra baixo e sonhos destruídos.

Após alguns anos, conseguindo escapar, Beja retorna a Araxá, com toda a sua sabedoria aprendida para sobreviver, e reencontrando seu amado noivo Antonio, que movido pelos mal dizeres da cidade e sua família, não acredita na fidelidade de Beja, e a nega. Além disso, também vê toda a conservadora população de Araxá lhe virar as costas. Assim, ela decide se tornar Dona Beja.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Se a vida me fez mulher Dama, eu vou transformar o mundo todo num bordel!”

A série da HBO, nos traz aspectos e discussões interessantes e atuais, como o empoderamento feminismo mediante a uma sociedade patriarcal, onde mulheres não têm voz ou vontade própria, a personagem enfrenta essas dificuldades , se igualando e impondo seu poder ao mesmo nível dos coronéis da cidade e da região, usando de seus artifícios, sedução, e dinheiro conquistado, e nunca aceitando qualquer desaforo e desrespeito, vindos de qualquer lugar. Através da Chácara do Jatobá, sua propriedade onde ela trabalha como uma prostituta de luxo, Beja possui a escolha dos homens que terão o privilégio de se deitar com ela, e assim, noite a noite, aumentando seu poder e influência.

Em contrapartida, a série também nos retrata uma taverna, onde mulheres que foram negadas na sociedade, também são prostitutas, mas sem o mesmo privilégio.

Mas não se enganem, pois estas, com o desenvolver da história, também se empoderam gradualmente, junto com a ascensão de Beja.

Além delas, diversas outras personagens, como Angelica, a esposa de Antonio, Carminha, uma doce menina que sofre desabafos diários de sua mãe, Severina, uma mulher Trans, fiel companheira de Beja, Candinha, uma mulher recusada e jogada na taverna, Genoveva Felizardo, uma esposa maltratada por seu marido e até mesmo Maria, a principal antagonista de Beja, também são exemplos de empoderamentos, que vão gradualmente nascendo dentro de cada uma, através da influência indireta de Beja.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Todas as pessoas merecem ser livres”

Junto da trama, a série nos traz outra questão atual, como o racismo.

Antonio (David Junior) o primeiro amor de Beja, é um homem negro, advogado, e politico, e neto da lendária avó Lueji, uma mulher negra, que comprou a alforria de si e de outros, com um ouro que encontrou. Antonio cresceu com a missão de seguir os passos da avó, na luta pela liberdade dos cativos. 

Além dele, outro protagonista masculino também é do personagem João (André Luiz Miranda), amigo de infância de Antônio, também advogado, e ativista na libertação, e nascido livre, graças a alforria de sua família comprada por vó Lueji.

Durante o passar dos anos, ambos se dividem diversas vezes entre suas amizade, suas irmandades negras, suas lutas pela liberdade dos escravizados, e por sua paixão por Dona Beja, ora unidos, ora rivais.

Dois personagens, que trazem desenvolvimentos diferentes, em situações parecidas, sendo homens, em meio a um século com diversos preconceitos.

Além dos dois, também temos personagens negros em posições altas e baixas na sociedade, e todos nos envolvem nas mesma luta, e assim como com as mulheres, seus desenvolvimentos pessoas e como sociedade.

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Somos iguais em desgraça, vamos cantar o Blues da Piedade”

Ao assistir o primeiro episódio, a trama nos prende rapidamente, já nos colocando em meio ao retorno de Beja a Araxá, ao mesmo tempo que nos introduz ao passado, da infância de Beja, ao seu rapto.

Assistir ao desenvolvimento de todos os personagens como sociedade, é um deleite, uma vez que todos eles possuem seus dramas, defeitos e qualidades, mas igualmente, tentam sempre manter a pose da perfeição e da boa moral. 

Cada personagem, independente do papel, são perfeitamente bem construídos, fazendo com que a humanidade seja percebida. Aqui, coloco uma percepção talvez única minha, mas, acabei por ver os todos os personagens, como anti-herois, pois mesmo o mais vil dos vilões, como o Coronel Felizardo (interpretado maravilhosamente por Tuca Andrada) por vezes, colaboram com o desenrolar de tudo, as vezes atrapalhando, vezes ajudando no desenrolar da trama. 

dona beja hbo max
Imagem Divulgação / HBO Max

“Prezado Imperador, aqui quem vós escreve é Anna Jacintha… ou melhor, Dona Beja”

Dona Beja se destaca não apenas pela grandiosidade de sua produção, mas também pelo cuidado técnico que sustenta sua narrativa. A fotografia bem trabalhada, o figurino detalhista e a construção de uma ambientação imersiva ajudam a criar a experiência visual envolvente, enquanto o roteiro conduz a história com ritmo e intensidade. Atualmente completa, pode ser assistida na HBO Max. Do ponto de vista pessoal, a série se mostrou extremamente agradável de acompanhar, daquelas que prendem e deixam um gostinho de “quero mais” a cada capítulo (e eu acompanhei os episódios semanalmente, sofri um pouco de ansiedade

E destaco também, para finalizar, que apesar de todos os elementos inventados para se formar uma trama de novela, a série entrega com toda a delicadeza suas referências de forma muito positiva. A lenda de Dona Beja, ou seja, a verdadeira Dona Beja de Araxá, que foi capaz de se inventar e ser uma mulher forte e empoderada, muito a frente do seu tempo, e nos lembra finalmente, que apesar de ser uma história que nos mostra problemáticas que aconteceram a quase 100 anos atrás, consegue ser ainda extremamente atual.

Simplesmente, não percam!

ASSISTA AGORA NA HBO

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SAL Kickoff 2026: torneio sul-americano de Rainbow Six já está em andamento com dez times brasileiros

Kickoff da South America League de Rainbow Six 2026
Imagem Divulgação

A South America League (SAL) Kickoff, competição que abre a temporada 2026 de Rainbow Six: Siege na América do Sul, começou na última terça-feira (31) e segue até 19 de abril. Quatro vagas no BLAST R6 Major Salt Lake City, primeiro torneio internacional do ano, estão em jogo.

Dez times disputam vaga no Major internacional

Black Dragons, FaZe Clan, Fluxo W7M, FURIA, Imperial, INTZ, LOS, LOUD, Ninjas in Pyjamas e Team Liquid Alienware são os dez representantes brasileiros na competição. Os quatro melhores ao final do torneio garantem presença no Major, que acontece entre 8 e 17 de maio em Salt Lake City, nos Estados Unidos.

Destaques da temporada

A Team Liquid Alienware chega reformulada para 2026, tendo contratado quase todo o elenco da FURIA que venceu os dois turnos da SAL no ano passado. Já a FaZe Clan, atual bicampeã mundial, manteve seu elenco estrelado após conquistar o título do Six Invitational em Paris.

Imperial e INTZ são as novidades no Tier 1 brasileiro. As duas equipes garantiram o acesso à elite por meio da Challenger Series, realizada no início deste ano.

Como funciona o formato de disputa

As dez equipes foram divididas em dois grupos de cinco. Na fase de grupos, todos enfrentam todos dentro do mesmo grupo em partidas MD1 (melhor de um mapa). Os quatro melhores de cada grupo avançam à fase eliminatória.

A fase eliminatória segue o formato de dupla eliminação, com Chave Superior e Chave Inferior. O primeiro colocado de cada grupo vai direto às semifinais da Chave Superior, enquanto segundos e terceiros colocados disputam as quartas de final. Os quartos colocados caem para a Chave Inferior, onde não há segunda chance de eliminação.

Os quatro finalistas garantem a vaga no Major americano.

Premiação e ranking

O campeão de cada região recebe US$ 12 mil em premiação, além de 240 pontos no Ranking Global, que classifica equipes para o Six Invitational 2027, principal campeonato mundial da modalidade.

South American League será transmitida nos canais oficiais da Ubisoft na Twitch e Youtube e todas as informações podem ser encontradas nos perfis no X e no Instagram.

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Petit Planet, da HoYoverse, abre inscrições para novo beta fechado a partir de 21 de abril

A HoYoverse anunciou uma nova rodada de testes beta fechados para Petit Planet, seu simulador de vida galáctica disponível para PC, iOS e Android. Chamado de Teste à Deriva nas Estrelas, o beta começa em 21 de abril e as inscrições já estão abertas no site oficial do jogo.

O que é Petit Planet?

Em Petit Planet, o jogador assume o papel de um Planetista e explora o vasto Mar Estelar com um planeta próprio. A proposta central é a liberdade: plantar, pescar, cozinhar, decorar, explorar praias e construir paisagens com montanhas e vales. À medida que os laços com os vizinhos e com o mundo se fortalecem, o planeta cresce e novas histórias surgem.

A energia vital do planeta, chamada Luca, molda novas paisagens e traz mudanças para a experiência do jogador ao longo do tempo.

O que há de novo no Teste à Deriva nas Estrelas?

O novo beta traz três novidades principais. Novos Vizinhos farão sua estreia, cada um com personalidades, histórias e sonhos próprios. Os jogadores podem convidá-los para se estabelecer em seus planetas e interagir por meio de conversas, trocas de presentes e momentos de convivência.

O Mar Estelar também ganha atualizações: com o mapa da região, os Planetistas podem viajar acompanhados de seus vizinhos e explorar diversas Astroilhas. Já o Bazar Galáctico segue como centro social do jogo, com atividades como tomar café, dançar, participar de leituras de sorte, sentar ao redor de fogueiras e disputar leilões.

Como se inscrever

As inscrições para o beta fechado estão abertas em planet.hoyoverse.com. Um grupo de participantes será selecionado entre aqueles que completarem o questionário de inscrição. O pré-registro também garante recompensas exclusivas.

Para acompanhar as novidades do jogo, a HoYoverse mantém perfis oficiais no YouTube, X e Facebook como @PetitPlanetGame, e no Instagram como @petitplanetgame.

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