A contagem regressiva já está nos momentos finais! Está chegando o tão aguardado reencontro do Barão Vermelho, que está de volta aos palcos em 2026 com a turnê “Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar”, e vai acontecer justamente em casa. O show do dia 30 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, promete ser daqueles que misturam nostalgia, hits e muita história do rock nacional.
Com a formação clássica, composta por Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, ao lado de Fernando Magalhães, a banda revisitará mais de 40 anos de estrada nessa noite que entrará para sua trajetória. E sim, podem esperar um repertório recheado de clássicos que atravessaram gerações, como ”Pro Dia Nascer Feliz”, ”Bete Balanço”, “Maior Abandonado”, ”Por Você”, e os sucessos que marcaram época com Frejat, como “Todo Amor Que Houver Nessa Vida“, “Codinome Beija-Flor” e “Puro Êxtase“.
O show no Rio ganha um peso ainda maior por ser na cidade onde tudo começou, e de onde veio Cazuza, primeiro vocalista e eterno ícone da banda. Apesar da turnê focar na formação que seguiu como quarteto a partir de 1985, após a saída do líder para carreira solo, a presença dele na história (e no coração dos fãs) segue sendo impossível de ignorar.
Outro destaque que promete deixar tudo ainda mais especial é a participação de Ney Matogrosso, confirmada tanto no show do Rio quanto na apresentação de São Paulo, no dia 23 de maio, no Allianz Parque. Ney ajudou na popularidade do Barão ao gravar ”Pro dia nascer feliz”(1983), que foi um dos maiores sucessos da parceria de Cazuza com Frejat.
Realizada pela 30ee apresentada pelo Itaú, a turnê já chega com expectativa alta, principalmente para o público carioca, que vai ser o primeiro a viver esse reencontro histórico ao vivo. Ao todo, a turnê passará por Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Os ingressos seguem disponíveis para o público geral pelo site da Eventim. Se a ideia é se emocionar, reviver memórias e cantar junto do início ao fim, melhor garantir logo seu lugar. E se você for carioca ou estiver pela Cidade Maravilhosa, se apresse para não perder, porque quando o Barão toca no Rio, a chance de virar um espetáculo sensacional é enorme!
A NewPOP Editora encerra neste mês a publicação deA Casa do Sol, mangá da autora Taamo. Os volumes finais, 12 e 13, já estão disponíveis em pré-venda na Amazon, completando a coleção com 13 volumes no Brasil.
Série premiada pelo Kodansha Manga Award
A Casa do Sol venceu o Kodansha Manga Award na categoria shoujo em 2014, um dos prêmios mais relevantes do mercado de mangás japoneses. O reconhecimento consolidou a obra como referência no gênero e contribuiu para sua repercussão internacional.
No Brasil, a série é publicada pelo Selo Sakura, da NewPOP — primeiro selo brasileiro dedicado a obras shoujo, josei e títulos voltados ao público feminino, incluindo produções coreanas.
A história
A trama acompanha Mao, que na infância encontrava acolhimento na casa do vizinho Hiro. Anos depois, mudanças em sua estrutura familiar a deixam sem um lar, e ela passa a morar com Hiro, que vive sozinho desde a perda dos pais.
A convivência entre os dois dá início a uma rotina compartilhada marcada pela aproximação gradual, pelo desenvolvimento de sentimentos e por descobertas emocionais. A obra combina romance, comédia e drama ao abordar amadurecimento, vínculos afetivos e reconstrução de laços.
Onde comprar
Os volumes 12 e 13 de A Casa do Sol estão disponíveis em pré-venda na Amazon.
A NewPOP Editora anuncia Nosso Segredo, novo título do Selo Pride voltado ao público adulto. O mangá boys love chega ao Brasil em abril e já está em pré-venda na Amazon.
A obra faz parte da parceria exclusiva firmada em 2019 entre a editora e a revista Mimosa, focada em histórias de relações intensas e contemporâneas do gênero.
A história
Yukiteru se muda para Tóquio para começar a vida universitária e passa a morar em uma pensão administrada pelo reservado Sr. Ando. Um acontecimento inesperado transforma a convivência entre os dois e dá início a uma relação marcada por tensão, intimidade e descobertas. Ao longo da narrativa, Nosso Segredo explora desejo e amadurecimento emocional, abordando inseguranças e curiosidades típicas do início da vida adulta.
Além da história principal, o volume inclui o conto A Cor de um Amor, que acompanha o encontro e o desenvolvimento da relação entre dois estudantes.
Selo Pride
O lançamento reforça o compromisso da NewPOP em ampliar a presença de narrativas LGBTQIAP+ em seu catálogo, trazendo ao público brasileiro histórias diversas e envolventes por meio do Selo Pride.
A NewPOP Editora anuncia uma nova tiragem deLebre e Coelho, HQ nacional do gênero Boys Love, com capa variante especial voltada para fãs e colecionadores. A pré-venda já está disponível na Amazon, com lançamento previsto para 6 de abril.
Por que a nova edição
O primeiro volume da obra esgotou, e a alta demanda pelo título motivou o relançamento. A nova edição chega como oportunidade para novos leitores conhecerem a história desde o início e para os fãs adquirirem uma versão exclusiva para coleção.
A história
Lebre e Coelho é completa em dois volumes e mistura humor, romance e drama. Leon acredita ter encontrado seu grande amor, mas sua falta de noção transforma qualquer plano em caos. Seu melhor amigo Franz tenta resolver as situações, mas as coisas saem do controle. A narrativa questiona se a lebre frenética vai conquistar o coelho tímido — ou se o jogo vai escapar das mãos dos dois.
Público e posicionamento
A obra faz parte do Selo Pride da NewPOP e dialoga diretamente com o público jovem adulto. A editora reforça, com o título, seu compromisso com narrativas diversas no cenário editorial nacional.
A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer do filme Street Fighter. A adaptação do clássico jogo de luta dos anos 1990 estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro de 2026.
A história de Street Fighter
Ambientado em 1993, o filme acompanha os lutadores Ryu e Ken Masters, recrutados pela misteriosa Chun-Li para o World Warrior Tournament — um campeonato brutal que esconde uma conspiração mortal. Além de encarar adversários no ringue, os personagens são forçados a confrontar os demônios do próprio passado.
Elenco de Peso
Andrew Koji interpreta Ryu, Noah Centineo vive Ken Masters e Callina Liang está no papel de Chun-Li. O elenco ainda conta com David Dastmalchian como M. Bison, Jason Momoa como Blanka — o personagem brasileiro da franquia —, e Curtis “50 Cent” Jackson como Balrog.
Completam o time principal Joe “Roman Reigns” Anoai como Akuma, Cody Rhodes como Guile, Andrew Schulz como Dan Hibiki, Vidyut Jammwal como Dhalsim e Eric André como Don Sauvage. O trailer apresenta uma versão inédita de Ambitionz Az a Ridah, faixa criada por Tupac Shakur para Mike Tyson nos anos 1990.
O filme é dirigido por Kitao Sakurai e resulta de uma parceria entre a Paramount Pictures, a Legendary Pictures e a Capcom, detentora da franquia. A produção promete trazer para as telas elementos clássicos do jogo, como o Hadouken e outros golpes icônicos da série.
A noite de Baba Yaga, da autora japonesa Akira Otani, chega às livrarias pela Estação Liberdade com uma lista expressiva de prêmios internacionais e uma proposta que mistura thriller, drama psicológico e reflexões sobre poder, gênero e sobrevivência. O romance foi o primeiro livro japonês a vencer o CWA Dagger na categoria de ficção policial traduzida, em 2025.
Um romance de estreia premiado internacionalmente
Além do CWA Dagger, o livro conquistou o prêmio de melhor tradução pela escolha do editor no Crime Fiction Lover (2024) e o prêmio de romance de estreia no CrimeFest Specsavers (2025). Os reconhecimentos colocam Otani entre as vozes mais relevantes da literatura japonesa contemporânea.
A história: violência, proteção e dependência mútua
A trama acompanha Yoriko Shindō, uma mulher com habilidades marciais excepcionais e deslocada da sociedade, que é raptada pela Yakuza para servir como guarda-costas de Shōko Naiki — filha do chefe da organização, aparentemente frágil e envolta em mistério.
O que começa como uma missão de vigilância evolui para uma relação ambígua, marcada por tensão, fascínio e uma intimidade cada vez mais perigosa. Os papéis de vítima e agressora, protetora e prisioneira tornam-se intercambiáveis à medida que as duas personagens se aproximam.
Imagem Divulgação / Estação Liberdade
Escrita enxuta e atmosfera densa
A prosa de Otani é descrita como crua e cortante, mas capaz de momentos de inesperada delicadeza. A autora constrói uma atmosfera que espelha o estado emocional das personagens, explorando os limites entre proteção e dominação, liberdade e aprisionamento.
O título do romance remete à figura do folclore eslavo de Baba Yaga — entidade sobrenatural cujas ações, boas ou más, dependem de quem a encontra. A referência reflete o espaço moral instável que o livro habita, onde perigo e afeto coexistem.
Quem é Akira Otani
Nascida em Tóquio em 1981, Akira Otani começou sua carreira escrevendo para a indústria de jogos eletrônicos. Estreou na literatura em 2018 com a coletânea de contos Kanpeki ja nai, atashitachi (Nós não somos perfeitas), seguida do livro de ensaios Douse karada ga meate desho (2019). Sua obra transita entre o noir, a literatura psicológica e o romance literário, com foco em questões de gênero e relações humanas.
São essas palavras que abrem os episódios de Shiboyugi. A ideia da obra não é nova, um misto de battle-royale com suspense que lembraria talvez um Mirai Nikki ou Danganronpa, pra citar dois exemplos mais marcantes. Quem é mais de assistir séries achará paralelos bem nítidos com Round 6, ainda mais com a questão de participar de uma série de jogos mortais pra conseguir escapar da penúria. Porém já deixo o disclairmer de que o autor destas linhas é um zero à esquerda quando o assunto são séries, então cesso minhas comparações de imediato.
De fato, história é a menor das preocupações da adaptação para anime da novel de Shiboyugi, ou “Jogar Mortais para Colocar Comida na Mesa”. Sua sinopse não ajudou a deixar o anime mais previsível. Mas, cracudo de maid que só, o poster estonteante de lindo ligou meu alerta. Um vem e vai daqui e um vem e vai de lá não sabia se assistia pelos visuais ou deixava a preguiça de arriscar topar com mais um anime edgy falar mais alto. Ui ui, sangue, olha como esse anime é de adulto…
Então veio a estreia de Shibouyugi e as pessoas piraram na internet. Fui ver o que aconteceu pra ter causado toda aquela comoção online.
E pirei junto.
UM ANIME FORA DO CONVENCIONAL
Por que? Porque Shiboyugi foi tudo menos convencional. O anime mostrou que tão importante quanto que história você quer contar é o como você vai contar. E a direção de Souta Ueno, que rendeu elogios pela abordagem original em Gimai Seikatsu, atingiu níveis de criatividade em Shiboyugi que me confrontou com uma triste realidade: os animes são mais previsíveis em suas fórmulas do que gostaríamos de admitir, dando alguma razão a Hiroki Azuma no seu famoso livro Otaku: Japan’s Database Animals. Com nossos gêneros, arquétipos, clichês, todos bem documentados e encabeçado em fanbases, formam uma cultura otaku que se autoreferencia numa intensa autofagia que tem a desvantagem de ser bem menos inovadora quando sobreposta à cultura cinematográfica (e aqui uso num sentido de cinéfilo mesmo).
Souta Ueno definitivamente tem o mesmo ardor pelo cinema de um Hideo Kojima da vida; de quem já viu de tudo um muito e expandiu pra muito além de Hollywood e Cannes. E essa paixão é aplicada em suas direções em animes (vá saber como!), formando uma experiência audiovisual completamente fora da curva. O que se espera de um anime, ainda mais nestes anos, é ação a rodo, aura a rodo e muito material para edit de TikTok poder divulgar o trabalho da produção internet afora.
Imagem Divulgação / Kadokawa
ASSISTIR É CONTEMPLAR, PERO NO MUCHO
Shiboyugi não tem nada disso. Na verdade, o seu extremo oposto. Porque enquanto Frieren volta e meia é elogiado por trazer de volta o elemento contemplativo à experiência de assistir animes em tempos de lapsos constantes de atenção, Shiboyugi cai naquele meme do cinéfilo e sua predição pelo cinema iraniano em preto e branco. Fotografias panorâmicas que não se importam em detalhar as personagens, longuíssimos momentos estáticos que te obrigam a se colocar no ritmo do anime (principalmente no quinto episódio!), a dinâmica desse anime realmente não é pra qualquer um. Ele tem lá suas cenas de ação, mas no todo é vagaroso, o que rende algumas reclamações de espectadores mais ansiosos. E o pior de tudo é que não dá pra reclamar de quem não gosta, pois como eu disse, não é pra qualquer um. Escrevo isso com uma risada no rosto, lembrando o comentário de um amigo que “esqueceu que meu anime favorito é Mushishi”.
Sim, a experiência contemplativa soma pontos pessoais à experiência. Mas não é porque este colunista gosta de viajar vendo anime. Souta Ueno constrói suas cenas no passo certo para criar a tensão das situações vividas pela Yuki e as demais jogadoras dos jogos mortais. E não somente! Shiboyugi é os jogos vividos, morridos e sobrevividos pelas personagens, bem como o peso dos traumas e remorsos pós-jogo.
A ESTRUTURA DO ANIME
Com um primeiro episódio de quase cinquenta minutos digno de aplausos pois absolute cinema, o anime de Shiboyugi se presta a apresentar, na medida do possível, o universo da light novel em formato audiovisual. Se adaptar um mangá já vem com seus percalços, adaptar uma light novel eleva essas dificuldades à décima potência. Pra listar aqui algumas delas, quase sempre um anime vai adaptar uma obra inacabada e quem viu Gintama sabe como isso é arriscado. Outro problema está no público, que quase sempre entende patavinas sobre a diferença entre mídias e esperará a mesmíssima estrutura narrativa de um texto transplantado vis-a-vis à estrutura narrativa audiovisual. No todo, vira uma dor de cabeça generalizada. Vira bagunça, vira discussão online… nessas horas é melhor desligar o celular e esperar o hate em Fate Strange Fake passar.
Minto, Shiboyugi. É sobre Jogos Mortais Moe que falávamos. Pois bem. Após o primeiro jogo, o resto do anime apresenta o restante dos jogos em partes, o que é inevitável quando se está preso a um formato de vinte minutos. Há mais um jogo para introduzir uma rival à Yuki, um quinto episódio primoroso demonstrando um acesso de culpa do sobrevivente numa personagem cujo objetivo final é completar noventa e nove jogos. Quando ela finalmente consegue completar seu trigésimo jogo, Shiboyugi finaliza com um flashback; um dos primeiros jogos de Yuki, particularmente traumático e que apresenta as razões da protagonista.
Imagem Divulgação / Kadokawa
SURPRESAS POSITIVAS
Por que um jogo macabro num mundo doentio poderia ir além e virar um trauma, como é o caso desse último jogo? A imagética de Shiboyugi pode ajugar a explicar. Numa palavra, as personagens (vítimas?) do jogo não sangram. No lugar de sangue, há pelúcia; como se essas meninas fossem bonecas em meio a um jogo sádico. Aqui admito que esse elemento me atraiu ainda mais à obra. Carioca sou e de sangue meu dia a dia é cheio. Qualquer portal de notícias de rede social daqui terá todo o tipo de sangue e gore e piadas sádicas a um click na palma da mão. (hihi, morreu de covid kkkkk)
Se algum dia gostei de gore, esse dia não durou mais que doze horas. Por isso acho uma tremenda injustiça viver num mundo onde Blood C seja mais lembrado que Blood+, sendo que o primeiro marcou por causa de uma sanguinolência sem rima nem razão, enquanto no segundo havia Saya, Diva e Hagi. É a vida, pão e circo. Por isso bocejei com a proposta de Shiboyugi no começo. Um desperdício de beleza destinada à morte, o que, parando pra pensar, é o destino de toda a beleza, já diriam os budistas.
A quebra de expectativa em ver pelúcia ao invés de sangue, uma mecânica existente de fato na light-novel que garante a cura de qualquer ferida não letal (como a reposição de braços ou de pernas), dá um alívio inicial que permite a este espectador em particular, imerso num mundo violento e sanguinolento, a se permitir algum grau de alienação. Não dá pra ser cítrico o tempo todo.
Porém porém!!! Alguns episódios depois na psique de Yuki e as pelúcias passam a ter outro sentido: a visão de alguém que se acostumou a matar, se acostumou a deixar quem fosse preciso morrer e se acostumou a fazer da morte seu ganha pão. Isso não é feito sem um mínimo de dessensibilização, o que nossa protagonista “fantasma” definitivamente o é. O que não significa que Yuki seja uma assassina, mas uma sobrevivente. A diferença é fundamental nos últimos episódios. A sobrevivente mata porque é preciso para viver o dia seguinte; a assassina ganha gosto pela coisa. E não há pelúcia que consiga disfarçar a selvageria servida pela principal antagonista desta primeira temporada.
CONCLUSÕES
Adverti de primeira e segunda e advertirei de terceira: Shiboyugi não é pra todo mundo. Não foi feito para os impacientes. No mínimo do mínimo eu peço para que todos assistam o primeiro episódio, uma gema em si mesma. O restante do anime não diminui de qualidade; só requer a atenção e imersão nas medidas certas para apreciar com justiça este trabalho de animação completamente original.
O quinteto feminino de Rock Visual-keiexist†trace confirmou sua primeira turnê na América Latina, ‘CHANGE THE GAME’ para abril de 2027. A turnê acontece em colaboração com a banda HEAD PHONES PRESIDENT e deve passar por vários países latinos, incluindo o Brasil.
Então, esta será a primeira vez de uma banda feminina de visual-kei se apresentando na américa Latina. A turnê é uma produção exclusiva da R.I.T Agency (Right in time Brasil), produtora que tem sido responsável por trazer diversos artistas da cena visual-kei para as américas.
Por fim, ainda não foram divulgadas informações sobre as vendas de ingresso, mas devem acontecer em breve, com comunicados nas redes sociais da banda e da produtora, então fiquem de olho.
Ouça ‘WHO I AM’, último mini-álbum do exist†trace lançado em novembro de 2025!