monster hunter world

Após algum tempo sem dar as caras, a franquia Monster Hunter voltou aos holofotes em 2018 com o título Monster Hunter: World, produzido e publicado pela Capcom seguindo a linha que tornou o RPG de Ação tão popular e está disponível para PlayStation 4 e Xbox One desde 26 de janeiro de 2018 e para PC desde 9 de agosto do mesmo ano.

Iniciando a caçada!

O jogo nos coloca na pele de um caçador pertencente a Quinta Frota, que foi convocado pela Comissão de Pesquisa a dar maior suporte no Novo Mundo. Algo interessante logo de cara, antes mesmo do início de gameplay, é a possibilidade escolher entre diversas línguas de dublagem (infelizmente o português não é uma delas), dentre elas o idioma oficial do jogo, o que por si só já bem curioso.

Após isso já somos inseridos naquilo que para muitos é uma das partes mais divertidas de um RPG: A customização de personagem. Nesse ponto existem algumas limitações, mas nada que tire a diversão. É possível escolher entre diversos tipos de penteados, cores de pele, cabelo, olhos e afins, além de um ou outro detalhe. Após isso, entramos na tela de customização dos nossos queridos Amigatos (ou Palicoes no original), que também é uma parte divertida da criação.

Depois de tudo isso, somos finalmente introduzidos com um vídeo que nos apresenta aquilo que será o nosso foco nessa história: Os Elder Dragons.

Após sermos resgatados somos introduzidos a Asteras, o acampamento base de toda a comissão de pesquisa e, é ai que as coisas podem ficar complicadas para os caçadores de primeira viagem. É um tanto quanto confuso andar pelo acampamento dado a quantidade de caminhos a serem visitados. Nem mesmo um tutorial básico que te faz perambular pelo local ajuda nesse quesito e é comum você se sentir perdido procurando algum local como a forja, o restaurante ou o seu quarto.

Uma coisa que talvez muitos tenham tido a impressão, é que o jogo se assemelha (e muito) com um MMORPG clássico, que possui uma cidade central aonde os players costumam se reunir e dali decidem para onde ir. Talvez os mais acostumados com esses jogos sintam mais facilidade, mas como dito, é comum se sentir perdido por aí.

Logo após a introdução somos finalmente introduzidos a escolher a nossa arma (mas não se estresse, é possível testar e trocar por qualquer outra a qualquer momento campo de treinamento) e ela realmente impactam na forma como o game é jogado. Se escolhemos uma arma pesada corpo a corpo, os golpes serão mais lentos, porém muito mais poderosos, ao contrário de armas leves, que contam com pouco dano mas é muito mais rápido realizar combos.

Depois disso tudo começamos finalmente a primeira missão oficialmente aonde colocamos em prática a nossa alcunha de caçador e, novamente, para os jogadores de primeira viagem, o game pode ser um pouco confuso. O gameplay é bom, fluído e não apresenta grandes dificuldades de fato, a não ser quando enfrenta mais de um inimigo ao mesmo tempo. Quando usamos o recurso de travar a “mira” (mesmo com armas corpo a corpo) de inicio pode parecer algo um pouco desajeitado e até um pouco difícil alternar entre os inimigos, algo que assim como outras mecânicas basta o mínimo de dedicação do jogador para se adaptar.

 

 

Bônus: Iceborne

O jogo inicialmente foi extremamente bem recebido pelos fãs, tanto que pouco menos de 1 ano após seu lançamento, em 9 de janeiro foi lançada a expansão Iceborne, que traz muito mais conteúdo para os caçadores desfrutarem.

A expansão não traz lá grandes diferenças do que vimos no começo, sendo realmente uma expansão focado em conteúdo e que realmente trouxe uma vida nova ao jogo, ao nos colocar na Fronteira Glacial e apresentar novos poderosos monstros (e até trazer alguns já conhecidos da franquia de volta).

Monster-Hunter-World-Iceborne-Logo

Só tenha atenção, pois essa DLC é destinada aos caçadores mais experientes, que estejam num alto nível e claro, que já tenha terminado o jogo base anteriormente.