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Confesso que estaca esperançoso até demais com este jogo ‘Middle-Earth: Shadow of Mordor’.

Não via a hora de colocar as mãos e jogá-lo, porquê né, #BELLAN aqui é um ultra fãboy Tolkeniano. E não é que as primeiras impressões foram muito boas?

Bem vindo à Terra-Média

Além de estar acompanhando por vídeos, reviews e gameplays, só fui mesmo abrir os olhos com a BGS deste ano, onde o pessoal da Warner + Jovem Nerd jogavam e comentavam em cima. *Falando nisso, lançaram um NerdPlayer bem bacana*.

Bem, o mais bacana deste jogo e que está explícito já no título, é quanto a Mordor de Sauron. Quem aqui nunca quis andar na boa – em partes – por lá? O fato do protagonista ser “imortal”, ajuda muito e dá pra dar uma zoneada nos orcs e Uruks por lá. De fato, a dificuldade do jogo não é tão “leve” não, pois né, os eventos de jogo mudam quando você morre e a IA guarda todas estas informações. É bacana voltar pra bater no Uruk que te matou e ele ficar surpreso e ainda mais com raiva.

Bem, outro ponto bacana é o seguinte: O jogo parece que “pegou” o melhor do Assassins Creed, Tomb Raider, série Arkham do Batman e misturou com a mitologia Tolkien. Eu falo mitologia pois, não apenas referência à Senhor dos Aneis e Hobbit, como também muito material encontrado no Silmarillion. Os fãs vão pirar demais!

Narrativa Sombria

Já de cara e no tutorial – que por sinal é MUITO bacana e direto – temos a apresentação de Talion e toda sua ambientação em Gondor. Só um adendo, é de que o roteiro é assinado por Cantamessa de ‘Red Dead Redemption’.

Bem, se já somos tocados pela história lá no tutorial, é fácil continuar jogando e querendo saber o que vai acontecer com Talion. Apesar do jogo ter uma linha fixa de história, suas ações no jogo também influenciam e abrem um pouco do leque de opções. Sabe aquela sensação de que QUEREMOS AJUDAR O TALION? É mais ou menos por aí.

Técnica e Qualidade

A beleza do jogo é que ele está bem suave pra jogar, mesmo com os 6GB de vídeo dedicado que pede – na verdade, acredito que seja para configurações 4k. Pra quem tem 1GB , 2GB ou 3GB de vídeo dedicado, não vai ter nenhum problema se acertar nas configurações.

Um adendo interessante é que o pessoal da Weta Workshop – juntamente com Peter Jackson – deu uma conferida e supervisionada na produção de texturas e concept designs. Isso indica muita similaridade com o universo PJ criado nos cinemas, ou seja, um colírio para os olhos

Quando a dublagem, ela é totalmente localizada para nossa realidade tupiniquim. Todos os orcs/uruks foram dublados e sim, há diversas gírias e sotaques bem interessantes e que não se vê em qualquer jogo por aí. Ponto altíssimo aqui no cuidado em que tiveram.

Replay e Considerações

Por hora, não vi um grande erro ou problema com o jogo. Com toda certeza vou continuar a jogá-lo e consequentemente terminá-lo. Até saiu uma notícia de que a DLC sai ainda este ano, denominada ‘Lord of the Hunt’ e o melhor, vai dá pra controlar um Anão!

Para todo fã de ação/aventura, Tolkien e que curte uma história bacanuda num roteiro bem amarrado, vai curtir! Em breve, espero trazer uma review mais detalhada por aqui!