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Mais um game que demorou pro #BELLAN jogar e ele se arrepende amarguradamente, já que sempre anda reclamando dos survivor horror da atualidade. Mas já de cara, o primeiro jogo da franquia Dead Space impressiona. E se você é um fã da série/universo Alien, já tá mais que recomendado!

Dead Space é um jogo da Visceral Games lançado em 2008, conhecido por games como Dante’s Inferno, mas é nesta série aqui que a empresa de fato brilha. O game foi tão aclamado – se assim posso dizer – que ganhou sequências e diversas outras obras em diferentes mídias – como quadrinhos e animações.

Espaço Vivo

Falando um pouquinho sobre o enredo, já adianto que ele é MUITO bem trabalhado, tanto que há possibilidade de até virar um filme hollywoodiano em breve. Então pra resumir, basicamente é assim: Em um futuro distante, algo entre 2500, todos os recursos da Terra se esgotaram. A população cresceu, não havia mais espaço pra galera morar e aquela coisa que conhecemos muito bem de filmes de exploração espacial.

Diferente da maioria destas histórias em que comandamos um mocinho/herói ou policial espacial, aqui somos Isaac Clarke um mero engenheiro – muito bom  em seu serviço, diga-se de passagem – que foi enviado junto a uma equipe de resgate, para descobrir o que aconteceu com uma nave/colônia USG Ishimura após a descoberta de um artefato no planeta Aegis VII.

Eis que no início do game, a nave com a tripulação de resgate/investigação é atingida por uma chuva de meteoros, culminando um pouso forçadona grande nave mãe. É aí que o jogo começa, onde temos o protagonista Isaac, junto a especialista em T.I. Kendra Daniels e o comandante Zack Hammond, investigando o que ocorreu… mas tudo é pior do que parecia ser…

Espaço Morto

E não é que a tripulação enviada para investigar o que acontecia acabou encontrando apenas morte e problemas no caminho? Dead Space, apesar de ser um jogo de sobrevivência, consegue ser bem impactante em sua história, com reviravoltas e surpresas durante a jogatina.

Controlamos Isaac numa câmera diferenciada, na terceira pessoa mas na altura de seu ombro e toda interação no jogo é a partir de menus “in-game” de forma holográfica. A interface não é a tradicional de jogos do tipo, como numeração de tiros ou barras de vida; Tudo ali é mais homogêneo e interativo com a realidade do personagem, proporcionando ainda mais uma imersão de jogador e personagem.

Espaço com Segredos

Além do game trazer toda atmosfera pútrida e medonha com seus inimigos deformados, o que mais motiva na jogatina é descobrir o que realmente aconteceu com a nave Ishimura e toda sua população. O que de fato é tal artefato? O que são essas coisas? São mutações, experiências ou extraterrestres?

Para conseguir tais respostas, só jogando. Para jogar, enfrentaremos nosso medo e passaremos por diversos sustos. Em breve, uma análise completa!