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Prince of Persia: The Lost Crown (mobile) | Primeiro Gole

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Originalmente lançado em 2024, Prince of Persia: The Lost Crown chega aos smartphones. O Suco de Mangá pôde testar o game da Ubisoft e você acompanha o Primeiro Gole agora.

The Lost Crown é um bom port?

No ano passado, The Lost Crown chegava a outras plataformas e trazia uma proposta diferente para a amada franquia. Será que um jogo, tão complexo como este, funciona nos smartphones?

Eu não possuo o smartphone mais atual. É um modelo de 2023, portanto alguns podem dizer que já está ficando ultrapassado. No entanto, ao jogar o game, em grande parte do tempo, rodou bem.

Entretanto, modelos mais antigos podem sofrer com sobreaquecimento e travamentos. Eu mesmo passei por isso, foram raros momentos, mas existiram. Tudo bem que é uma versão anterior ao lançamento, mas não deixa de ser um ponto de atenção.

Enredo

Prince of Persia: The Lost Crown coloca o jogador na pele de Sargon, personagem parte de um clã de sete guerreiros imortais da Pérsia. No entanto, é o mais jovem dentre eles e parte do enredo foca na necessidade jovem de se provar.

É um bom motivador que acompanhamos no início do jogo. Além disso, a traição de uma personagem próxima também é usada para levar a narrativa adiante. Isso tudo em menos de 30 minutos de jogo, então muito acontece em pouco tempo, mas não de forma cansativa.

No que Prince of Persia acerta

A versão mobile do jogo tem controles simples. Sua mistura de jogo de luta com plataforma funciona e os controles são fluidos, de fácil aprendizado. Mesmo quem não tem costume de jogar nos smartphones domina a situação em pouco tempo.

Além disso, o visual impressiona. Como eu disse anteriormente, não tenho o modelo mais atual, mas visualmente, o jogo é repleto de detalhes, animações fluidas e VFX, em cutscene e em gameplay, que são agradavéis.

Tudo isso sem prejudicar a visibilidade, o que é para ser focado realmente é foco. Normalmente, em jogos com muitos elementos lutando para tomar espaço na tela, é possível tirar a atenção do jogador do que realmente importa, mas isso não acontece aqui.

No que Prince of Persia falha

Duas situações incomodaram durante a experiência: uma pode ser resolvida, a outra não. Por mais que seja fácil aprender os controles do jogo, não é a melhor experiência. Jogar com um controle para smartphones é a melhor forma de curtir o game.

O próprio jogo deixa isso claro quando está carregando. Além disso, é preciso falar sobre o elefante na sala: o combate.

Você tem diferentes movimentos, pode se curar, bloquear ataques, usar especiais quando a situação estiver complicada, mas… depois de um tempo, isso tudo se torna repetitivo.

Não encontrei espaço para experimentação depois de uns 30 minutos de jogo, o que pode frustrar muitos jogadores. Certamente, me deixou um pouco frustado.

Veredicto

Prince of Persia: The Lost Crown encanta, mas peca em sua repetição. É um bom título original, muito bem transferido para o mobile, mas que para alcançar o seu auge exige um controle e um bom aparelho — limita o número de jogadores por conta disso.

Para mais novidades sobre esse e outros títulos, acompanhe o site oficial da Ubisoft para notícias oficiais.

Rodrigo Folter
Rodrigo Folter
Jornalista gamer ou gamer jornalista, as duas características costumam se entrelaçar. Nasci em São Paulo e morei alguns anos no litoral antes de voltar à capital e me formar em Comunicação Social pela FIAM-FAAM. Crio conteúdo sobre games, cinema e tecnologia desde 2017 e fui co-autor do livro "Cinema Virado ao Avesso: Erotismo, Poesia e Devaneios", além de palestrar em algumas universidades de vez em quando. Nas horas vagas estou jogando viajando, jogando Overwatch, LoL ou brincando com meu gato.

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