O SUCO participou da cabine e coletiva de Transformers: O Último Cavaleiro – e agora você confere nosso #REVIEW do quinto filme da franquia!

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Uma Poderosa Franquia

Transformers é uma das maiores franquias do cinema, isso é inegável, já que conta com dois filmes bilionários e outros dois perto da casa dos 800 milhões de dólares em todo mundo (fonte). É fato que a produção já tem uma receita de sucesso e este quinto título, Transformers: O Último Cavaleiro faz jus a sua grandiosidade – talvez o MAIOR de todos.

Um forte aliado em transformar – desculpa pelo trocadilho 😛 – qualquer cena comum e corrente em algo épico, é o diretor Michael Bay, que também assina a produção executiva e que “prometeu” ser o último filme da franquia que vai dirigir. Gostando ou não de Optimus e companhia, Bay deixou um legado de filmes com personagens marcantes e cenas de tirar o fôlego, criando sua forma própria de fazer filme.

Reinvenção e Transformação?

Mesmo sendo o último filme de Bay, a franquia está LONGE de acabar – principalmente se continuar fazendo este sucesso estrondoso. Se você for assistir este quinto filme da faga pensando em reinvenções e mudanças, pode esquecer. Como já dito anteriormente, a receita longa é a mesma e atende a expectativa dos fãs muito bem.

O que podemos destacar neste filme é a ampliação do universo e a união de personagens já conhecidos da franquia e com outros novos, por sinal, destaque para a atuação de Anthony Hopkins como Sir Edmund Burton, responsável pelo único “bom humor” do filme.

Mark Wahlberg como Cade Yeager em Transformers: O Último Cavaleiro

A Mini JLo vem aí!

Enquanto Mark Wahlberg e Laura Haddock, como Cade Yaeger e Vivian Wembley fazem um bom casal de protagonistas, quem destaca-se no filme é Isabela Moner, interpretando a Izabella (sim, isso mesmo ^^). Apesar de ter poucas cenas com a garota – há um momento do filme que ela simplesmente SOME – e de não ter um peso forte na resolução dos problemas da trama, a atuação forte da atriz emplaca muito bem, podendo ser uma forte candidata ao girlpower da franquia.

*Pra quem não entendeu do subtítulo, há um momento do filme em que o personagem de Wahlberg chama Izabella de “Mini JLo”. 😀

Esquerda para direita: Diretor/Produtor Executivor Michael Bay e Isabela Moner no set de Transformers: O Último Cavaleiro, via Paramount Pictures.

Universo Expandido

Por conta das dezenas de personagens, Transformers expande para “os lados”, ou seja, trabalha um pouco com cada núcleo de personagens ou regiões. Num primeiro momento, temos Izabella como o centro das atenções, onde a pequena inventora/mecânica mostra seus dotes e prova seu valor a Cade.

Já da metade em diante, o filme se desenrola por todo o universo (até mesmo em Cybertron) – o que acaba ficando até confuso em alguns momentos – e, já que não há um vilão central em O Último Cavaleiro, a trama acaba ficando demasiadamente cansativa. Tá, é legal unir a lenda do Rei Arthur com a mística de Stonehenge, sociedades secretas e extraterrestres, mas não foi aplicado tão bem e deu aquela sensação de “jogado” na telona, não dando tempo pra digerir e curtir como deveríamos.

Direção vs Dinâmica de Enredo

Se de um lado temos um diretor que sabe muito bem o que quer mostrar, do outro, temos um roteiro sofrível e cheio de falhas de dinamismo. Da metade em diante, o filme passa uma impressão de ser longo demais, e mesmo com belas batalhas e cenas que até lacrimejam os olhos – principalmente com os discursos do Optimus – o filme é cansativo.

Caso você queira ver no cinema, recomendo salas IMAX e na versão 3D, por conta do vislumbre visual e dos efeitos sonoros, vulgo EXPLOSÕES. É um grande filme de entretenimento e talvez um dos melhores da franquia toda, altamente recomendo para os fãs.

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