Além da aposta em quadrinhos nacionais e internacionais, a SESI SP Editora levou para a CCXP em sua primeira participação, o lançamento dos livros “O Manto Escarlate” e “Alek Ciaran” ambos com enredo de literatura fantástica que prometem agradar os fãs do gênero.

Flávia Muniz e O Manto Escarlate na CCXP 2016

Alek Ciaran e os guardiões da escuridão traz um jogo intrigante de sonhos e realidade, onde o personagem título precisa enfrentar duas forças poderosas do mundo antigo. Entre a luz e a escuridão, ele deverá mudar o balanço do poder e descobrirá que existe uma terceira força prestes a entrar em ação. “Tenho uma ligação especial com o mundo dos sonhos. Muitas das minhas histórias nasceram lá.

Este trabalho chama o leitor para acreditar no fantástico e a enxergar o mundo de forma mais complexa, onde o bem e o mal coexistem, de um jeito profundamente mesclado”, explica a escritora Shirley Souza, e uma breve entrevista pode ser conferida com a autora que fizemos lá no evento. Veja abaixo:

A literatura fantástica está em alta e tem impactado as vendas de livros entrando quase sempre nas listas dos mais vendidos. Não só pelas histórias mais icônicas, como a obra de J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis ou aventuras mais recentes como Harry Potter, Jogos Vorazes, e Guerra dos Tronos, que transportam seus leitores, espectadores e fãs para experiências incríveis, mas por trazer na essência uma liberdade de criação sem limites de espaço e de tempo, onde conceitos e personagens do cotidiano podem, facilmente, ganhar o background de outras épocas e de seres míticos. Universos que atraem e prendem pela criatividade e pelo extraordinário

Alek Ciaran e os guardiões da escuridão (Capa Divulgação)

Shirley Souza

Formada em publicidade e propaganda, desenvolveu diversos projetos educativos e serviços de texto e arte para editoras. Em 2005, decidiu criar coleções infantojuvenis e, desde então, foram 38 livros publicados. Em 2008 ganhou o Prêmio Jabuti com a obra “Caminho das Pedras”. No mesmo ano recebeu o prêmio Jóvenes del Mercosur com “Rutina (nada normal) de uma adolescente em crisis”.